Depois de restringir aborto, direita do Texas proíbe que homens entrem nos esportes femininos


Ao que tudo indica, os texanos estão presenciando uma primavera conservadora nesses últimos meses. Após o estado ter aprovado uma das leis mais restritivas ao aborto da história do país, o Senado do Texas aprovou um projeto de lei que exige que os atletas compitam em equipes compatíveis com seus gêneros de nascimento.

Agora existe a exigência que os alunos atletas joguem em equipes esportivas que correspondam ao seu gênero de nascimento e não ao gênero com o qual se identificam. Isso significa um duro golpe na ideologia de gênero, que se alastra como pólvora no país e que ameaça a igualdade nos esportes, em especial nas modalidades femininas.

Apesar da ideologia de gênero estar cada vez mais presente nos EUA, inclusive com a adoção de banheiros unissex em estabelecimentos comerciais, tal bojo de ideias entra em rota de colisão com a mentalidade da esmagadora maioria da população, de modo que, tal pauta se constitui numa importante frente para vitórias conservadoras nas casas legislativas.

“A legislação foi preparada para se tornar lei depois que o Senado estadual votou 19-12 na sexta-feira para aprovar o projeto de lei 25 da Câmara, de autoria do deputado estadual Valoree Swanson, R-Spring”, relatou o Texas Tribune. “A votação do plenário do Senado seguiu-se a uma reunião do comitê realizada rapidamente, em que uma regra de aviso de 24 horas foi suspensa e o Comitê de Saúde e Serviços Humanos do Senado votou pelo avanço da legislação. De acordo com a nova lei, os alunos só teriam permissão para competir em equipes esportivas que correspondessem ao gênero listado em sua certidão de nascimento que foi atribuída na hora do nascimento ou próximo a ela. ”

A Câmara do Texas deve agora aprovar uma emenda que o Senado adicionou antes de ir para a mesa do governador Greg Abbott. A expectativa é que outros estados sigam a decisão do Texas e que surjam mais leis na esteira dessa. Esse tipo de vitória pode parecer simbólica, no entanto, numa época como a que os EUA atualmente atravessam, com um presidente democrata mal avaliado e com o país envergonhado perante o mundo, as pautas morais podem ser o trunfo para que os conservadores reconquistem o voto dos americanos suburbanos de classe média, que sempre tendeu mais para o partido republicanos e que deve ficar assustado com o radicalismo da esquerda atual que atualmente gere o país.

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