Descoberto que restaurante da elite esquerdista nova-iorquina tem “sala da carne”


Desde os mais primórdios dias de nossa civilização o homem persiste em perpetuar características das sociedades animais. Dentre tais comportamentos insólitos, a hierarquização social e a divisão das pessoas em classes são elementos que são tão presentes, tanto na sociedade humana como nos animais, que muitos imaginam que provavelmente qualquer tipo de igualdade social seja inalcançável na prática. No entanto, mesmo que impossível, a adoção de uma estrutura social rígida e imutável, como nas sociedades de castas, também são percebidas de forma desfavorável.

Pois bem. Ironicamente, nos dias de hoje, aqueles que mais defendem a igualdade de forma irrestrita e que posam como paladinos das virtudes são aqueles que, na prática, estão mais envoltos pelo elitismo. E são essas elites mundiais, cada vez mais distante da realidade das pessoas comuns, que acreditam que podem ditar como todos nós devemos viver. Talvez pelo fato de se acharem superiores devido ao fato de terem mais dinheiro, muitas dessas pessoas sinaliza virtude ao seus demais como defensores de minorias e de animais, quando muitas vezes, apenas estão sendo hipócritas.

Nessa entoada, uma notícia veiculada na mídia americana essa semana foi bastante emblemática ao evidenciar o caráter da atual elite esquerdista dos nossos dias. Um restaurante de Nova York que serve um menu totalmente vegano teria uma “sala de carne secreta” onde os clientes ricos que desejassem, poderiam pagar por uma refeição particular com carnes. Na prática, esse episódio mostra bem o que as elites querem: restrições para os pobres, prazeres para os ricos. E por incrível que pareça, isso encontra eco na história.

Durante milhares de anos, as elites sempre viveram sob códigos morais diferentes dos aplicados ao resto das pessoas. Enquanto que a moral do povo, difundida pela religião, sempre foi mais restrita, os ricos e nobres das cortes sempre gozaram de maior liberalidade em suas vidas. A mesma sociedade que defendia a castidade para os plebeus era aquela que relevava as desventuras íntimas dos reis e demais membros da realeza. É como se, ao chegar ao topo da pirâmide hierárquica, o ser humano ganhasse do coletivo salvo-conduto para transgredir as regras aceitas por todos.

Nesse sentido, sempre devemos nos atentar em relação aqueles que querem restringir nossa liberdade sob o pretexto de preservar o “bem-comum”. Assim como vimos na pandemia, as mesmas celebridades endinheiradas que arrotavam aos 4 cantos a necessidade de todos ficarem enclausurados dentro de casa 24h por dia, eram os mesmos que saiam de casa para festas e viagens. Os mesmos que reclamavam das aglomerações nas manifestações da direita tampouco passava alguns dias e já estavam elogiando as manifestações feitas pela esquerda. Situações como essas mostram que nas dietas das elites esquerdistas, nem sempre os pratos serão veganos ou vegetarianos, mas no cardápio deles sempre estará presente a hipocrisia.

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