Sem Trump, Bolsonaro é o principal nome da direita mundial


Jair Messias Bolsonaro subiu nessa semana no palco da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas com uma enorme responsabilidade. Bolsonaro não representaria apenas o Brasil, país que lhe conferiu a maior manifestação de sua história em favor de um líder no dia 7 de setembro, mas ele também representaria a direita verdadeira num mundo dominado pela esquerda.

Anos atrás, havia a liderança de Trump, e também haviam outros nomes relevantes como o premiê israelense Netanyahu. Hoje, em quase todo o mundo, a pandemia parece ter posto uma pausa na ascensão no nacional populismo responsável pelas vitórias do Brexit em 2015 e de Trump em 2016.

Ao que tudo indica, o vírus chinês criou uma condição tão calamitosa que se tornou o sonho delirante para as esquerdas do Ocidente, já moribundas, de tentarem ressurgir das cinzas após humilhantes derrotas. Em face de uma pandemia global, o mundo se viu numa situação totalmente adversa ao ciclo nacionalista que já vinha se encaminhando, onde soluções nacionais não poderiam conter um problema global.

Além disso, a própria desaceleração da economia global fez com que muitos países, até mesmo os mais liberais, adotassem medidas anticíclicas para conter os efeitos da pandemia. Nesse sentido, a direita que o povo escolheu como melhor opção não viu escolha senão ter que adotar medidas que não queria para evitar que a pandemia tivesse um impacto ainda maior. Assim, muitos governos austeros tiveram que recorrer ao assistencialismo que sempre criticaram quando oferecido pelos seus opositores.

Numa época adversa como essa, não sobraram muitos líderes que não se curvaram ao politicamente correto. Não restaram muitos que não se renderam ao globalismo. Foram poucos aqueles que não ajoelharam aos pés da OMS sob influência chinesa. Quase ninguém teve coragem de enfrentar a mídia e também a China pelo que aconteceu.

Contudo, um homem sobreviveu a esse turbilhão, e, mais forte do que nunca, ele mostrou que ainda é possível uma pessoa não se acovardar perante o establishment, seja ele nacional, ou internacional. No seu discurso, todos os signos de sua carreira se mostraram presentes. A defesa do Brasil, da nossa economia, dos nossos valores e, principalmente, da nossa fé.

Bolsonaro teve a ousadia de desafiar até mesmo as ditatoriais normas impostas pelo prefeito comunista de Nova Iorque. Sem poder entrar num restaurante, Bolsonaro preferiu comer uma pizza na rua. Coincidentemente ou não, são as ruas do Brasil que lhe conferem apoio contra os desmandos do poderosos.

Sendo assim, Bolsonaro tem uma importância missão. Mas uma missão que ele já carrega desde o início de sua vida. De ser uma voz solitária em defesa da verdade, do que é certo, dos valores cristãos, e em defesa do Brasil. O mundo nunca careceu tanto de líderes e estadistas, mas enquanto Jair Bolsonaro estiver no comando, saberemos sempre que pra ele, missão dada é missão cumprida.

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