Projeto de lei democrata define restrições ao aborto como ato de supremacia branca


Essa semana uma inusitada peça de lei assombrou a Câmara dos Deputados nos EUA. Dominada pelo partido democrata, a câmara baixa do Congresso Americano aprovou a Lei de “Proteção à Saúde da Mulher” nessa sexta-feira. Com isso, o governo federal viola os demais poderes federativos e cria um impeditivo para que os governos estaduais de promulguem leis ou regras que “entrem em conflito com qualquer disposição desta lei”.

O intuito dessa medida seria cercear o poder dos estados e sua autonomia para legislar acerca do aborto. Isso ganhou súbita importância após o Estado do Texas promulgar uma lei que, na prática, proibia as condições onde 80% dos abortos legais era anteriormente permitidos. Agora, se uma mulher quiser recorrer a esse procedimento após a 20ª semana, ou terá que recorrer a uma clínica ilegal ou terá que viajar para um estado que permita o aborto nessas condições.

Por isso, para evitar que mais e mais estados copiem a legislação aprovada no Texas, o partido democrata, completamente dominado pela pauta abortista, defendendo o aborto em todo e qualquer caso, resolveu apelar para uma legislação autoritária, que deve inclusive ser revogada quando a Suprema Corte julgar a constitucionalidade dessa lei.

Como se isso não fosse o suficiente, o sanguinário partido ainda tentou reverenciar ativistas LGBT especificando no corpo da lei que os abortos são “essenciais para a saúde de todas as pessoas capazes de engravidar” – incluindo “homens transexuais e indivíduos não binários”. Fora isso, a lei ainda tenta ligar as restrições ao aborto à perpetuação de certos “sistemas de opressão”.

“A justiça reprodutiva busca abordar as restrições à saúde reprodutiva, incluindo o aborto, que perpetuam os sistemas de opressão, falta de autonomia corporal, supremacia branca e racismo anti-negro”, diz o texto do projeto.

No entanto, diferente do que se imagina, a realidade é que a pauta abortista não defende os interesses de negros ou de uma etnia específica. Muito pelo contrário, o aborto afeta desproporcionalmente muito mais os negros, o que na prática funciona como uma forma de diminuir a população negra em relação ao resto da população. Esse holocausto silencioso de mais de 10 milhões de vidas humanas, sendo sua maioria de negros, seria o suficiente para alguém perceber que as leis pró-vida não são racistas, uma vez que quem faz esse papel seriam os próprios pró-aborto.

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