Descoberto que General conspirou contra Trump para assegurar que país não atacaria a China


Os Estados Unidos em poucos momentos de sua história gozaram de tão pouco prestígio internacional. E como qualquer nação decadente, sua ruína se dá por dentro. Essa semana foi descoberto que o general Mark Milley – já em profundo descrédito devido a sua participação na desastrada saída dos EUA no Afeganistão- foi pego negociando com os chineses de forma totalmente ilegal. Na conversa, o general traidor passa por cima de todas as instituições do país para ele mesmo decidir pelos EUA de forma covarde que a nação não faria nada contra a China.

Milley, na época dessa conversa passou por cima dos protocolos, uma vez que apenas o então presidente dos EUA, Donald Trump poderia autorizar uma declaração nesse sentido. E por sinal, jamais Trump daria aval para algo dessa natureza. “General Li, quero garantir que o governo americano é estável e que tudo vai ficar bem. Nós não vamos atacar ou conduzir qualquer operação cinética contra vocês”, disse Milley para o governo chinês.

Ao dar garantias ao atual maior inimigo dos Estados Unidos, general chefe do estado-maior do conjunto das Forças Armadas americanas – ou seja, o posto mais importante da hierarquia americana – acabou incorrendo num crime de traição. E pior. Possivelmente essa traição se deu por motivos políticos. Nessa época, Trump já havia sido derrotado nas polêmicas eleições de 2020 e o general desrespeitou os trâmites democráticos de esperar que o processo eleitoral fosse concluído, esquecendo-se que Trump ainda era presidente, e agiu por conta própria, para o benefício dos chineses.

Outras possíveis intenções de Milley que foram aventadas pela imprensa americana seria impedir que Trump iniciasse algum conflito nos últimos dias de sua presidência. Por mais “bem-intencionada” que pudesse ser tal iniciativa, essa não só seria uma prerrogativa que Trump tinha já que fora eleito pelo povo mas também não havia um só sinal de que Trump poderia fazer tal coisa. Muito pelo contrário, os anos Trump foram lembrados pela paz e prosperidade, nunca tendo Trump incitado qualquer tipo de conflito, interno ou externo, com o intuito de desviar o foco.

Todavia, na história americana, já houve casos em que presidentes foram acusados de usarem conflitos como cortina de fumaça. Nos anos 90, no meio da polemica envolvendo o escândalo sexual com Monica Lewinski, Bill Clinton ordenou que o país atacasse alvos inimigos em países estrangeiros, para que a cobertura da mídia tirasse o foco do seu caso de adultério. Não funcionou, mas Clinton sobreviveu ao seu processo de impeachment.

Já no caso do general Milley, ainda é cedo para saber se as devidas providências serão tomadas. O senador republicano Marco Rubio não poupou críticas ao militar. Numa carta aberta dirigida ao atual presidente Joe Biden, ele manifestou “grave preocupação” com a possibilidade de que o general Milley considerasse a hipótese de fazer um acordo traiçoeiro com os chineses.

É importante frisar que Milley foi indicado por Trump, em 2019, e seu mandato é de 4 anos, sendo raros os casos em que chefes das forças armadas são demitidos. Por incrível que pareça, o último caso aconteceu justamente por causa da China. Só que ao invés de querer trair seu país, o general de 5 estrelas Douglas MacArthur queria inavertidamente atacar a China. O ex-presidente da época, Harry Truman, não teve medo algum em retirar do cargo o herói de guerra após ficar provado que ele queria atacar o território chinês na guerra da Coreia. Se no passado havia presidentes capazes de demitir generais errantes dos seus cargos, o mesmo não pode ser esperado enquanto Joe Biden for o dorminhoco e senil presidente em “exercício”. Enquanto Biden estiver na Casa Branca, Milley pode dormir tranquilo. O mesmo não pode ser dito acerca dos americanos.

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