Maioria da população americana acredita na substituição de Biden por Kamala Harris na presidência dos EUA


Uma pesquisa do Instituto Rasmussen divulgou um resultado pouco surpreendente para quem já acompanha a cena política americana. Segundo a sua última consulta, o instituto descobriu que a atual vice-presidente Kamala Harris não é vista como qualificada para ser presidente pela maioria das pessoas. Tal descoberta deveria ser cabalmente sentida para desqualificar qualquer chance de um dia a ex-senadora ousar pisar na cadeira central do salão oval, no entanto, ainda segundo essa pesquisa, talvez os americanos sejam um povo mais esquizofrênico do que nós poderíamos imaginar. Mesmo crendo que Kamala não possui condições de ocupar a presidência, a maioria dos americanos ainda esperam que ela substitua o presidente Joe Biden antes que seu mandato termine.

Na última pesquisa mostrando sua queda em popularidade, o Rasmussen Reports apontou que apenas 43% acreditam que ela está qualificada para governar o país, contra 55% que não acreditam que ela seja qualificada. Desse total, 47% dos prováveis ​​eleitores disseram que ela “não é nada qualificada”.

Esses números baixos provavelmente resultam da má “impressão” que ela deixou no país em meio a falhas em consertar a crise de fronteira. Houve vários relatos de brigas internas entre os funcionários, e ela ficou em silêncio pelo rádio durante a crise do Afeganistão, apesar de antes ser uma defensora das mulheres afegãs. Por uma margem de 56% a 41%, os americanos dizem ter uma visão desfavorável à sua vice-presidente. Com esses números, após uma eventual, porém cada vez mais iminente morte do atual presidente, é bem possível que Kamala tenha grandes dificuldades de governar o país e unir o partido democrata.

No entanto, isso não a impede de ser alçada ao posto de presidente assim que Biden deixe seu cargo. Seus recentes erros no Afeganistão e seus comentários públicos desajeitados levaram a uma nova onda de relatos de que ele deixará a Casa Branca mais cedo do que se imagina. A condição mental do atual presidente já causa preocupação na cúpula do governo, e por isso já há quem defende que uma substituição possa ser menos traumática e constrangedora que ver um homem débil e senil desfalecer na frente do povo americano nos próximos 4 anos.

Sendo assim, a retirada de Biden do cargo deixou de virar matéria de tabloide ou de teorias de conspiração para ser uma possibilidade altamente ventilada pelos analistas políticos. Como Kamala consegue ser mais impopular que Biden, que vê sua popularidade despencar nas últimas semanas, é bem possível que ela não consiga arregimentar forças para conseguir a nomeação do partido nas próximas eleições. Tal cenário pode conduzir a uma tempestade perfeita na qual Deus abra o caminho para a volta de Donald Trump ou a eleição de um outro republicano por ele indicado. 

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