Popularidade de Biden despenca e abre espaço para futura volta de Trump


Pela primeira vez desde o início de seu mandato, a popularidade de Biden fechou abaixo da preocupante marca de 50%. Segundo a última pesquisa publicada pelo Instituto Gallup, o mais renomado e confiável instituto que pesquisa a popularidade dos presidentes desde a Segunda Guerra, Joe Biden já é rejeitado pela maioria da população americana. O que mais assusta não é a queda de popularidade em si, mas sim os motivos com que fizeram que ela caísse tão rapidamente.

Joe Biden foi incensado ao posto de homem mais poderoso do planeta após uma eleição polêmica, herdando de seu predecessor um país extremamente dividido ideologicamente. A polarização da política americana se acentuou de tal modo que uma popularidade alta se tornou algo precioso para os últimos presidentes americanos. Apesar disso, Biden gozou de bons números nos seus primeiros meses, muito em virtude do sucesso do programa de vacinação que até o momento se mostrou efetivo no combate ao vírus chinês.

Acontece que a lua de mel de Biden com o povo americano aparentemente chegou ao fim. O ponto de inflexão foi justamente o tema no qual ele tinha mais vantagem: a saúde. Após 7 meses de mandato, o número de vacinações começou a cair, os casos de COVID começaram a voltar, e os americanos, já tão cansados das medidas de restrição contra o corona vírus, não parecem estar dispostos a enfrentar mais lockdowns.

A insatisfação em relação à saúde se soma a também um desconforto com a inflação recorde proveniente das políticas expansionistas do novo governo. Se os americanos já hoje sentem os efeitos da inflação, a expectativa quanto ao pacote de 3 bilhões de dólares de estímulo é que nos próximos anos o dólar se desvalorize ainda mais e perca espaço para outras moedas como reserva de valor. Em face de toda essa conjuntura, más notícias rondam o partido democrata. O governador democrata de Nova Iorque se afastou do cargo em meio a várias denúncias de assédio sexual, ao mesmo tempo em que, na Califórnia, o também governador democrata se encaminha para uma eleição de recall na qual pode perder o mandato.

Nesse contexto, tudo se aproxima para um cenário favorável ao partido republicano. Além disso, a avançada idade de Biden e seus já perceptíveis sinais de senilidade fazem com que o americano comum sinta um vácuo de liderança após a saída de Donald Trump. Sendo assim, tudo indica que a esquerda americana tenha anos desafiadores à frente. A sombra forte do trumpismo podem encobrir Biden na eventualidade de uma crise. E se Biden não souber comandar o país, os americanos podem lembrar de alguém que soube liderar melhor que ele.

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