Empresas americanas ameaçam demitir funcionários que não querem tomar a vacina


Essa semana um evento extremamente relevante começou a assombrar uma parcela da população. O Tribunal Regional de Trabalho de São Paulo abriu um perigoso precedente ao decidir que uma empresa pode a partir de hoje demitir um funcionário que se recuse a tomar a vacina contra a Covid-19. Sob a espúria justificativa de que o interesse da “coletividade” deve sempre se sobrepor ao interesse dos indivíduos, com essa decisão, uma pessoa que não tome a vacina por escusa ideológica ou religiosa pode ter seu meio de sobrevivência colocado em risco em virtude do mais puro autoritarismo estatal.

É claro que todas as pessoas devem se precaver contra o vírus, no entanto, o Estado está claramente usando a pandemia como álibi para aumentar ainda mais o seu controle sob a população e testar até que ponto o cidadão de bem está disposto a perder suas liberdades reais em troca de um suposto bem coletivo. Se há algo que a história já ensinou é que toda vez que um povo troca sua liberdade por segurança, fica sem liberdade no início pra perder até mesmo a segurança no final.

Desse modo, percebe-se que esse verdadeiro apartheid social contra as pessoas que não aceitam tomar a vacina chinesa nada mais é do que uma medida opressiva do aparato estatal, que obriga coercitivamente que as pessoas inoculem em si de forma definitiva uma substância pouco ou insuficientemente testada e fornecida pelo mesmo país ditatorial que foi o responsável pela disseminação da pandemia.

A patifaria de uma decisão como essa é que ela tem o intuito de igualar, por razões objetivas, a pessoa que não quer colocar em si uma vacina não testada feita pela China com qualquer tipo de negacionista científico. Muito pelo contrário. É justamente pelo apreço a ciência é que muitas pessoas não desejam tomar essas vacinas chinesas. Muitas pessoas até tomariam a vacina da Pfizer ou da Moderna, mas por justamente se recusarem a tomar a vacina promovida pelo governador de São Paulo, o lacaio dos chineses João Dória, o tribunal regional do trabalho agora pode retirar delas o seu ganha-pão.

Para se ter ideia, essa decisão foi tomada depois que uma auxiliar de limpeza terceirizada que prestava serviços a um hospital municipal em São Caetano do Sul não quis ser vacinada e acabou sendo demitida. Ela apelou ao TRT e agora seu caso serve como jurisprudência para eventuais outros casos que vierem a acontecerem.

Nesse caso, o Brasil está seguindo meticulosamente os passos dos EUA. Lá, primeiramente foram os hospitais que impuseram a vacinação forçada aos seus empregados. Só que, diferente daqui, lá a Constituição assegura a liberdade do indivíduo e essas demissões estão sendo contestadas nas cortes. Também diferente daqui, lá, os políticos também zelam pela segurança profissional dos seus cidadãos e não ficam apáticos ao verem pessoas de bem serem demitidas numa crise onde empregos são mais necessários. Por isso, os governadores do Texas, Flórida e de outros estados governados por republicanos tem assinado medidas coibindo que empresas possam retirar do seu quadro de funcionários não-vacinados.

Caso esse processo não tenha enfrentamento, é uma questão de tempo para que não só a pessoa não-vacinada não possa trabalhar, mas também não viajar ou ter qualquer benefício do Estado. Dessa maneira, caso tudo ande nesses conformes, a China terá criado condições para que haja uma casta de milhões de pessoas marginalizadas no Ocidente. Não satisfeitos em tirarem a vida de milhares, é possível que agora, com essas leis, eles também acabem com a vida de milhões.

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