Biden se recusa a responder se cobrará China sobre a disseminação da COVID


O presidente americano em exercício Joe Biden se recusou mais um vez a responder perguntas de um repórter nessa quarta-feira sobre as últimas informações que indicam que a COVID-19 teria sido disseminada devido a um teste feito num laboratório localizado em Wuhan, na China. As investigações acerca da verdadeira origem do vírus parecem ter chegado inexoravelmente à responsabilidade dos chineses. Em função disso, cresce na opinião pública o rancor e a indignação frente a o Partido Comunista Chinês que, intencionalmente ou não, parece ser o principal responsável pelo ocorrido. Dessa forma, caberia a apenas um homem no mundo a tarefa de colocar os chineses contra a parede e cobrar deles alguns tipo de ressarcimento ou reparações. No entanto, esse homem existe, mas não foi reeleito.

O que vimos na última conferência de imprensa após a cúpula em Genebra, na Suíça, foi um presidente fraco e pouco interessado a falar daquilo que realmente importaria. Tal como um cego procurando por uma agulha num quarto escuro, Biden parece completamente perdido no exercício de suas atribuições. Se no passado, os americanos gozavam de uma liderança forte, capaz de peitar, ameaçar e temer os inimigos da América, o mesmo não se pode dizer no atual momento. .

Perguntado sobre se pressionaria a China em face dos novos acontecimentos, Biden não tardou em titubear e não perdeu mais uma oportunidade para perder uma oportunidade de mostrar-se competente. O já senil e quase aposentado presidente infelizmente ainda em atividade demonstra total incapacidade em entrar num confronto com a China nesse ponto. Pelo contrário, o idoso em comando parece estar mais preocupado em se ajoelhar perante seus inimigos, pensando que assim eles terão alguma piedade para com ele, o que não está mais longe da realidade.

O que ocorre é que tanta Xi Jinping, como o regime iraniano ou até mesmo Vladimir Putin, pouco a pouco, vão conseguindo tudo o que querem dos EUA após 4 anos de uma viril presidência nacionalista do já saudoso Donald Trump. Agora, o vácuo de liderança deixado por Trump não demonstra que será preenchido por Biden mas sim por outros líderes.

Até mesmo o famoso grande mestre enxadrista Gary Kasparov, forte crítico do governo russo, teve de se render em elogios ao seu algoz. Kasparov disparou sem medo que Biden faz o jogo de seus inimigos. Isso também acontece com os iranianos, aos quais Biden tem se humilhado para chamar a mesa de negociação para reassinarem o acordo nuclear que estes já assinaram na presidência de Obama e que Trump unilateralmente revogou. Os iranianos sabem que qualquer acordo assinado por Biden, só deve ficar 4 anos no poder, seja porque não será reeleito, seja porque não tentará a reeleição, ou até mesmo porque não sobreviverá muito tempo. Por isso, qualquer acordo com ele, para eles, é apenas temporário.

Perguntado sobre sua posição sobre a China, Biden fez questão de demonstrar sua já notória desfaçatez. “A atitude do mundo em relação à China como se desenvolve”, respondeu o vagaroso e nada apressado Biden. “A China está se esforçando muito para se projetar como uma nação responsável e eles estão tentando falar muito sobre como estão ajudando o mundo acerca da Covid-19 e das vacinas”, disse o presidente dos EUA numa frase que mais o faz parecer o presidente da China. Levando isso em consideração, tudo indica que enquanto Biden conseguir sobreviver, a China estará em boas mãos.

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