Hipergamia Racial


Amigos, nessa última semana eu fiz um experimento no tinder para comprovar algumas teorias a que fui apresentado esses dias. O ponto seria a tão famigerada HIPERGAMIA RACIAL, a predileção das mulheres por determinados traços e características físicas mais presentes em homens brancos. Há quem diga que a hipergamia racial se dá porque, devido a colonização do mundo pela Europa, esta submeteu os demais países aos seus esteriótipos e padrões de beleza. Há também aqueles que acreditam que o homem branco seria mais valorizado pelas mulheres devido ao status social associado a cor branca, em contraste com o status social mais carente associado aos homens com mais melanina. No entanto, não parece ser este o caso, pois os asiáticos possuem renda superior a dos brancos e mesmo assim são preteridos por eles até mesmo por mulheres asiáticas. Isso nos leva a crer que a hipergamia racial é mais complexa do que poderíamos imaginar.

📷Existe um componente social associado a ela, mas o determinante são as características mais comuns em homens brancos que as mulheres valorizam (altura, olhos claros, ossos faciais visíveis, queixo e mandibula protuberantes e alinhados, olhar retangular, nariz fino e não concavo, rosto não oval e não triangular para baixo). Qualquer homem com essas características faciais será considerado bonito pelas mulheres, a despeito da etnia ou origem. O ponto é que, de fato, essas característica são mais presentes em homens europeus. Se o sujeito é branco e não dotado dessas características, possivelmente ele não se beneficiará da hipergamia racial.

Na pesquisa abaixo, essa teoria é comprovada, entre mulheres latinas, 60% prefere brancos. Entre as negras, 40% , mesma percentagem que prefere homens negros. Já entre as árabes, 80% prefere os brancos. Entre as indianas, o percentual é 60%. Entre as asiáticas, é 70%. Por último, entre as brancas 80% prefere os brancos. Em face disso, reparamos que essa ideia de que as loiras preferem os negões não passa de um coping, uma exceção a que muitos se agarram. A real é que esse tipo de ideia é apenas alimentada pelo cinema pornô, uma vez que, devido a escravidão, sempre foi comum no passado homens brancos terem casos com suas escravas enquanto era extremamente raro um negro casar com uma branca.

Essa falta de acesso e sensação de revanchismo, criou no inconsciente coletivo uma determinada percepção que é muito explorada num gênero pornô chamado INTERRACIAL. No gênero interracial, a despeito do nome dar a ideia que é o sexo entre pessoas de duas diferentes “raças”, o que se vê quase sempre é um homem negro forte e musculoso, com um membro sexual gigante, fazendo sexo selvagem com uma mulher, quase sempre branca, com traços joviais. São raríssimas as cenas desse gênero em que homens brancos interagem com negras. Por quê? Porque esse gênero apenas tende a reproduzir um fetiche que homens negros possuem, uma vez que na vida real é apenas uma minoria deles que tem acesso às mulheres brancas.

É óbvio, existem exceções. Como a própria pesquisa aponta. Existem 10% de mulheres brancas que preferem homens latinos. Reparem. São apenas 10%. Toda essa palhaçada de “amante latino” que é encarnada pelo Julio Iglesias e o Antonio Bandeiras não é uma preferência geral das mulheres brancas, e sim de um nicho específico delas. De igual modo, há também um percentual, menor, daquelas que de fato preferem negros. Esses casos geralmente são exarcebados e ganham notoriedade enorme por dois fatores. O primeiro é o racismo, uma vez que muitas pessoas ficam até mesmo incomodadas ao ver uma loira com um negro. O segundo é porque fogem a regra, e por isso um negro com uma loira chama mais atenção do que um loiro com uma loira.

Um outro ponto é que essa pesquisa apenas aponta a preferência feminina. Não é porque uma mulher prefere um homem como o Rodrigo Hilbert que ela conseguirá um. Na vida real muitas mulheres podem conseguir um beta barrigudo e ter preferência pelo Hilbert. Essa pesquisa apenas aponta a preferência estética feminina, mas como sabemos, a escolha feminina é multifatorial SDB (status – dinheiro – beleza). E na falta de um sujeito com SDB muitas irão ficar com alguém sem esses fatores apenas para não ficarem sozinhas. Há também mulheres que dão mais preferência a um desses fatores. Quando jovens a maioria valoriza mais a beleza, mais tarde, quando querem um beta provedor, preterem chads desempregados por betas estabilizados. Por isso, por mais que uma mulher prefira o Rodrigo Hilbert, pode ser que ela se case com um beta tetudo, pois foi esse que ela conseguiu e teve acesso. Desse modo, você pode ver uma loira que está com um cara asiático, negro ou latino, não por causa da aparência deles, mas apesar dela.

Para atestar toda esse esboço teórico, eu, Vinicios Knuth, botei a mão na massa e nas últimas semanas rodei o mundo no tinder (COM FAKE GPS) no intuito de comprovar se a hipergamia racial era ou não uma constante ao redor do globo. No tinder, como vocês sabem, o que importa é a beleza, isoladamente, uma vez que não é possível externar de forma efetiva seu dinheiro ou status. Por isso, eu, um latino bostileiro, segundo o gráfico abaixo, teria mais matches em países com mais latinas, negras e asiáticas. Feito isso, meu primeiro lugar para testar isso foi Miami. Lá eu obtive 10 matches, todos com latinas e asiáticas, nenhum com branca. Depois fui para a Cidade do Cabo, onde há prevalencia de brancas, e lá só tive 2 matches com negras.

Pude perceber que, tanto em Miami como no Cabo, as brancas me ignoravam. Então fui para Luanda, em Angola. E lá em 2 dias obtive 10 matches. O diferencial é que, por ser brasileiro, eu tive uma vantagem que não tive na Cidade do Cabo. Todos os matches iniciaram conversa e me chamaram pra sair, o que me deu a ideia que, ser brasileiro em Angola já te oferece status de Alfa. Todas as meninas lá diziam já ter saído com brasileiro, o que nos mostra que já existem betinhas bostileiros fazendo uso de sua vantagem lá na África. Tendo obtido sucesso absoluto, larguei a vida de alfa tinderal em Angola e migrei para Seoul, na Ásia. Lá tive 4 matches, sendo que metade aceitou sair comigo, o que comprova que as asiáticas gostam dos brasileiros, não tanto quanto as angolanas, mas gostam.

Para terminar o experimento, tinha que ir para um país europeu. Decidi escolher Lisboa. E não tive nenhuma surpresa. Em 3 dias num país só de brancas, consegui apenas um único match, de uma brasileira, e como toda brasileira, nem sequer respondeu o meu oi. Moral da história: o mesmo beta que com brancas não tem vez, em Angola é ALFA! #PARTIUANGOLA

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