As pesquisas americanas não estão fazendo o menor sentido


Olá. Olhemos a situação atual. Tomando as pesquisas divulgadas pela mídia esquerdista, a narrativa que é imposta é essa: Joe Biden está numa posição mais vantajosa do que Barack Obama estava nesse ponto em 2008, e Donald Trump é um incumbente mais fraco que George H. W. Bush era em 1992. A pergunta que me faço é a seguinte: isso faz algum sentido?

É importante frisar que esses mesmos institutos de pesquisa, 4 anos atrás, davam para Hilary Clinton vantagens confortáveis, e a título de curiosidade, apenas há 2 anos atrás, todos os institutos davam margens seguras para a vitória de Andrew Gillium para o governo da Flórida. No dia da eleição, Gillium foi derrotado e os institutos de pesquisa simplesmente fingiram que nada aconteceu de errado.

Outro exemplo, nas últimas 7 eleições presidenciais, todos os candidatos vencedores venceram na Flórida. E por mais que tenha havido disputas acirradas como em 2000 ou lavadas como em 2008, a margem de vitória na Flórida nunca excedeu 2,5%. Pois bem, por algum motivo, na pesquisa do instituto democrata Quinnipiac, Biden está acima de Trump por 10 pontos. Isso é possível? Possível é, mas é extremamente improvável. Tudo indica que nessa eleição a maioria das pesquisas (salvo os institutos Trafalgar, IBD, Fox News e Rasmussen) estão completamente enviesadas contra Trump. O plano democrata aparentemente é encher a mídia com pesquisas de viés democrata, o que irá modificar a média das pesquisas e criar a percepção de que Trump não tem chance, e assim produzir uma profecia autorrealizável.

Numa pesquisa do instituto Monmouth publicada essa semana, Biden aparece 11 pontos a frente de Trump na Pennsylvania. Ao abrir a pesquisa, observei que eles estimam que Biden teria o mesmo comparecimento que Obama teve em 2008. O problema é que, apenas de 2016 pra cá, democratas perderam 42 mil eleitores registrados na Pennsylvania, enquanto os republicanos ganharam mais de 160 mil. Logo, eu não excluo a possibilidade de que Trump perca esse estado, mas todas as variáveis apontam que uma derrota de 11 pontos num swing state tão disputado é impossível. Essa pesquisa foi encomendada provavelmente com a intenção de procuzir a noção coletiva de que a eleição já está definida. E infelizmente, muita gente está comprando essa baboseira.

Por último, devo avaliar a pesquisa do próprio instituto Rasmussen, que apontou Trump perdendo por 12 pontos. Confesso que ao ver um instituto republicano dar uma margem tão alta de vitória para Biden fiquei totalmente perplexo. Mas ao analisar os demais resultados dessa pesquisa, verifiquei que nela apenas 76% do republicanos declaravam intenção de voto em Trump. Só para comparação, Trump conseguiu 88% dos republicanos em 2016 e hoje ele é mais popular do que 4 anos atrás. O mais natural é que seus números fossem maiores, e não menores. Como isso seria possível? Exatamente. Isso não é possível. Trump pode até perder, mas tomar uma lavada de proporções históricas é algo que só acontecerá nos sonhos delirantes dos membros da mídia e do partido demoniocrata.

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