MEU VIZINHO “TOLERANTE” E “COMPREENSIVO”


 

Amigos, preciso contar essa história para alertá-los como será o fim de cada homem cuck que vocês conhecem.

Tudo começa no final dos anos 90, Marco, meu vizinho, fuzileiro naval, apaixona-se e casa com a menina mais bonita da rua, Silvia. Se ela, hoje, quarentona, é uma gostosa, imagine na adolescência. Marco, além de ter uma condição estável, tinha boa aparência. Seu único defeito era a altura, 1,60, uns 10 cm menor que a Silvia. De resto, trabalhador, honesto e honrado. Inclusive quando meu pai morreu foi ele que me ajudou a aprender a dirigir.

Passam-se os anos e a família de Marco ganha 2 filhos, que passam a conviver na minha casa, um criança e outro adolescente.

Um dia entro no Orkut e vejo lá uma mensagem da Silvia me convidando pra ir no cinema! Achei aquilo bem estranho. Eu era vizinho dela. Aquele scrap poderia ser visto por outras pessoas. Seria irracional uma mulher casada convidar seu vizinho solteiro pra ir no cinema. Recusei educadamente, mas nunca tirei esse dia da cabeça.

Durante esse período, nos dias que visitei a casa deles, notei que a Silvia passou a se vestir de forma vulgar e falava muito de sexo para uma mulher casada. Ela fazia piadas com isso o tempo todo e dizia que tinha pago o pay per view do BBB só pra ver o Marcelo Dourado tomar banho pelado. Ela falava isso para as visitas, na frente do Marco, na maior naturalidade do mundo. Que problema teria nisso, não é mesmo?

Minha mãe e a Silvia eram amigas. O que minha mãe mais tarde me contou fez tudo fazer mais sentido. Segundo ela, Marco e Silvia seriam “liberais”.

É preciso frisar um detalhe nesse ponto da história. Enquanto a Silvia continuava gostosa depois das 2 gravidezes, o Marco, além de baixinho, agora estava careca e ostentava uma barriga protuberante, completamente diferente do Marcelo Dourado.

Em todo esse tempo como vizinhos, NUNCA vi os dois brigando. Ele sempre fez todas as vontades da esposinha como um bom gado de valor.

Um belo dia, em 2016, o Marco pega as coisas dele, coloca no carro e sai. No dia seguinte, um cara jovem e musculoso passa a morar na casa, morando nela até hoje como namorado da Silvia.

Detalhe: os filhos ainda moram lá.

Até hoje não sei se o Marco foi expulso. Creio que ele tenha cedido, cedido, até que não aguentou mais. Imagino que a Silvia tenha ficado na dela nos primeiros anos de casamento, enquanto ele ainda devia estar no pique. Mas depois que engordou, ele não deve ter tido mais ânimo pra marretar. E se ele não marretava, outros iam marretar.

A coisa que mais me deixa triste são os filhos dele, pelos quais tenho um enorme carinho. Sem o pai em casa, viram a noite acordados jogando videogame. Talvez a única válvula de escape para não olhar para o que aconteceu na casa deles.

Mas isso não é o pior. Os dois estão tremendamente apaixonados pelas namoradinhas. No face demonstram sentimentos doentios pelas meninas. Fotinho com elas no perfil e declarações infindáveis de amor. É como se eles não tivessem visto o que aconteceu com o próprio pai e, infelizmente, estivessem fadados a repetir os passos dele.

A pílula vermelha parece amarga demais para os garotos tomarem

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