Por que homens rejeitam mulheres rodadas?


Nós, homens mortais, desde os primórdios da humanidade contemplamos a falta de sentido e a finitude das nossas existências. Tentando burlar isso, os homens do passado sacaram que ao menos poderiam perpetuar seus genes através da procriação. O problema é que, diferente de outros animais, o ser humano possui uma gestação longa e perigosíssima para a gestante, que fica vulnerável a morrer durante o parto. Além disso, a prole fica dependente durante muitos anos até atingir a independência e, sem proteção, o “filhote” humano não tem a menor chance de sobreviver.

Por isso, o homem antigo desenvolveu duas estratégias para conseguir passar seu genes pra frente:

1- Proteger a fêmea durante a gestação e depois cuidar da prole. O problema é que, além de ser muito dispendioso, o homem não poderia ter certeza se o filho que ele estava cuidando era realmente dele. Logo, o homem, tentando minimizar a chance gastar recursos no filho de outro macho, enxergou na virgindade feminina o símbolo para atestar que seu primogênito de fato seria seu. A partir daí a virgindade ganhou um caráter mítico dentro do inconsciente do homem que buscava uma parceira para relacionamento sério.

Os homens que adotaram essa estratégia ficaram conhecidos como provedores.

2- Uma outra estratégia que poderia ser usada seria a de encontrar mulheres fáceis e inconsequentes, e sair por aí comendo o maior número delas, sem se preocupar com a proteção dela ou dos filhos. Por mais que seus filhos ficassem ao relento, havia uma chance de alguma dessas mulheres fáceis encontrarem algum macho provedor e esse cuidar dos seus filhos.

Os homens que adotaram essa estratégia ficaram conhecidos como cafajestes.

Dentro da estrutura social humana, assim como homens se dividem entre provedores e cafajestes, as mulheres se dividem entre as distintas (as virgens, ou não-tão rodadas) e as putas (essas sim, rodadonas). Todo esse “ecossistema”, para se manter de pé, depende fatalmente da figura do provedor. A distinta precisa do provedor para que esse case com ela. A puta precisa do provedor para que ele case com ela depois que já deu pros cafas. E os cafas precisam do provedor para que esse crie os filhos que eles tiveram com as putas.

Se um homem é honesto e quer fazer a coisa certa, sua única opção é encontrar uma distinta. O problema é: Como encontrar uma distinta no meio de tantas putas? E o pior. As mulheres entendem muito bem como funciona a preferência masculina. Muitas, apegadas às fortes emoções, fazem-se de putas quando estão com cafas e depois, tal como um camaleão, fingem ser distintas para fisgarem provedores otários. Sendo assim, a posição de provedor é a mais arriscada de todas. A real é que o sistema naturalmente favorece o comportamento das putas e dos cafas, em detrimento do provedor.

Para a sociedade funcionar mais saudavelmente, a religião passou a atuar como um modelador social que, em tese, impediria a degeneração de mulheres em putas, e assim forneceria mais distintas para os provedores. No caso da nossa cultura, a religião católica exprime com perfeição a dualidade puta/distinta. Nela, há a veneração da figura da Virgem Maria, uma mulher que não só é santa, como virgem, e eternamente virgem. E também há a figura de Maria Madalena, que aludiria ao natural caráter pútico das mulheres. Maria, como signo do Eterno feminino presente em diversas religiões, seria a personificação do conceito que manteria a nossa sociedade em harmonia.

Infelizmente, já passou o tempo em que a igreja era o foco de resistência contra a putaria. Hoje em dia, quem conhece a realidade de dentro das igrejas não pode mentir: está tudo dominado. A verdade que muitos teimam em não ver é que já faz muito tempo que é mais fácil você encontrar uma mulher virgem num evento de anime do que dentro de uma igreja.

Se a igreja for evangélica, e evangélica pentecostal, ai que é pra ficar esperto mesmo, pois essas igrejas são paradas obrigatórias para todas as putas em algum momento da vida, que vão pra lá, e muitas chegam a fazer cosplay de crente pra ver se conseguem convencer algum provedor otário (Capitão Salva Putas) a assumir um relacionamento sério com elas.

Acreditem amigos, as mulheres não são otárias. Muitas investem o melhor de suas juventudes com cafajestes e quando envelhecem ou ficam cheias de filhos, do nada, “aceitam Jesus” e se acham aptas para serem assumidas por provedores. Elas premiam os piores e depois querem que os homens bons as premiem. E o pior. A matrix religiosa é tão perversa que convence muitos homens jovens que casar com tais mulheres é uma “benção de Deus” e que “o passado da mulher ficou pra trás”.

Muitos homens bons, cansados de procurar puta em balada, acabam em algum momento imaginando que na igreja acharão mulheres distintas. Igrejas são ambientes perigosíssimos pois enganam mais que baladas. Enquanto que na balada você olha pra puta e ela tem cara, jeito e semblante de puta, na igreja a mulher tem cara, jeito e semblante de distinta, mas muitas vezes é mais puta que a baladeira. Dependendo da igreja, não é raro você encontrar no domingo de manhã mulheres que no dia anterior estavam curtindo uma balada com vários machos ou no motel com algum cafa.

Se a mulher é de igreja, é preciso tomar todo o cuidado. Hoje em dia as mulheres já adentram no mundo da putaria com 13, 14 anos. Muitas chegam na igreja jovens mas já com altíssima quilometragem entre as pernas. Por isso se você quer ser um provedor e não quer ser enganado por uma espertinha, o primeiro passo deveria ser, antes de qualquer coisa, verificar se a mulher da igreja que você quer assumir tem o nome com NADA CONSTA no cadastro da putaria da sua cidade. Caso você não fizer isso, não se surpreenda se seus filhos nascerem parecidos com um cafa do seu bairro.

 

4 comentários

  1. (Eu fiquei: porque ele sempre usa uma foto da Andressa Urach?! Mas entendi o contexto kkk)
    Responda se achar ingenuidade, mas acredito na existência de mulheres virtuosas para relamento decente mesmo nos dias de hoje.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Seja um MGTOW, soldado. Divirta-se com cautela com a colherada, mas não faça filhos e jamais se case, porque mesmo se encontrar uma unicórnio, lembre-se de que ela também chifra.

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