Precisamos falar sobre os perfis falsos de jornalistas no twitter


Antes de mais nada, Mônica Bergamo é uma jornalista esquerdopata, alinhada ao velho regime corrupto que governava o Brasil, e não será defendida de nenhuma forma nesse texto. Entretanto, chamou-me muito atenção o fato de que o twitter tem visto uma série de perfis “parodiando” perfis de jornalistas da grande mídia.

Algumas vezes, além de escolher a mesma foto, o perfil fake escolhe um nome igual ao do original, diferenciando-se por uma única letra. Como o twitter tem por característica ser uma rede rápida, de comunicação instantânea, quem passa o olho com pressa acredita que quem escreveu aquilo foi mesmo o jornalista da foto, às vezes até republicando uma mentira, que na cabeça dos maliciosos é apenas uma piada com o intuito de zombar da impressa com viés opositor.

Semanas atrás, graças a esse tipo de tática, um perfil fake de uma jornalista emitiu uma fake news, gratificando uma jornalista da Folha por ter recebido o prêmio de jornalista do ano. A fake news foi republicada por vários jornalistas de verdade, o que demonstrou como jornalistas profissionais não tinham cuidado com aquilo que passavam ao seu público.

Depois desse episódio, o twitter resolveu derrubar esses perfis fakes e isso levantou um debate sobre a liberdade de expressão na plataforma, sendo que os direitistas advogavam pelo direito de parodiar e criticar esses jornalistas.

O ponto que passa despercebido nessa discussão é que essa derrubada de perfis fakes não se trata ou não de uma questão de censura. Primeiro, porque para haver censura, por definição, deveria haver uma ação ou decreto estatal nesse sentido. O que há na verdade é uma empresa privada, interessada num ambiente livre e SADIO de ideias, que no seu contrato com seus usuários delimita regras para impedir o CYBERBULLYING e a propagação de FAKE NEWS, que era exatamente o que essas contas fakes estavam fazendo.

É muito conveniente alguém infringir as regras de uma plataforma e depois, quando punido, alegar que sofreu censura ideológica. Seria o mesmo que uma pessoa agredir alguém, e quando a outra reclamar com as autoridade, a pessoa então alegar estar sofrendo racismo ou homofobia.

Pelo que parece, esse governo, muito interessado em destruir a credibilidade da imprensa, irá fomentar ataques como esses para se blindar de críticas. Isso é tão verdade que existem muitos tuiteiros e donos de páginas pró-Bolsonaro que agora estão mamando nas tetas do governo assumindo cargos de confiança.

 De um lado, uma mídia asquerosa de esquerda; do outro, um governo inimigo da imprensa oficial. Trata-se de uma guerra. Um guerra de informações. Uma guerras sem heróis, somente com vilões.

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2 comentários

  1. Incisivo mais uma vez, a plataforma é da twitter eles podem fazer o que quiserem desde que esteja no contrato, reclamar também é um direito, mas se realmente se importam é caso para boicote(como no carrefour, se as pessoas realmente se importassem) e arrumar outra plataforma.

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  2. Os perfis fakes da extrema direita são sempre criados e administrados pelos mesmos imbecis de sempre do twitter. É o Flávio Azambunda Martins vulgo Flávio Morgenstern que cria seus perfis fakes, o tal Gabriel Pinheiro um gordo fracassado e depressivo, o Flávio da Editora Humanas e o nazi Daniel Macedo vulgo Mafia Summers ou o Loen, esse último um nazista de fato. Eles é quem controlam essas páginas e tenho quase certeza que o Joaquin Teixeira o fake de velho foi comprado pelo Morgenstern e administrado pelo próprio. A gente pensa que tem um monte de gente trabalhando para o nazista Bolsonaro mas são sempre os mesmos, sempre os mesmos perdedores e invejosos que acham o máximo perseguir e ameaçar quem pensa diferente deles.

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