10 motivos para ser contra a posse de armas


Você está no ceio do seu lar, fazendo carinho no seu cachorro enquanto seus filhos estão jogando Fortnite na sala. Daí você escuta um barulho. Você vê um bandido loiro de olhos azuis pulando o seu muro. Ele está armado. Você sabe que ele pode te roubar, matar e estuprar seus filhos. Mas ele entrou na casa errada. Você, diferente dos brasileiros comuns, não está desarmado. O invasor não sabe, mas ele em breve conhecerá o seu “direito de defesa”. O governo, incapaz de te proteger, de te socorrer a tempo, não desarmou a bandidagem, porém isso não importa, pois você está muito bem armado. Você pega a arma rapidamente, rende o marginal e pede para que ele fique de joelhos. Ele implora pela vida. Você então dispara: “Deus perdoa, eu não”, e então transforma a marginal num queijo suíço.

A fanfic acima emula com uma certa perfeição como funciona a cabeça daqueles que querem a legalização das armas de fogo. Na cabeça inocente deles, bastaria ter uma arma que, em qualquer situação de perigo, você pudesse bancar o herói de filme de ação e se dar bem contra a bandidagem. Na imaginação dessa gente, eles sempre criam casos em que o bandido é o mais perverso possível e o “cidadão de bem”, pelo simples fato de estar armado, sempre está pronto para salvar o dia.

Abaixo citarei alguns “probleminhas” que deixam essas situações um pouquinho complicadas:

1- Fator Surpresa

Mesmo o “cidadão de bem” mais treinado e armado torna-se impotente quando pego de surpresa. A partir do momento em que a vítima é abordada pelo bandido, ela está a uma mera dedilhada de ser alvejada, o que não dá tempo para que ofereça resistência. Ainda existe a possibilidade de tentar roubar a arma da mão do bandido. No entanto, essa é uma atitude super arriscada, uma vez que, caso não seja bem-sucedida, quase certamente o assalto se tornará um latrocínio. Tanto isso é verdade, que não são nada raros os casos de policiais mortos ao reagirem a assaltos.

2- Risco Desproporcional

Os bandidos, na maioria das vezes, agem dentro de uma certa racionalidade. Eles não invadem qualquer casa. Geralmente, preferem entrar em casas vazias, ou, optam por entrar em casas nas quais sabem que há algo de valioso. Se eles sabem que há um cofre em alguma casa, um cachorro ou um sistema de segurança não serão um impeditivo para que eles tentem, pois o possível benefício do roubo excederia os riscos.

Nesse sentido, ter uma arma em casa, principalmente se os invasores não sabem da existência de um morador armado, pode ser algo aparentemente positivo, já que nesse caso seriam eles que poderiam ser pegos de surpresa. Contudo, por mais que o morador esteja sempre alerta, o marginal está sempre mais preparado para o confronto.

E pior. Em caso de confronto, o morador tem muito mais a perder que o marginal. O bandido já está deliberadamente colocando sua vida em risco, ou seja, já demonstra que não dá muito valor a ela. Já o morador, em caso de confronto, incorrerá no risco de que os disparos possam não só atingi-lo, como acertar os membros da sua família e o seu patrimônio. Assim, caso o morador realmente zele pela vida da sua vida, entrar numa troca de tiros dentro da sua casa contra alguém que não tem nada a perder não parece uma decisão racional.

3- Risco mensurável

Por mais humilhante que isso possa soar, muitas vezes não reagir é a decisão mais sensata a ser feita. Há circunstâncias em que a perda do patrimônio subtraído pelo roubo não vale o risco de vida de tentar reagir. Pelo prisma da própria matemática, não vale a pena colocar na corda bamba aquilo que você tem de mais precioso, que é a sua vida, para salvar um bem material perene, como um carro, um celular ou um relógio — a não ser que a sua vida valha muito pouco para você mesmo.

4- Estatística

Esse é outro ponto humilhante e difícil de aceitar, mas na maioria dos casos, quando marginais invadem residências, e não há confronto, as pessoas saem da experiência traumatizadas porém VIVAS. Na maioria dos casos eles trancam a família no banheiro e fazem a limpa na casa. Nesse caso, cabe ao chefe da família avaliar se o risco mensurável de todos saírem vivos excederia o trauma e o orgulho ferido de ser mantido refém por um longo período. Do ponto de vista racional, olhando as estatísticas, o ideal, na maioria das vezes, seria não resistir.

5- Sozinho?

O pai de família escuta um barulho, pega a arma na gaveta, avista um marginal e o mata. Legítima defesa? No entanto, ele pode não estar sozinho e ser pego de surpresa. Ou pior. Ele pode matar o bandido e algum amigo dele ou membro da gangue pode resolver fazer um acerto de contas com o pai de família no futuro. Será que vale a pena escapar de um assalto e, como consequência, perder a paz? Por que eu sei disso? Porque a minha casa já foi invadida comigo dentro. A maioria das pessoas não mensura o fato de que matar um bandido pode ter alguma repercussão. Na cabeça de muita gente, ficaria tudo por isso mesmo. O problema é que, na vida real, muitas famílias têm de se mudar às pressas com medo de sofrerem uma retaliação.

6- Injustiça à vista

Como todos já deveriam saber, no Brasil, a Lei atua para a defesa dos marginais. Eles são protegidos e vistos como vítimas da sociedade por muitos juristas, e muitos juízes, alertados pela superlotação dos presídios, fazem o que podem para não colocarem bandidos atrás das grades. Se a bandidagem possui a empatia do judiciário, o mesmo não pode ser dito em relação ao cidadão de bem que faz justiça com as próprias mãos. NENHUM, repito, NENHUM juiz no mundo irá inocentar um cidadão de bem que executou um bandido já rendido. Na melhor das circunstâncias, o cidadão de bem corre o risco de perder a paz, investindo tempo e dinheiro na justiça durante anos lutando contra uma promotoria protetora de bandidos que se traveste de defensora dos direitos humanos.

Eu já fui assaltado, e pessoalmente, se estivesse armado e pudesse atirar no bandido pelas costas, eu não o faria, já que ai eu teria problemas com a lei e uma complicação pra mim. No Brasil, até você provar que fez o que é certo, você é tomado como errado nessas situações.

7- Dilema do prisioneiro

Sim, existe um caso em que a posse de armas é algo praticamente obrigatório. Quando a pessoa está jurada de morte, ter uma arma é possivelmente a única forma de salvar a própria vida. Nesse caso, ao ser rendida, a pessoa sabe que morrerá e tem a obrigação de reagir caso queira sair viva.

De igual modo, um policial, ao ser assaltado, sabe que será executado caso o bandido descubra sua profissão. Então, ele, treinado e armado, já sabendo que reagir é a sua única opção, tem de agir de forma defensiva na rua e precisa treinar técnicas de reação.

O problema é que, conforme nos ensina o Dilema do Prisioneiro, nem sempre aquilo que é melhor para todos os cidadãos individualmente é melhor para a coletividade como um todo. Por exemplo, se todo mundo derrubasse uma árvore para vender madeira, seriam beneficiados individualmente, todavia, se generalizada, essa atitude implicaria um prejuízo ambiental para a coletividade.

De qualquer forma, nesses casos excepcionais, a nossa legislação atual já os contemplaria. No tocante ao papel do governo, como sua função é zelar pelo bem-estar e pela proteção da vida da coletividade, e não de um grupo específico de pessoas, fica claro que esse não deve permitir que qualquer um possa ter uma arma caso isso acarrete num aumento de homicídios.

8- “Meu direito de me defender”

Os lobistas do setor armamentista adoram usar argumentos morais, do tipo, “todo mundo tem o direito de se defender” ou “o governo não tem o direito de impedir alguém de defender a própria vida”. Sim. Eu concordo com isso, assim como qualquer pessoa sensata também concorda. Até ai tudo ok.

O problema é que arma não é escudo para que a tenhamos como instrumento de defesa. Arma foi feita pra atacar. E se alguém não pode ter uma bazuca, o mesmo vale para as armas de fogo. Do mesmo modo em que qualquer um não pode sair por ai com um tanque de guerra para “se defender” podemos equiparar isso com a posse de armas. Logo, fica evidente que essas pessoas que advogam para que qualquer um possa ter uma arma estão confundindo o direito de defesa com o direito de ataque.

Se uma arma dá o poder a alguém de tirar uma vida é óbvio que nem todos as podem ter. Se o papel do governo é zelar pela vida de seus cidadãos, e ao permitir que alguém tenha uma arma o Estado está dando a responsabilidade potencial de alguém tirar uma vida, é natural que essa permissão seja restringida para aqueles que atendam aos devidos pré-requisitos, não a qualquer um.

9 — Efeitos Colaterais

Tudo na vida tem consequências positivas e negativas. A popularização do posse de armas não é exceção para essa regra. Conforme uma prática se torna mais incidente, eventos marginais derivados dela também aumentam. Caso o Brasil resolva encher as casas da classe média (quem tem dinheiro pra comprar arma à prestação) veremos alguns episódios tornarem-se mais rotineiros:

a- Acidentes nos quais o atirador esquece uma bala dentro da pistola, e essa é disparada por engano do atirador ou por erro mecânico.

b- Acidente no qual o filho do atirador pega a arma do pai no armário e leva para o colégio.

c- Acidentes no qual o atirador escuta um barulho a noite, atira no invasor e depois descobre que atirou no filho que voltava tarde da balada.

d- Aumento de mortes por arma de fogo relacionadas a crimes domésticos. É bom lembrar que o Brasil é campeão em violência contra a mulher e que uma arma nas mãos do homem ou da mullher, no momento de um briga, pode não ser bem-vinda.

e- Aumento no número de pessoas que, mesmo sem ter o porte, acabarão saindo de casa armadas quando se sentirem inseguras.

f- Aumento dos casos de suicídios causados por armas de fogo.

g- Aumento de casos de malucos que saem atirando em qualquer um, a esmo, como acontece direto nos EUA. OBS: Alguns armamentistas canalhas culpam os massacres às GUN FREE ZONES (áreas que restringem entrada de armas), onde a maioria dos massacres ocorrem. Se a culpa dos massacres fossem das Gun Free Zones, o Brasil seria palco de vários ataques, já que o que não falta aqui são áreas que restringem armas. Pelo contrário, o motivo pelo qual há massacres lá todo ano e não aqui é porque lá existem centenas de milhões de armas em circulação, o que facilita muito que caiam nas mãos de malucos.

Aqui cabe um adendo. Todas as pessoas que conheço que querem que qualquer um possa ter arma e que acham uma arbitrariedade governamental um país exigir que alguém tenha que aprender a atirar, ter emprego e residência fixa, assim como testes psicológicos parecem não avaliar o fato de que uma arma pode ser um instrumento nocivo MESMO quando comprada por um cidadão de bem.

Um ponto curioso é que certa vez eu vi um famoso lobista das armas reclamando que era um absurdo, um preconceito descarado para com os desempregados, não permitir que eles pudessem “se defenderem” possuindo uma arma. Talvez o que ele não saiba, ou prefira não saber, é que a maioria esmagadora dos presos por assalto não possuem emprego com carteira assinada. Assim, ao restringir a posse a essas pessoas, o Estado tende a prevenir que crimes ocorram sob sua tutela.

“Ah, mas até parece que um bandido irá comprar uma arma legal na loja se ele pode comprar uma mais barata no mercado negro”. Sim! Mas nesse caso, o Estado ao menos está fazendo a parte dele. Se o Estado não é onipresente para evitar que um indivíduo venda uma arma a outro ilegalmente, ao menos ele pode evitar que alguns perfis de pessoas de boa-fé consigam armas dentro da lei. É importante frisar que isso é mais relevante na questão do porte de armas, pois ao menos o Estado pode prender um indivíduo que porta uma arma ilegal, o que não aconteceria se esse mesmo sujeito a comprasse legalmente.

10 — Saldo desfavorável

Os lobistas das armas adoram alardear os casos em que uma pessoa armada previne um crime ou salva o dia. É possível que isso ocorra? Claro que sim. Armas nas mãos corretas, E EM ALGUMAS SITUAÇÕES, podem fazer a diferença. Não estranhamente, esses lobistas não dão as mesmas ênfases para os casos de pessoas que morrem reagindo, ou de acidentes, ou de qualquer outras mortes derivadas de armas nas mãos de cidadãos de bem.

Então, para verificar o real impacto positivo ou negativo da legalização das armas de fogo, o ideal seria identificar o quanto de crimes e mortes que são evitadas graças ao uso de armas legais e qual o número de crimes e mortes causadas por armais legais. Subtraindo um pelo outro sabemos se mais armas acarretam ou não em mais crimes. E qual não é a nossa surpresa ao ver que um site DE DIREITA fez esse cálculo e que ele foi desfavorável para o lado dos armamentistas.

Nesse gráfico vemos como, após o Estatuto do Desarmamento, houve uma redução de homicídios no Sudeste e aumento no Nordeste. Para os armamentistas, isso seria uma prova cabal de que o não só o Estatuto não salvaria vidas como também que o crime não estaria ligado à pobreza, já que durante esse período o Nordeste cresceu e a violência também. Incrível como eles só resolveram avaliar o Nordeste, não? Sabe por quê? Porque se avaliassem o Sudeste, perceberiam que sua agenda política é refutada pela realidade. E ainda assim, eles não levam em consideração que no Nordeste incidem fatores que não atuam no sudeste, como a maior taxa de jovens per capita na população — que nós sabemos que são mais cooptados pelo crime.
Dados apontando que, após o Estatuto do Desarmamento, o número de crimes sem arma de fogo permaneceu o mesmo, enquanto o com armas de fogo diminuiu, o que comprova mais uma vez que a diminuição da circulação de armas previne crimes com armas. DÃÃHÃÃN

Abaixo a conclusão do Instituto MERCADO POPULAR:

Até o começo dos anos 2000, não havia um consenso claro na literatura empírica sobre o assunto. Mas isso mudou. Quando são tomados artigos mais recentes sobre o assunto e meta-análises, a literatura conclui que há uma relação positiva entre a quantidade de armas e homicídios. Não há quase nenhum apoio à tese de que mais armas levam a menos homicídios.

No caso da realidade brasileira, o cenário é mais claro: quase a integralidade dos estudos indica para uma associação positiva entre armas e homicídios. Alguns estudos recentes usam dados muito desagregados — mensais e no nível dos municípios — e mostram que houve uma descontinuidade na tendência de homicídios provocada pelo estatuto do desarmamento.

11- A correlação entre armas, mortes e suicídios no mundo

Como se esses números da realidade brasileira não fossem o bastante, nós ainda possuímos fartos números e estudos que avaliam e comparam as legislações em relação a armas de fogo em volta do mundo.

Por exemplo, os armamentistas amam comparar a taxa de homicídio do Brasil com a dos EUA, país com leis menos restritivas, para então afirmarem de forma desonesta que o maior número de armas em circulação não interfere na diminuição dos homicídios. Esses desonestos não levam em consideração que Brasil e EUA são países com estruturas socioeconômicas inteiramente diferentes, e que se comparado os EUA, com países igualmente desenvolvidos, que possuem leis mais restritivas com o uso de armas, como o Canadá, Inglaterra ou Japão, esse possuem taxas de homicídio muito inferiores.

Mortes ocasionadas por armas no mundo desenvolvido. O EUA e suas mais de 100 milhões de armas de fogo em circulação lideram o ranking. Uma das principais explicações seria o número de suicídios de homens feitos por armas de fogo nos países desenvolvidos. Ao que tudo indica, a popularização das armas faz com que elas se tornem formas mais casuais, indolores e efetivas de suicídio que as demais.
Taxa de suicídio americana segregada por sexo e idade.
Conforme o gráfico acima aponta, mais armas não implicam mais crime, no entanto, implicam em mais mortes, pois a arma vira o método preferido de suicídio entre homens.
Acima a taxa de “sucesso” por método escolhido nas tentativas de suicídio. Como podemos ver, o suicídio por arma de fogo mata 82% dos suicidas e é aquele que com menor número de sobreviventes.
Acima os principais métodos de suicídio, não segregado por sexo. Podemos avaliar que, talvez por motivos estéticos ou culturais, as mulheres, que culturalmente possuem menos aptidão para lidar com armas, preferem se suicidar por sufocamento ou envenenamento — métodos que não desfiguram o rosto.
Número de armas de fogo em poder de civis per capita por país
Número de mortes por armas de fogo por país. Aqui percebemos que o fator legislação não interfere tanto no número de mortes, mas o número de armas sim. Comparando países pequenos e vizinhos, podemos analisar a Sérvia, que possui muito mais armas que seus vizinhos e mais mortes. O Afeganistão também é outro caso semelhante.
Se retirarmos as mortes por armas relacionadas a suicídio e acidentes, ficando apenas com os assassinatos, percebemos que existe uma correlação maior entre desigualdade e homicídio que entre o número de armas e homicídios.
Desigualdade no mundo através do Índice GINI

Conclusão

A arma de fogo é um instrumento de morte. Um instrumento que deve ser usado de forma responsável e restringido só para quem pode usá-lo de maneira segura. Como no mundo existem uma série de fatores sociais e econômicos que sempre fomentaram, fomentam e fomentarão conflitos como roubos e assassinatos, ceterus paribus — tudo o mais constante -, quanto mais armas, mais mortes.

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3 comentários

  1. Armas não são eficientes para se defender logo elas não devem ser liberadas para que cada pessoa tenha sua escolha de tê-las ou não?!

    A teoria dos jogos que você usou(dilema da prisão) não é bem um a verdade analítica mas uma suposição sua, não há nem base empírica tem comprovando que isso não seria benéfico à coletividade, pelo contrário, no Texas há promoções do tipo: venha em nossa churrascaria armada e ganhe desconto, ou seja, ao se proteger o consumidor fornece ao menos intimidação ou proteção no estabelecimento.

    A violência com a liberação varia pela cultura, acredito nisso, porém a cultura é moldada também com elementos como esse, na história americana eles tiveram experiencias que gravou no “sentimento americano” os ideais de armas e liberdade, no brasil uma normalização aconteceria de qualquer jeito, pois a autopreservação é mais fundamental que a agressão, ou seja, uma hora ou outra a população iria aprender a ter cautela(mas não levo isso como verdade absoluta, estou vendo sobre inteligencia e criminalidade, talvez em um país onde o grau de inteligencia seja tao baixo realmente não haja possibilidade de um comportamento civilizado com armas).

    Mas é indiscutível que armas são necessárias para a proteção da população, não entendo como você pode confiar essa segurança nas mãos do governo, a população armada seria a garantia contra um governo tirânico, ditatorial. A história é longa, muito mais longa que esse regime em que vivemos, e em quase toda ela houveram pessoas pouco instruídas armadas primeiramente para proteger sua família e propriedade…(ta confesso, apelo histórico hehe)

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  2. as armas não servem apenas para nossa segurança, elas também garantem a nossa liberdade, todos os regimes de governos tiranos, totalitários e genocidas, que tivemos durante a história foram devidamente precedidos pelo desarmamento civil; jamais confie num governo que busque desarmar a população, contra a sua vontade.

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