Era uma quinta-feira. O dia foi 9 de agosto de 2018. Nessa data vimos Jair Messias Bolsonaro largar de braçadas no meio de seus rivais comunistas ligados ao Foro de São Paulo e acomunados ao Plano de Dominação Globalista da Agenda da ONU.

Logo no início do debate, as primeiras acusações. O criminoso Guilherme Boulos, ligado ao PSOL, acusou Bolsonaro — vejam só! — de ser machista, racista e homofóbico. Pois bem. Bolsonaro, que certamente é a pessoa menos machista, racista e homofóbica do Brasil, conseguiu não só rebater a calúnia como por o comunista no seu devido lugar, lembrando o Brasil inteiro que ele era um marginal invasor de propriedades.

No embate contra Alckmin sobre segurança, o governador de São Paulo falou de como ele conseguiu reduzir a criminalidade no Estado através de uma série de medidas chatíssimas que eu fiz o favor a mim mesmo de nem querer escutar, já que qualquer coisa vinda de um comunista como ele só poderia ser mentira. Já Bolsonaro respondeu a questão da violência da melhor forma possível: mencionou o fim do estatuto do desarmamento, o que de fato erradicaria a criminalidade no país, posto que quando cada brasileiro tiver uma arma, nenhum bandido poderá cometer crimes sem ter a certeza de que poderá ser morto por um cidadão de bem.

Quando perguntado sobre o feminicídio, falou do seu genioso projeto de castração química de estupradores. É evidente que os estupradores, temendo uma eminente castração química, no futuro governo Bolsonaro, pensarão duas vezes antes de violentarem mulheres, principalmente aquelas que facilitam seus próprios estupros, como as que usam roupa curta e ficam sozinhas e/ou alcoolizadas em lugares desertos no meio da noite.

No momento em que falou de educação, sua resposta certeira foi o aumento dos colégios militares. Num mundo em que a maioria das profissões do futuro requer cada vez mais profissionais criativos nada pode fomentar mais criatividade na nossa juventude do que o ensino militar.

No fim, Bolsonaro foi acusado por Ciro de fazer um projeto de lei para forçar a ANVISA a aprovar a distribuição da fosfoetalonamina (droga que curaria o câncer). Apesar de não haver nenhuma pesquisa que comprove a eficácia da droga, Bolsonaro estava certíssimo já que para ele o Brasil está acima de tudo e Deus acima de todos.

No final das contas, quem assistiu o debate só pôde chegar a uma conclusão: a única solução para TODOS os problemas do Brasil responde pelo nome de Jair Bolsonaro, e com toda certeza quem não está com ele está contra o Brasil.

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