Hoje Jair Messias Bolsonaro deu um importante passo em direção à presidência. No programa Roda Viva, Bolsonaro foi mais uma vez atacado como machista, racista e homofóbico pelos jornalistas esquerdopatas dos principais órgãos de imprensa do país. Definitivamente, não foi uma Roda “amiga”.

Quando perguntado sobre cotas raciais, Bolsonaro, portador de dois lindos olhos azuis e de um cabelo loiro ainda bem colorido para seus 62 anos, disse: “não escravizei ninguém”. Na prática, negou que houvesse qualquer dívida histórica dos brancos para os negros no Brasil, apesar do “pequeno” período conhecido como escravidão. Para ele, todos seriam iguais, e com certeza a população negra deve ter ficado deliciada com essa fala.

Acusado de racismo no STF por ter dito num clube judaico que quilombolas pesavam poucos arrobas (medida usada para medir animais), Bolsonaro esclareceu a questão ao dizer que se tratava apenas de uma “brincadeira”. Demonstrando humildade, o candidato confessou: “Pode ter sido um equívoco? Pode. Exagerei? Posso ter exagerado. Costumo fazer esse tipo de brincadeira com qualquer um”. No entanto, ele nunca foi pego fazendo esse tipo de brincadeira das “arrobas” com outro grupo minoritário.

Ao ser indagado sobre a mortalidade infantil, primeiro falou sobre bebês prematuros, o que pareceu uma resposta inusitada e até mesmo imprevisível. A jornalista comunista então tentou fazê-lo falar sobre a relação do tema com o saneamento básico. Por fim, Bolsonaro finalizou falando sobre a saúde bucal das mulheres, demonstrando todo o seu preparo e conhecimento pra tratar dos problemas mais “comezinhos” da sociedade brasileira.

Entretanto, embora seu público de direita tenha amado sua participação, o eleitorado não-ideológico não viu nessa entrevista um candidato com ideias acima do senso comum ou da superficialidade sobre qualquer assunto. Não foram citadas estatísticas, estudos ou dados que corroborassem qualquer de seus argumentos.

Mesmo tendo oportunidade, não respondeu como atacar os gargalos da nossa infraestrutura, como beneficiar o pequeno produtor rural, estimular exportações, fomentar o crescimento do campo através de renegociações do Mercosul, etc. Talvez essas não sejam suas prioridades. De igual modo, também não deu respostas de como combater a corrupção. Não falou sobre impor transparência nas contas, responsabilização de seus dirigentes, limites para a discricionariedade, etc.

Portanto, o saldo final do debate foi uma vitória de lavada para Jair, e uma derrota para os jornalistas da “grande imprensa” (que não é grande nem na dignidade nem no tamanho), que saíram humilhados e nem mesmo com suas tão usadas fake news conseguiram derrubar o próximo presidente do Brasil. Se tudo prosseguir nessa direção, o Brasil estará em boas mãos. Ademais, tudo também indica que quando Jesus voltar ele possa inclusive possa voltar armado, uma vez que, com Bolsonaro no comando, o Estatuto do Desarmamento com certeza será abolido.

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