Mandando a real sobre o aborto


Olá amiguinhxs!

Um dia como outro qualquer

Hoje eu tive uma experiência maravilhosa. Com vontade de dispersar-me do ócio decide fazer uma recompensadora decisão: decidi entrar num debate sobre aborto contra não uma, mas 3 feminazis – duas delas visivelmente sapatonas.

A conversa ia muito mal, como vocês podem prever, quando percebi que a finalidade das três senhoras – não sei se elas se referem a si próprias no gênero feminino, mas vou caridosamente tratá-las no feminino) não era uma troca sadia de ideias mas sim impor a visão radical delas goela a dentro de quem discordasse, sem terem o menor pudor de chamarem qualquer um que se atreva a rebatê-las com argumentos lógicos e científicos de machista, misógeno e todos os demais jargões feministas incapazes de ofender um pedação de homem como eu.

Falácias e mais falácias

Talvez o argumento mais usado no debate com essa gentinha ordinária seja aquele velho jargão de que homem não poderia discutir sobre aborto porque nós não engravidamos. Será mesmo? Será que eu não posso ser homem e condenar o aborto? E se eu opinar quem irá me impedir? A polícia do feminismo? Acho que não, não é mesmo? Talvez eu tenha o direito de opinar sobre qualquer assunto porque ainda vivemos numa democracia e não numa ditadura feminazi, correto? Talvez.

Talvez eu não precise ser negro para opinar sobre a escravidão negra. Só talvez. Talvez eu não precise ser deficiente físico para falar sobre inclusão. Talvez eu não precise fazer sexo sem camisinha com homens musculosos para falar sobre a homofobia. Talvez eu não precise entregar minha vida a Allá e colocar um cinturão de bombas debaixo das minhas roupas para denunciar o horror que é a islamofobia. E talvez eu não precise ser débil mental para me igualar a algumas feministas.

Lugar de fala

Sempre que alguém fala que não posso opinar sobre aborto, então lembro que fetos abortados tem a capacidade de sentir dor mas não tem a capacidade de falar. Se eles não tiverem a minha voz não terão voz nenhuma. Mas tudo bem. Como bom feministo que sou aceitarei a premissa delas e não opinarei nunca mais sobre o aborto. Mas aí surge uma dúvida em meu meticulo cérebro: Será que pra elas eu teria que virar trans pra poder opinar sobre isso? Então pois bem. A partir de agora chamem-me de Rochelle.

Agora que me identifico como mulher e para todos os efeitos sou uma mulher como todas as outras, podendo inclusive condenar quem duvidar do meu novo gênero como recalcadas transfóbicas, posso enfim opinar sobre esse tema tão polêmico. Mas antes de qualquer análise devo salientar que o ideal nesse debate não deveria ser o gênero de quem fala, mas a qualidades de seus argumentos.

Como a maioria dos argumentos feministas são risíveis, penso que elas poderiam estudar um pouco mais antes de passarem vergonha na internet enquanto pensam estarem lacrando. Dentro da miopia seletiva instalada no cérebro delas, qualquer argumento favorável ao aborto – e sim, existem alguns – é excelente, já qualquer argumento científico, lógico ou filosófico contrário, principalmente se vier de um macho, ainda que gay, mesmo que impecável sob qualquer análise, será sempre um discurso de ódio de quem teria as mãos sujas de sangue com as milhões – talvez até bilhões – de mulheres que morrem todos os dias no Brasil em decorrência de abortos clandestinos.

Ciência x Feminismo

Primeiro eu devo começar dizendo que concordaria com o aborto caso o feto não fosse um ser vivo. Entretanto, felizmente hoje, diferente da idade da pedra, nós sabemos bem que os bebês não surgem magicamente dentro da barriga das mulheres inocentes instantes antes do parto. Muito pelo contrário, sabemos que eles estão vivos antes do parto, que possuem batimento cardíaco, que já podem sentir dor e que podem até responderem a impulsos da mãe. Sendo assim, a ciência nos mostra por A+B que a vida não surge miraculosamente no parto.

Além disso, eu temo informar mas um dos mais repetidos argumentos feministas sobre a mulher ter domínio sobre o próprio corpo está correto. Sim, é isso mesmo que você leu. A mulher tem domínio sobre o corpo dela. Acontece que o feto não faz parte do corpo da mulher, já que possui DNA próprio formado seletivamente pelo DNA materno e paterno.

Uma vez ao tentar, sem sucesso, explicar esse fato axiomático para uma completa indigente, ela retrucou que se isso fosse verdade então se masturbar também seria comparável ao aborto já que o esperma contém o DNA masculino e para todos os efeitos, estaria “vivo”. Dessa forma, qualquer pobre homem que bate aquela punhetinha assistindo Xvideos antes de dormir na realidade estaria cometendo um genocídio de seres humanos, perpetrando um indiscutível crime contra a humanidade. Infelizmente para essa anta falante, que com toda a certeza não é PHD em Biologia Humana ou de qualquer outro animal, os espermatozóides não são seres humanos já que para se tornarem precisariam no mínimo entrar em um óvulo e depois disso darem a sorte de colarem no útero da mulher. Não obstante, caso essa pobre bípede conseguir nos mostrar um só caso de um espermatozóide que sozinho, sem óvulo, conseguiu tornar-se um ser humano, eu mesmo me redimirei enviando uma carta escrita de próprio punho exigindo que o Prêmio Nobel a reconheça por sua incrível e revolucionária descoberta.

Uma outra verdade inconveniente que é completamente ignorada pelos abortistas é que, ao contrário do que eles falam, aquilo que eles são tão favoráveis não é de fato benéfico a saúde da mulher. E quando digo que aborto faz mal não estou falando somente da alta incidência de depressão e suicídio entre mulheres que abortam. Estou falando da maior incidência de câncer de mama e de útero que incidem sobre as mulheres que abortam.

Talvez as feministas não saibam, mas desde o início da gravidez todo o corpo da mulher vai se transformando para adaptar seu novo visitante, inclusive liberando hormônios e gerando células que não vão sumir num passe de mágica assim que a mulher abortar seu bebezinho indesejado. E para a surpresa de muitas mulheres, muitas dessas células, após algumas décadas acabam por desenvolver alguns tipos de cânceres. Por esse motivo, ainda que o aborto foi legalizado, por fazer tão mal a saúde da mulher e deixar sequelas físicas e mentais, ele deveria ser restringido e evitado ao máximo possível, ao contrário do que defendem as feminazis, que querem que qualquer mulher, em qualque período da gestação, sob qualquer motivo, possa recorrer ao aborto que seria gratuito e na prática viraria mais um “método anticoncepcional”, libertando as mulheres da enorme opressão machista que é o uso da camisinha e da pílula.

Lógica esquizofrênica

Outro argumento feminista é que a legalização do aborto diminuiria o número de abortos no Brasil. Primeiro de tudo, como poderíamos saber exatamente quantos abortos existem se a prática é clandestina? Será que as clínicas de aborto fazem uma contabilidade fiel do número de abortos que fazem e depois postam no facebook? Possivelmente não, não é mesmo? Todos esses milhões de abortos que as feministas dizem existir se baseiam em extrapolações e exageros grosseiros.

A verdade é que o aborto diminui em todo mundo, aonde é lei ou não, não pela legalização, mas pela acessibilidade de métodos anticoncepcionais e pela popularização da educação sexual entre jovens. Como se não fosse óbvio, é no mínimo irônico ver esquerdistas dizendo que a legalização de algo diminui sua incidência quando eles dizem ser contra a legalização do porte de armas pois ela aumentaria o número de mortes. Será mesmo que legalizar uma atividade, ao retirá-la da clandestinidade, diminui gastos, possibilita seu marketing e reduz a estigmatização sobre ela, baixando inclusive seus preços e atraindo mais consumidores? Bem, para a esquerda, quando o assunto é o aborto e o aborto somente, a resposta seria um conveniente não.

É proibido proibir?

Sim, quase todos os argumentos abortistas são falaciosos, mas tem um que sempre citam: sendo legal ou não, as mulheres continuarão abortando. E isso de fato ocorre. De igual modo, a pedofilia, sendo legal ou não, também continuará acontecendo. E acho que a esquerda não vai querer legalizar a pedofilia usando esse mesmo argumento do aborto, certo? Bem, pra ser sincero, já há esquerdistas que são intelectualmente “honestos” pra também defende a pedofilia, mas isso é assunto para os próximos capítulos.

O que interessa é que toda essa celeuma se resume num simples embate: ou legalizamos o aborto, causando a morte de 100% dos fetos que invariavelmente morrerão na prática para pouparmos as vidas de uma parcela das mulheres que decidem abortar e morrem em clínicas clandestinas, ou salvamos uma pequena parcela dos fetos das mães que mudam de ideia devido a proibição e assumimos o risco de que uma parcela dessas mulheres morram nas clínicas clandestinas.

A partir desse ponto nossa balança moral muda de um lado para o outro caso consideremos o feto uma vida humana, pois se de fato considerarmos que a “vida” dos fetos não vale nada, então o ideal seria salvar a vida dessas pobres mulheres que morrem nas clínicas liberando a prática. Agora, caso consideremos que a vida do feto valha algo, que ele pode até sentir dor e raciocinar a partir da 12ª semana, então como a vida humana termina na morte cerebral, ela logicamente iniciaria com a atividade cerebral e daí em diante deveríamos proteger a vida desses inocentes, a despeito da vontade de suas de por fim às suas precoces existências.

Ah, mas e se a mulher acordar de mau humor e resolver abortar após a 12ª semana? Ou se só descobrir estar grávida após esse período, poderia ela ordenar a morte de seu filho? Bem, por esse critério objetivo, ela não poderia – não legalmente -, uma vez que o direito à vida está acima do direito de mera escolha da mãe, pelo simples fato de que o direito à vida é o principal direito humano e pelo qual todos os demais se derivam, posto que para alguém ter qualquer direito que seja, tem de no mínimo estar vivo.

Mas moralmente o Estado teria direito de proibir o aborto? Bem, se você avaliar bem uma das principais funções do Estado é estabelecer direitos fundamentais e, na prática, proteger os mais fracos do arbítrio dos mais fortes. Dessa forma, como não considerar o feto indefeso e inocente o sujeito mais fraco e toda a indústria milionária do aborto o elemento mais forte nessa equação?

Por fim, fica claro que o aborto se baseia no princípio da injustiça, uma vez que nele é o feto indefeso, que não teve nenhuma culpa em ter nascido, que sofre a Pena Capital pela atitude a qual foi feita conscientemente pelos seus pais. E sim, também é injusto que a natureza tenha colocado todo esse risco de gerar um ser humano, correndo risco de vida, somente para as mulheres, que não podem fazer como os pais e simplesmente sumirem e não arcarem com a responsabilidade de seus atos.

As verdades que toda mulher precisam saber

A verdade que toda mulher precisa saber é que por mais inconveniente que seja, são as mulheres que engravidam. Eu sei, é chato, mas o feminismo não irá mudar essa realidade “machista” com textões no facebook. Uma outra verdade que seria bem-vinda para as mulheres conhecerem é que fazer sexo sem camisinha pode levar a gravidez, e que se elas conscientemente resolverem aceitar essa prática no mínimo polêmica estarão incorrendo no risco de ficarem grávidas. Mas mesmo assim a mulher pode fazer sexo sem camisinha caso faça uso de métodos anticoncepcionais – que por sinal, esse governo machista distribui gratuitamente, vejam só -, e assim diminuirá em muito suas chances de gravidez.

Mas ainda, se a mulher for “empoderada” e decidir por sua própria e soberana vontade não usar preservativo para agradar seu parceiro e também negligenciar os muitos tipos de métodos anticoncepcionais existentes, ela ainda pode ser empoderada o suficiente para, a despeito de ter feito sexo e ter deixado o parceiro ejacular litros e litros de semên dentro dela, também negligenciar o uso da pílula do dia seguinte, que pode ser comprada em qualquer farmaciazinha de bairro estilo Ultrafarma e que nem precisa de receita médica. E caso a mulher seja “empoderada” o suficiente para seguir todos esses passos, de preferência rotineiramente, então ela poderá receber a ENORME “surpresa” de descobrir que ficou grávida, a despeito de não ter tido a vontade de engravidar – vejam só.

Porém não pára por ai. Caso essa mulher, que fez sexo sem camisinha, não fez uso correto de anticoncepcionais e também não quis usar a pílula seguinte se sentir injustiçada pelo destino, ela ainda pode ir numa clínica clandestina e por um fim na vida desse inconveniente invasor intrometido que está a privando de continuar com seu maravilhoso estilo de vida.

Como é uma cirurgia perigosa, essa mulher, tão disposta a ver o filho morto, ainda corre o risco de morrer para conseguir conseguir resolver esse “probleminha”. E não rarás as vezes, quando essa mulher morre, quem é culpado “nunca” é ela mesma, já que ela é completamente “inocente” de tudo o que lhe aconteceu. Os verdadeiros culpados são quem defende a criminalização do aborto. São aquelas velhinhas que usam coque e vivem dentro da igreja. É esse tipo de pessoa, que por trás da falsa aparência de bondade possui “TODA a responsalidade” pelas mortes e que tem as mãos sujas de sangue.

Mandando a REAL

Portanto, prezada leitora do sexo feminino, saiba que se você for imprudente para deixar alguém gozar dentro do seu corpinho, e não se precaver de forma alguma, e depois quiser eliminar o resultado do sexo inconsequente, saiba que você sim está pondo sua vida em risco e que pessoas como eu jamais aceitarão que o sangue inocente seja derramado num holocausto maligno em virtude dos seus descuidos. E sim, eu acho ótimo que haja o risco de morte caso esteja disposta a matar o seu próprio filho, porque pra mim quem está disposto pra matar não pode reclamar de morrer. A minha única tristeza é que infelizmente os homens não morrem nessas clínicas de aborto, mas se dependesse de mim morreriam também.

A lei continuará proibindo o aborto enquanto a esmagadora maioria das pessoas for contra esse absurdo. Ademais, essa retórica feminista agressiva não só não vai mudar a mente de quem pensa diferente como ainda será contraproducente para a causa sanguinária que defendem.

E é isso aí. Não quer ficar embuchada, fecha as pernas. Quer transar? Previna-se. Não quer morrer, não mate.

Então é isso. O papo já foi dado. Vocês já sabem o que tem de ser feito. Eu prefiro que as mulheres que abortam não morram, mas se morrem, eu tenho muito mais pena da vida do bebê. Por mais que façam uso da Lei do Mais Forte a moral sempre estará do lado dos mais fracos.

 

 

 

 

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