10 motivos para largar a pornografia


Olá amiguinhos!

Antes de começar esse texto, é importante frisar que a maioria das pessoas que abordam esse tema o fazem de um jeito tremendamente moralista e puritano. Algumas são hipócritas, criticando o hábito enquanto o fazem nas suas vidas privadas; outras até não fazem tal ato mas querem impor a outras o mesmo esforço que fazem para validarem-se moralmente. A realidade é que o ser humano tem hormônios e impulsos sexuais são completamente naturais. Em decorrência disso a prática da masturbação, por mais demonizadas que foi durante toda a história, é uma atividade que homens e mulheres podem fazer para explorar seus corpos e aliviar suas tensões.

Todos sabemos que reprimir toda a sexualidade de alguém pode ter efeitos psicológicos graves e por isso a masturbação é uma alternativa para dar vazão a essas pulsões. Então quero dizer que a masturbação em si não é um problema. O que é tema desse texto é se o hábito de consumir pornografia deve ou não ser reavaliado.

1- Declive escorregadio

Hoje sabemos que as áreas que são ativadas no cérebro no momento em que o usuário consome pornografia são as mesmas que são ativadas quando um viciado se depara com a droga. Isso explica porque algumas pessoas tem tanta facilidade em se viciar num tipo de prazer que independe de externalidades. O consumidor de pornografia pode acabar usando a pornografia para encontrar um prazer que complemente os demais problemas que está tendo em sua vida. A partir desse ponto, a pornografia não é mais uma necessidade fisiológica mas psicológica.

2- Disfunção Erétil

Uma pesquisa de vigilância em saúde de 2014, feita com as forças armadas dos EUA, descobriu que as taxas de disfunção erétil mais que dobraram durante a década precedente, de cerca de 6 por 1000 pessoas-ano para cerca de 13 por 1000 pessoas-ano, relatou o Dr. Christman. Esse aumento ocorreu primariamente pelo crescimento da incidência da disfunção erétil psicogênica, mais do que orgânica, e coincidiu com o crescimento da pornografia na internet.

3- Ejaculação Precoce

A masturbação excessiva é uma das principais causas da ejaculação precoce. Como o cérebro recebe dopamina ao ejacular, com o passar do tempo a pessoa, sozinha, sem a necessidade de esperar, acaba se acostumando a ejacular cada vez mais rápido. Outro fator é que muitas vezes a ejaculação precoce está associada a ansiedade, e na possibilidade de ser interrompido a qualquer momento.

4- Consumo de material fetichista e perturbador

Acontece em muitos casos que o consumidor de pornografia tem seu cérebro educado a obter o maior tipo de prazer, da forma mais rápida e intensa possível. Daí o consumo de material erótico passa a não ter mais utilidade, depois é a pornografia comum que não o estimula mais e assim a pessoa adentra cada vez mais numa espiral negativa em procura de materiais cada vez mais pesados e muitas vezes a pessoa acaba terminando na procura por parafilias.

5- Fobia social

Muitas vezes o consumo regular de pornografia faz com o cérebro libere altas taxas de dopamina, então nosso cérebro entende que já estamos satisfeitos ao ficarmos sozinhos (nosso cérebro trabalha com associações: Cama -> dormir; Cozinha -> comer; Ficar sozinho -> Prazer…). Então acabamos não tendo vontade de socializar ou de querer conhecer mulheres na vida real, o que nos faz ficarmos “sem prática”… causando assim a ansiedade social.

6- Mudança de padrões

Um fenômeno muito comum em pessoas que fazem uso de pornografia diariamente, é que acabam adquirindo problemas como déficit de atenção, devido ao tempo em que ficam literalmente hipnotizados em frente ao computador. Outro fenômeno é que o cérebro pode ser educado a só ser estimulado com mulheres totalmente fora dos padrões, como o seguinte relato evidencia:

“Eu não conseguia ter ereções com mulheres de verdade porque eu tinha assistido tanta pornografia. Não era mais excitante estar com uma mulher de verdade. Me sentia mal, não sabia o que havia de errado comigo. Sexualmente, não conseguia sentir nada por ninguém. Não tinha libido, minha libido parecia falsa. Eu tinha libido por pornografia, mas não por seres humanos reais.”

7- Dessensibilização

A visualização contínua de pornografia promove a degradação das mulheres. Nas produções, o sexo é fantasioso e lúdico, aonde muitas vezes a mulher se submete a todas as vontades de fetiches do homem, e ainda por cima fingem gostar das humilhações a que estão se submetendo pois assim conseguirão mais trabalhos na indústria. Pornografia promove a falsa ideia de que as mulheres são objetos para o alcance do prazer carnal.

8- Danos cerebrais

Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral.

9- Indústria desumana

Apesar das pessoas envolvidas em produções pornográficas participarem de forma voluntária e remunerada, muitas mulheres acabam se submetendo a circunstâncias humilhantes e degradantes com impacto de afetarem suas mentes para sempre. Não só as pessoas se arriscam a ser infectadas por toda uma série de doenças venéreas, já que muitas atrizes e atores também trabalham com prostituição e mesmo fazendo os exames, nem sempre a janela imunológica deles impede que haja disseminação de doenças. Uma grande evidência do impacto nocivo dessa indústria na vida das atrizes foram os 4 suicídios sucessivos de atrizes pornográficas que ocorreram esse ano. Isto mostra não só como esse é um comportamento ao qual nenhum humano foi feito pra considerar normal mas também como todas as pessoas que financiam essa indústria estão colaborando para a perpetuação desse quadro que faz com que pessoas fiquem deprimidas e outras até tenham que cair no mundo das drogas.

Um outro problema é o que acontece com os atores, que são obrigados a usarem drogas ou até injeções para manter ereções intermináveis em frente as câmeras. Geralmente essas drogas atuam aumentando a pressão sanguínea e diminuindo a dilatação das artérias. O uso repetitivo dessas drogas pode produzir toda uma série de problemas cardíacos no futuro.

Dada essas condições, do ponto de vista ético, consumir pornografia se equipara a consumir roupas feitas com trabalho escravo ou comprar mercadoria extraviada. A pessoa consome o produto não se importando de onde e como foi feito, mas só lhe interessando o benefício que terá com ele, a despeito da consequências reais que sua compra está exercendo na sua realidade.

10- O erotismo pode ser uma opção melhor

Consumir conteúdo erótico pode ser uma alternativa não só mais ética mas também menos perigosa que o consumo de pornografia. Nas obras eróticas, não existe penetração entre os atores, ninguém ali está correndo risco algum, sendo que a única coisa explorada são os corpos das pessoas. Nessas obras quase sempre as produções emulam situações com maior romantismo e aonde não há a depreciação ou convite a perversão que há na pornografia. O próprio ritmo lento desestimula a pessoa a tentar atingir o ápice rapidamente e as cenas são bem mais educativas para serem postas em prática na vida real.

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