Olá amiguinhos!

Ontem fui surpreendido com a estreia do youtube de um clipe de uma cantora chamada Clarice Falcão. Minha primeira resposta mental ao receber a nova foi procurar saber quem viria a ser a tal Clarice e depois descobrir que, além de protagonizar um grupo que faz piada sem graça no youtube, ela também se aventurava numa ousada carreira musical. Pois bem. O clipe da pseudo-cantora e da proto-atriz não era nada mais nada menos que um filmete pornográfico repleto de muitas rolas, bocetas e, claro, como não poderia faltar no clipe de alguém do Porta dos Fundos, muitos, muitos cus. E por falar em cu, Clarice Falcão, assim como seu ex-parceiro Gregorio Duduvier sempre ostentaram aquela velha, mas nunca abandonada prática de defecar pela boca, principalmente quando o assunto é política.

Creio que Clarice, ou melhor, quem cuida da imagem dela, tenha imaginado que colocar rolas e cus num clipe postado no youtube iria gerar polêmica e chamar a atenção. E quando, porventura, o clipe pornográfico fosse justamente derrubado do site, os descelerados iriam reclamar que se trataria de uma censura conservadora contra uma obra “transgressora”.

Fica claro o maucaratismo evidente da pessoa que idealizou a pocilga mau cheirosa que foi a produção fétida desse clipe tomado de podridão e de extremo mau gosto. Não, não é que eu seja um imaculado puritano. Eu sim acredito que haja contextos em que a nudez, se colocada com significado, num contexto cheio de simbolismo, traduz-se em arte. Já o que foi feito ali, totalmente fora de contexto, sem simbolismo, e com a simples e única intenção de chocar, não passa de um clipezinho pornô caseiro com um orçamento robusto. E digo mais, sabendo que Clarice, como toda a artista esquerdista, é tão amante da Lei Rouanet, não me surpreenderia em nada se viesse a saber que toda essa putaria não foi custeada com dinheiro público.

A música do clipe, apagada pelas imagens imorais nele contidas, não passa de mais uma junção de rimas pobres com versos confusos e desconexos, que só podem ser advindos de uma mente notoriamente perturbada. Resumindo, a música é ruim pra caralho. E falando nisso, caralho é que não falta no clipe. Talvez toda essa celeuma da Clarice tenha sido motivada inclusive por sua falta. A falta do caralho na vida real – ou o excesso dele, sei lá – pode ter ativado algum tipo de gatilho mental que gerou nela o comichão de protagonizar uma nojeira dessas. É só um palpite, é claro.

Só pra dizer que não falei bem de alguma coisa, ela até que é bem afinadinha, e fisicamente, ela até é bonitinha, mas nada que valha uma punheta.

Portanto, por mais bem-sucedido que o clipe tenha sido por chamar a atenção, creio que, na prática, ele enterra a carreira musical dessa cantora, que provavelmente, pra não morrer de fome, terá que recorrer a muitos editais da lei Rouanet, ou, quem sabe, voltar a fazer umas pontinhas no Porta dos Fundos. Ela, inclusive, como pudemos ver, parece já estar bem a vontade fazendo papel de palhaço.

 

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