5 motivos para ser a favor do Escola sem Partido

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Olá amigos!

Hoje vamos falar um pouco sobre o corajoso e audacioso projeto de lei nº 193/2016, que trata do programa “Escola sem Partido”.A Lei é curtíssima, clara e facílimo entendimento, então deixo aqui o link do site para que vocês possam fazer suas próprias conclusões.

É claro que a esquerda está deturpando o Projeto, atribuindo a ele exatamente aquilo que o projeto quer combater. É evidente, como eles querem manter a hegemonia no meio acadêmico e sabem que não tem condições de vencer o debate de ideias, convém a eles extirpar toda e qualquer ideia discordante.

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1-Liberdade de Consciência

A doutrinação política e ideológica em plena sala de aula é um claro e explícito atentado a liberdade de consciência do estudante. Além disso, não existe propriamente liberdade de expressão para um professor dentro da sala de aula, afinal isso permitiria que um professor de matemática ensinasse história aos seus alunos, por exemplo. O papel do professor é ensinar a matéria e não fazer a cabeça dos alunos.

 

2- Neutralidade

O que acontece hoje é que muitos professores fazem uso do poder que tem nas salas para propagar suas ideologias políticas e (ir)religiosas, afrontando assim o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado.

3- Regime democrático

Não aprovar essa lei é uma ameaça o próprio regime democrático, na medida em que o que ocorre hoje é uma notória instrumentalização o sistema de ensino com o objetivo de desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.

4- Vulnerabilidade

Muito alunos são vulneráveis a discursos ideológicos de seus professores uma vez que são audiência cativa de seus professores. Outros até podem discordar da ideologia do professor mas acabaram acatando com medo de sofrerem retaliações do agente de autoridade do ambiente. Fora isso, na maioria das vezes, os alunos não possuem base para poderem digerir e criticar aquilo que escutam e acabam tratando uma versão enviesado do mundo como verdade absoluta.

5- Pluralismo

O ensino deve ser plural, no sentido de que os professores devem guardar suas posições pessoais para si e trazer diferentes teorias com equilíbrio. Isso é especialmente importante em relação a questões de cunho político, religioso e moral, que costumam gerar polarização de pensamento.

Ao cercear um dos lados do debate e apenas permitir o debate entre participantes do mesmo lado do espectro político, as discussões, além de pobres, tornam-se não só injustas como infrutíferas.

1 comentário Adicione o seu

  1. Verdade Seja Dita disse:

    Muito bom… Quem nunca viu essas coisas na escola nos últimos 20 anos? O aluno que religioso e levou zero por descordar do professor ateu ou professor religioso que deu zero para o aluno ateu ou o aluno que não concorda com os heróis do professor. Professores devem passar o conteúdos de suas matérias. Se é pra fazer o aluno pensar incentive pensar por conta própria! Não de forma coletiva!

    Curtir

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