Por respeito a memória da Igreja Católica eu evitei ao máximo fazer qualquer tipo de crítica ao sumo sacerdote da Igreja de Roma, no entanto, em face dos novos fatos, fica impossível não defecar pelos dedos do meu teclado acerca das últimas declarações do Papinha Francisco, que, aliás, como bom argentino, não deixa de ser um FDP em potencial.

Depois que ele fez suas declarações acerca dos homossexuais, em que não mudou nada do que a Igreja sempre disse, mas mudou o tom pra parecer mais moderninho, já poderíamos esperar que viria um tsunami de fezes a caminho. E assim foi. Condenou o capitalismo “selvagem” e também alertou sobre o temido e famigerado “aquecimento global”. Até aí, tudo bem.

Mais eis que a máscara do “santo” padre caiu quando ele se pronunciou acerca do “golpe” que teria acontecido no Brasil – não, não é o de 1964, ele fala de um que teria havido em 2016, sem que nós tenhamos percebido. Segundo o papinha, ele teme os “golpes brancos” que estariam ocorrendo na América Latina, fazendo uma clássica alusão a retirada da presidanta Dilma no Brasil e do ditador carniceiro Nicolás Maduro na Venezuela.

Chega.

Esse Papa é um falso papa. Não passa de um chorume a serviço do politicamente correto e que só enxerga as injustiças com um olho só: É o olho esquerdo mesmo.

Eu avisei que escolher um papa da Argentina não ia dar certo.

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