O Atirador de Realengo foi o primeiro caso de terrorismo no Brasil?


Olá amigos.

Outro dia eu parei pra pensar que provavelmente estamos nas vésperas de um eminente ataque terrorista no Brasil, já que se aproximam os jogos Olímpicos e ,com eles, os olhos do mundo se voltarão a Cidade Maravilhosa. É obvio, torcemos que nada aconteça, mas se acontecer, a mídia vai falar que foi a primeira vez que aconteceu, e esses dias eu lembrei do atirador de Realengo.

Resumindo, Wellington Menezes sempre foi um garoto perturbado e antissocial, filho adotivo de Testemunhas de Jeová, cresceu meio as bizarrices religiosas e ao bullying que sofria das meninas, com quem nunca teve nenhum contato sexual. Talvez por frustração ou por algum sentimento homossexual reprimido, ele foi desenvolvendo um ódio em seu coração. Como muitos terroristas, não possuía vínculos fortes com a sociedade, tampouco educação formal ou emprego, podendo dedicar-se integralmente a elaboração do seu plano macabro de entrar numa escola e matar todas as meninas.

Na mente perturbada de Wellinton, que tinha fixação por grupos terroristas mas nunca obteve êxito em se filiar a um deles, falar sobre suas intenções era algo natural. Segundo parentes, várias vezes ele teria falado de sua vontade de jogar um avião no Cristo Redentor. Sem ajuda ou financiamento de um grupo terrorista, Wellington agiu como logo solitário e, apesar da nossa legislação restritiva ao uso de armas aos cidadãos de bem, não obteve problemas para comprar seus “equipamentos”.

Entrou na escola alegando que faria um palestra, rendeu alunos e matou as meninas. Por sorte, um policial passava pelo local e o parou antes que ele matasse todos os alunos do colégio.

Pra ser franco, Wellington nunca chegou a praticar o Islã, mas adotava alguns traços islâmicos, talvez, por algum motivo, por associar a religião ao terrorismo, como foi o caso de alguns trajes, gírias e a típica barba grande dos jihadistas. Nos seus vídeos ele se refere aos seus interlocutores como irmãos e chama os outros de infiéis. Em pelo menos um vídeo, ele critica os judeus. Sua motivação era claramente advinda de alguma doença mental, e o contato com a religiosidade apenas lhe fez justificar na sua cabeça a tragédia que viria a perpetrar.

Assim como Wellington há milhões de pessoas no Brasil que são portadoras de doenças mentais. Outro fator preocupante é o altíssimo índice de desemprego entre os jovens no Brasil, o que corrobora para que muitas pessoas sejam seduzidas por ideologias jihadistas. Hoje em dia seria muito mais fácil para os jihadistas se organizarem e aprenderem a fazer bombas caseiras. devido aos novos adventos da internet. Além disso, vivem no Brasil cerca de um milhão de islâmicos, sendo que basta que um entre eles se radicalize para que vejamos mais um ato de terror no nosso país.

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