A Religião da Paz ataca novamente, agora em Munique


Olá infiéis!

Hoje um alemão de origem iranina, de 18 anos, abriu fogo num Shopping de Munique deixando um rastro de morte e destruição que resultou na morte de um grande número de pessoas. Não se sabe o motivo do atentado, mas, durante o ataque, o atirador, por algum motivo, bradava “Allahu Akbar”.

Dois pontos interessantes:

1- O atirador é xiita. O ISIS é sunita. Logo, o atentado seria motivado pela própria marginalização que os muçulmanos sofrem nas periferias das grandes metrópoles europeias. Sem assimilação e sem ocupação formal, tornam-se alvos fáceis para os extremistas, já que estão inseridos numa sociedade tão permissiva.

2- A imprensa, em peso, inclusive as rádios conservadoras americanas, alegaram que o atirador era um supremacista branco. É sempre assim. Eles sempre tentam mentir e limpar a barra da “religião da paz”. Mais tarde, quando há fartura de provas, não tem como não falar que novamente não se deve culpar o Islã pela morte dos inocentes mortos em nome de Allah.

Angela Merkel, filha de um pastor e primeira ministra da Alemanha, filiada a Democracia Cristã, tinha tudo para entrar pra história como uma nova “Dama de Ferro”. No entanto, falta-lhe aquilo que a inglesa tinha de sobra: espinha. Ao permitir a entrada de mais de 1 milhão de estupradores refugiados islâmicos, a “estadista” disseminou no seu país o ovo da serpente. Esses milhões de islâmicos, além de nunca se assimilarem a cultura germânica, ainda serão marginalizados e acabaram servindo de mão-de-obra barata para jihadistas.

O pior é que nem dá pra culpar a esquerda, já que no espectro político alemão, Merkel seria de direita. Tal situação acaba abrindo brecha para uma extrema-direita nativista simbolizada pela lindíssima Frauke Petry, a magrinha de cabelo curto acima, que lidera um partido anti-imigrante, cheio de proto-nazistas e de imbecis do mesmo naipe de Trump e Marine Le Pen.

É óbvio, a Alemanha não tem uma boa fama quando o assunto é a extrema-direita, Hitler que o diga. Não tardará muito para que os verdadeiros neonazistas alemães resolvam atacar alguma mesquita. Quem sabe quando isso ocorrer a mídia noticie de forma fidedigna e a Merkel condene o ato de forma veemente.

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