A “religião da paz” ataca novamente, deixando mais de 84 mortos em Nice


Olá sobreviventes!

O mundo está mudando, e pra pior. Hoje um caminhão atingiu uma multidão durante as comemorações do feriado nacional de 14 de julho na cidade de Nice, sul da França, deixando ao menos 75 mortos.  Havia armas, granadas e explosivos no interior do caminhão. Mais um ato em nome da “religião da paz”.

O que acontece hoje no mundo é um cenário de caos generalizado. Na Europa, a Rússia reaparece com desejos expansionistas. A União Europeia começa a dar sinais de que pode se esfacelar conforme emerge sentimentos nacionalistas provocados pela invasão de refugiados islâmicos. Na Ásia, tensões aumentam entre Japão e China, que vive o risco eminente do estouro de uma bolha imobiliária.

Na América Latina, o fracasso do modelo de socialismo “3ª via” do Foro de São Paulo coloca países como Argentina, Brasil e Venezuela de cara com a caristia, o que gera distúrbios sociais e políticos.

Nos EUA, após 8 anos de um presidente fraco, o país se encontra mais dividido do que nunca, se de um lado sempre houve uma massa de zumbis irracionais de esquerda, agora, com Donald Trump, também há irracionalidade na direita. Após a morte violenta e possivelmente injusta de um jovem negro por um policial, um negro muçulmano provocou um tiroteio que resultou na morte de 5 policiais brancos. O país nunca esteve tão próximo de uma guerra com contornos civis e raciais, como aconteceu em 1968. O terrorismo racial agora pode se tornar algo real para os EUA, o que acontece justamente no mandato do primeiro presidente negro.

É nesse contexto que a direita deixa de ser conservadora para se tornar nacionalista. Ora, se o conservadorismo é a negação de todas as utopias e ideologias, o nacionalismo se baseia na ideia imbecil de que seu país é melhor que os outros. Ideia essa apenas compreensível se seu país for de fato melhor que os outros, como é o caso dos EUA.

Assim como Trump abraça a esquerda ao defender o protecionismo aos bens importados, na França, Marine Le Pen, desponta como favorita da direita a eleição de 2017. Sua agenda se baseia em diminuir o fluxo de imigrantes, sair da União Europeia e atacar o livre mercado. É bem verdade que Marine moderou muito seu discurso. Prova disso é que, se comparada com seu pai, Jean Marie Le Pen, candidato derrotado em todas as eleições francesas de 1987 até os anos 2000. veremos que Jean nunca escondeu seu racismo e principalmente seu antissemitismo, coisa que Marine nunca fez.

Confesso ter “mixed feelings” sobre Le Pen. Apesar de vê-la como uma mera testa de ferro de Putin para desestabilizar a União Europeia, é evidente que ela é a única candidata que reconhece no Islã a fonte dos problemas que a França hoje vive. Conforme o tempo passe, a população islâmica só tende a crescer, e parte deles, fatalmente tentará impor a Sharia, a Lei Islâmica, aos infiéis. Aliás, outra semelhança com Trump, que também é apoiado por Putin pela sua intenção de desmontar as bases americanas que existem ao redor do mundo, gerando um vácuo que seria ocupado por outras potências.

A França sempre foi um país moderninho e esquerdista, que como nenhum outro, comprou a ideia de multiculturalismo, a ideia de que todas as culturas seriam igualmente boas, e com isso, chamou milhões de muçulmanos incapazes de se assimilar a cultura francesa para que eles a engolissem. A realidade é uma só. A cada ataque, a cada bomba, a cada morte, a cada gota de sangue francês que for derramado em nome de Alá, mais as pessoas verão em Le Pen a única opção que parece enxergar a realidade que todos os outros preferem omitir.

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