Conheça o movimento “Morrer sem trabalhar”: jovens que querem curtir a vida sem fazer nada de bom pra ninguém


Olá mulecadinha ociosa!

Hoje nós vamos entrar de cabeça no mundo dos vagabundos. O que comem? Onde andam? O que fazem?

Já sabemos que não fazem porr# nenhuma.

Agora falando um pouquinho sério, o número de jovens da geração NEM NEM (nem estudam, nem trabalham) cresce exponencialmente, criando assim uma nova classe de desocupados dentro da nossa sociedade. Classe essa que não pode ser ignorada ou desprezada, já que representa uma grande parcela da nossa amada juventude.

Até alguns anos atrás, era normal vermos nas casas daquelas tias uns marmanjos que ficavam o dia inteiro em casa e que estavam anos sem conseguir trabalho. Geralmente o jovem saia do colégio e como não encontrava um emprego “digno”, preferia não fazer nada o tempo todo. Ora jogando videogame, ora assistindo tv, ora se masturbando. Basicamente, esse era o perfil do desocupado do passado, mas agora o vagabundo dos nossos dias não é fruto apenas do desemprego estrutural mas também adota tal opção por uma “filosofia de vida”.

Desde o filósofo grego Epícuro, o homem tenta encontrar desculpas convincentes para se esquivar de suas obrigações e, de quebra, posar de moderninho. Nos anos 60, foi a vez do movimento hippie ousar desafiar o “sistema” e agora é a vez da geração Nem Nem ficar encostada nas costas dos pais comendo o dia inteiro e esvaziando os bolsos dos seus familiares otários trabalhadores.

Pra todos os efeitos, a geração Nem Nem muda um paradigma. Se antes os jovens saiam de casa após a adolescência, aos 20 anos; hoje, para todos os efeitos, a adolescência está durando até os 30 anos. E ainda há alguns adolescentes veteranos na casa do 40 e até mesmo 50 anos, como é o caso de Rogério, irmão do Antonio, o dono do meu apartamento.

Rogério nunca gostou de trabalhar tampouco estudar. Filho de empresários, sempre apreciou gastar dinheiro com mulheres, bebidas e viagens. De família rica, teve a oportunidade de praticamente se aposentar no mundo da vadiagem, chegando aos 55 com a carteira de trabalho intacta, mais virgem que mulher obesa. Após algum tempo nessa estressante carreira, Rogério acabou sofrendo de um mal comum entre os vagabundos: ficou desmotivado.

Para sanar tal cansaço de tanto nada fazer Rogério resolveu cair de cabeça nas drogas, o que lhe ajudou a dilapidar ainda mais os bens de sua família. Desesperados, os irmãos gastaram uma fortuna para interná-lo numa clínica de ponta durante um ano. E qual não foi a surpresa deles quando ao sair da clínica Rogério estava pior do que quando entrara. Após alguns dias descobriram que Rogério conseguira alimentar o vício de dentro da clínica, através de favores sexuais que teria trocado com um enfermeiro que era homossexual passivo e lhe oferecia drogas após sessões de sexo homossexual.

Um outro exemplo de caso parecido é Gustavo, que fez parte de uma reportagem da TV Globo. Com a cara mais limpa do mundo, Gustavo não esconde de ninguém sua vontade de ficar longe do mercado de trabalho. É claro, quanto mais longe desse meio opressor, capitalista machista, sexista, cis e transfóbico, melhor.

“Melhor, né? Ficar em casa.”,

Gustavo, 17 anos, iniciante promissor do movimento.

Basicamente, o movimento “Morrer sem trabalhar” consiste em seguir o exemplo de Rogério. Diferente da geração Nem Nem, é preciso não ter vergonha da sua opção e abraçar com toda a vontade a escolha praticamente religiosa de nunca trabalhar. Porém, para tanto, é necessário que a pessoa ou ganhe na loteria, ou tenha herdado uma boa herança, ou, como no caso de Rogério, tenha uma família bem benevolente.

E vocês? O que acham desse movimento? Se interessaram? O que acharam? Será que essa moda pega no Brasil?

 

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