Inglaterra se divorcia da União Europeia e agora curte balada com amigos


Olá miguxinhos!

Ao que tudo indica a Inglaterra decidiu colocar um ponto final na sua relação estável com a burrocracia da União Europeia e curtir a vida na gandaia. Mas como já dizia Mario: “nem tudo são flores e cogumelos”. A vida de solteiro tem lá seus lados negativos. E é isso que os ingleses vão descobrir em breve.

Sabe quando você deixa sua namoradinha em casa e depois vai ao encontro dos amigos em direção a uma festa? Pois bem. Esses momentos áureos da vida de comprometido são apenas um lampejo do que é a solteirice. Agora, sem a União Europeia, os britânicos poderão assinar acordos comerciais com o mundo inteiro, sem pedir a permissão daqueles vizinhos chatos, que por sinal, nem estão na mesma ilha deles.

A Inglaterra fez igual a um amigo meu. Começou a namorar uma gata na faculdade. Só que com o tempo ela começou a engordar sem parar. Não sei o que aconteceu. A mulher virou uma bomba-relógio. Engordou tanto que a impressão era a que ela ia acabar explodindo uma hora ou outra. Ciente da realidade, meu amigo não teve escolha e deu-lhe um pé na bunda. E se querem saber, hoje ele está com uma mulher bem mais magra, o que demonstra que ele fez a coisa certa.

O exemplo acima colore a sequinte situação: o crescimento dos países da UE é inferior ao do resto do mundo. Os ingleses saíram de um barco que está afundando, e que, na prática, não passa de um grande bloco em que a Alemanha conseguiu fazer aquilo que não logrou em duas guerras mundiais, ou seja, dominar a Europa.

Longe de confinar a ilha no isolamento, o BREXIT significa liberdade. E como sabemos, com a liberdade pode vir coisas boas ou más. Já que estou falando de amigos, tenho que citar um que se deu mal. Ele era bonitão, tinha uns 50 anos e ganhava bem. O sortudo era casado com uma mulher ES-PE-TA-CU-LAR. Uma coroa malhada que colocava qualquer novinha no chinelo. O problema é que meu amigo, numa espécie de menopausa masculina, resolveu trocar a panela boa dele por aquelas adolescentes que usam top e shortinho. Erro fatal. O cara já se arrependeu e está deprimido. Por isso a Inglaterra precisa saber bem o que fará com sua liberdade. Nada de fazer igual ao Brasil e se aliar com mocréias como Venezuela, Irã e Palestina.

Por incrível que pareça, ambos os partidos, conservador e trabalhista, estavam contra a saída. A derrota de ambos evidencia ainda mais a vitória do povo. David Cameron, um conservador meia-bomba, teve seu momento de honra ao pedir pra sair do cargo após o plebiscito, demonstrando uma honradez que um líder jamais mostraria em terras tupiniquins.

Cameron não é mais novidade na balada política britânica. A bola da vez é Boris Johnson, ex-prefeito de Londres e queridinho dos tabloides. Johnson nasceu nos EUA, veio de uma família aristocrática e estudou com Cameron na escola. Não é surpresa pra ninguém que ele namorava o cargo do ex-colega e acabou enxergando nesse plebiscito uma escada para o cargo de primeiro ministro. De quebra, a puxada de tapete pode servir como vingança por alguma babaquice que Cameron fez a ele, quando eles estudavam juntos e tinham, sei lá, doze anos.

Boris é o exemplo do conservador que dá certo. Ele não ataca a mídia, mas a seduz. Suas polêmicas são na maioria das vezes positivas. Ao mesmo tempo que quer libertar a Inglaterra dos recalcados europeus que ficam no continente, ele é amigável com imigrantes e minorias, posa de moderninho pra sair bem nas fotos e quando o assunto é sério se mantém discreto.

Algumas pessoas veem semelhanças entre Boris e Trump. Tais pessoas não passam de imbecis. Enquanto um tem um futuro brilhante no partido conservador, o outro beijará o chão da história, levando os republicanos a mais uma desnecessária derrota humilhante. Por mais que a aparência e o cabelo loiro abagunçado dos dois sejam de fato parecidos, o que está por debaixo do cabelo é discrepante. Johnson não tem uma cabeça oca. Ele é do tipo que trai a namorada, mas usa camisinha; do tipo que sai pra encher a cara, mas dá a chave pro amigo nerd voltar dirigindo; do tipo que viaja e só depois de uma semana lembra que tem que colocar comida pro cachorro, e então volta.

Enfim, Boris é um cara responsável. A Terra da Rainha está em boas mãos.

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