A casa caiu macacada!

1- Flávio é filho do mito

Como todos sabemos, hoje no Brasil apenas um político é recebido nos braços do povo todas as vezes que chega numa aeroporto: Jair Bolsonaro. A falência do projeto criminoso de poder petista e o descrédito do falso oposicionismo tucano faz com que se abra um caminho para o crescimento de uma nova direita. Jair Bolsonaro resume não só os valores conservadores mas também uma imagem rara de um político com uma imagem intacta.

A campanha do Flavio será um termômetro para a viabilidade do projeto de Jair em 2018 e ele de pronto começará com a ajuda de um exército de militantes virtuais de todo o Brasil.

Aqui fica um pequeno problema. Caso Flavio seja eleito e governe bem, será ótimo para o Bolsonaro. Porém, tudo indica que a mídia gayzista e esquerdista carioca irá tentar pintar um quadro totalmente distorcido para jogar nele a culpa por cada pequeno probleminha que acontecer no Rio, de forma a prejudicar a campanha de Bolsonaro em 2018.

2- É cristão

Flavio é membro da igreja batista. No Rio de Janeiro, 23% da população se identifica como evangélica, geralmente distribuída nas áreas periféricas e mais pobres da cidade, como os bairros da Zona Norte e Zona Oeste. No Rio, o voto evangélico é importantíssimo.  Basta lembrar que o estado já teve 5 governadores evangélicos e que Crivella teve 21% em 2004, 19% em 2008 em suas disputas a prefeitura, demonstrando que evangélicos tendem a votar em evangélicos no Rio.

Caso Crivella não concorresse – parece que ele vai concorrer -, boa parte desse eleitorado tenderia a migrar naturalmente para Flavio, uma vez que ele seria o único candidato cristão que defende os valores da família. De qualquer forma, o pastor Silas Malafaia, um dos principais líderes evangélicos da cidade, mantém excelentes relações com a família Bolsonaro, tendo inclusive celebrado o último dos casamentos de Jair. Sua ajuda será um fator de peso.

3- É contra a bandidagem

Como todos sabemos, o Rio é o retrato de uma cidade dominada pela bandidagem. Marginais controlam áreas onde impõe suas próprias leis. O consumo de drogas é altíssimo e os assaltos são constantes. Muitos desses crimes cometidos por menores de idade. Resumindo, é o Reino da Impunidade. Flavio Bolsonaro irá por um fim nessa história.

Em sua campanha irá levantar temas como a redução da maioridade penal, a pena de morte, a castração química de estupradores, a valorização das polícias, temas que a esquerda abomina.

4- O candidato do prefeito espancou a mulher

Não vou entrar aqui nos boatos que existem sobre a sexualidade do Pedro Paulo, até porque isso pouco interessa. O que chama a atenção é que o candidato preferidinho do prefeito Eduardo Paes tem um histórico de agressão a sua própria esposa! Como um homem que bate na mulher pode concorrer a um cargo público? Se ele não cuidou da mulher, como cuidará do Rio? Não importa quantos milhões o PMDB gaste pra limpar a imagem dele, sua imagem já está atrelada a violência doméstica.

Ainda existiria a possibilidade do PMDB lançar o Picciani, que é outro da mesma laia.

5- Transferência de votos

Jair Bolsonaro é um mestra na arte de transferir sua popularidade aos seus filhos. Não por acaso, já elegeu sua ex-mulher e 3 de seus filhos para cargos eletivos. Até seu cachorro ele colocaria no congresso se ele quisesse. Em 2014, Jair Bolsonaro obteve 464 mil votos no Estado do Rio, sendo a maioria deles na cidade do Rio e disputando com outros centenas de candidatos.

6- A esquerda desunida

Apesar do Rio ter uma extrema esquerda relativamente forte, esses vermes estarão divididos, o que pode vir a deixá-los de fora do segundo turno.

Avaliando eleições passadas, em 2008 Alessandro Molon, da REDE, teve 5%; Jandhira Feghali, do PC do B, teve 10%, Chico Alencar, do PSol, teve 2%. Juntos, não chegaram a 20% dos votos. Em 2012, Marcelo Freixo, do PSol, conseguiu 28%, mas devemos frisar que nesse ano houveram pouquíssimos candidatos e ele não chegou no segundo turno. Em 2016, ao que tudo indica, haverão vários candidatos de extrema-esquerda que vão dividir essa faixa de 20 a 28% dos votos entre varios candidatos.

7- Haverão muitos candidatos

Vamos listar os possíveis candidatos:

Romário (PSB)

Crivella (PRB)

Clarissa Garotinho (PR)

Marcelo Freixo (Psol)

Flavio Bolsonaro (PSC)

Jandira Feghali (PCdoB)

Pedro Paulo Carvalho (PMDB)

Alessandro Molon (Rede)

Índio da Costa, (PSD)

Cyro Garcia (PSTU)

Carlos Osório (PSDB)

Rodrigo Mezzomo (NOVO)

Num cenário tão pulverizado, bastaria cerca de 25-35% para praticamente garantir espaço num segundo turno e, com tempo de TV igual, depois levar a eleição.

8- Ele já está bem nas pesquisas

Por mais que ele possua uma rejeição de 19%, isso não é o suficiente para inviabilizá-lo. No cenário mais realista, Flavio já está em terceiro lugar, atrás de candidatos que já disputaram a prefeitura e que já tem um nome conhecido pelo eleitorado. É natural que conforme o carioca conheça o Flavio sua intenção de voto crescerá. E quanto a intenção de voto do Crivella, ela é alta devido a ter um nome altamente conhecido. Em 2008 ele passou boa parte boa parte na liderança e depois derreteu e nem entrou no segundo turno.

O único nome que realmente oferece perigo é o de Romário, mas desde que ele namorou uma transsxual Thalita Zambirelli e foi acusado de ter contas na Suíça sua reputação já não é a mesma. 100% honesto, homem e hétero só mesmo o Bolsonaro.

9- Bolsonaro=polêmica

Mesmo sem recursos para gastar com publicidade, Flavio Bolsonaro deve protagonizar várias controvérsias em virtude da perseguição que sofrerá por parte da mídia esquerdista. Com seu pai para lhe ajudar, tudo indica que não faltarão polêmicas e declarações seguidas de um bom “Turn down for what”.

10- Mal assumiu a cidade e já está sentando o dedo na bandidagem

Como ficou reportado pela mídia, meses atrás, ao ver um assalto ocorrer perto de seu carro, Flavio Bolsonaro não pensou duas vezes antes de sentar o dedo nos marginais. A mídia caiu de pau em cima dele mas o povo aplaudiu o ato. Flavio atirou de dentro de seu carro e acabou danificando seu vidro. Um prejuízo considerável, mas ínfimo se considerado o prejuízo que aquele marginal poderia fazer a vida de suas vítimas. Não se sabe o que aconteceu com o meliante, que conseguiu fugir, mas torcemos para que ele já esteja chorando no colo do capeta.

Bolsonaro é assim. Ele dá o exemplo. Ele não prioriza objetos. Ele prioriza pessoas. Não importa a cor, a idade, a classe social, bandido bom é bandido morto.

 

 

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