Olá amiguinhos! A pior coisa que existe no mundo é o preconceito!

Desesperados, Dilma e PT agora invadem as redes sociais com boatos acerca de Aécio. Ora dizem que Aécio é drogado, ora dizem que é agressor de mulheres, agora dizem que é maçom e, por consequência, satanista. Sabendo do poder do voto religioso, que o próprio PT sabe que não conseguirá, eles agora tentam apostar no repúdio que os cristãos possuem para com a maçonaria para tentar fazer que este perfil de eleitor não vote em Aécio.

Mas vamos ao que interessa: Aécio é maçom?

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOO! Aécio Neves não é Maçom. Os canalhas do PT estão usando um vídeo dele num Templo Maçônico de São Paulo onde se encontrou com as lideranças da instituição para dizer que Aécio é maçom, satanista , e supostamente o Anticristo. O encontro e a palestra de Aécio Neves inclusive podem ser vistas na íntegra na internet, aqui. Na oportunidade, Neves falou sobre a atual situação política do país e respondeu a perguntas dos membros da mesa e da imprensa.

Aécio é acusado de ser maçom simplesmente por ter comparecido a um evento da maçonaria. Se fosse assim Aécio também poderia ser chamado de evangélico porque também compareceu a vários eventos evangélicos durante toda a sua vida pública. O fato de um candidato comparecer a um evento de um grupo não significa que ele pertence a tal grupo. Como figura pública, um político deve circular livremente por todos os grupos da sociedade que são por ele representados.

Afirmar que Aécio Neves é Maçom é  tão ilógico quanto dizer que Dilma é macumbeira,haja vista as inúmeras visitas da candidata a terreiros de Candomblé.  Ambos os candidatos visitaram durante a campanha Templos Evangélicos, Igrejas Católicas, reuniram-se com as mais diversas lideranças religiosas do país. Isto é garantido pela laicidade do estado que não governa para uma única expressão religiosa, mas para o país como um todo.

A religião do candidato é importante?

Vejam bem. E se Dilma Roussef fosse macumbeira, ou candomblecista, isto faria dela uma candidata pior do que já é? É claro que não. A religião pessoal do candidato não é um fator que influa mais do que o seu próprio caráter. Dessa forma, Dilma poderia ter a religião que fosse – ela é ateísta – que ainda assim seria uma péssima candidata. De igual modo Aécio Neves, católico, se ele fosse maçom – o que ninguém pode aferir que é – ainda assim teria as melhores propostas para o país.

Geisel era protestante, Itamar era kardecista, Collor adorava uma macumba, FHC era ateu e Lula católico. Tanto faz a religião do presidente, o que importa é o que ele defende. Por exemplo, o PT de Dilma e Lula apoiam o governo totalitário do Irã, que persegue cristãos e enforca homossexuais. Outro exemplo, Dilma, através do Mais Médicos destina recursos para a ditadura cubana, que também tem um histórico de impor dificuldades ao proselitismo cristão, que leva opositores para o paredão e que também colocava gays em campos de concentração. Dilma ainda teve a coragem de dizer na ONU que o mundo deveria dialogar com o Estado Islâmico, grupo terrorista que decapita cristãos, estupra mulheres e assassina estrangeiros.

O que devemos prezar é pela tolerância e pela união, resistindo a mais essa armadilha petista de dividir o país entre nós e eles. Dilma passa 4 anos trabalhando contra o interesse de católicos e evangélicos e em época de eleição invade igrejas se fazendo de beata. O que mais me enoja no PT é que eles se acham os principais defensores das minorias, mas sempre se utilizam do preconceito para alcançar seu objetivos.

O PT e o preconceito

1- Em 1996, a candidata petista Luiza Erundina chamou seu candidato opositor, o negro Celso Pitta de “negro com jeito de branco, e branco safado”, claramente querendo racializar a eleição.

2- Em 2008, a candidata petista Marta Suplicy, histórica defensora dos gays, usou uma inserção televisiva que insinuava que seu adversário era homossexual, com intuito de usar a homofobia da população a seu favor na eleição.

3- Em 2011, o petista Gilberto Carvalho disse que o PT deveria entrar num confronto com os evangélicos para dominarem os meios de comunicação, já que o crescimento de evangélicos na mídia impediria o PT de avançar sua agenda.

4- Ano passado, num encontro comemorativo dos 10 anos de PT no poder, a “filósofa” Marilene Chauí fez um discurso de ódio contra a classe média, numa clara tentativa de alimentar a disputa de classes no país. Em alto tom e aplaudida pelos petistas presentes, Marilene bradou: “Eu odeio a classe média”.

 

 

 

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