Deputado Jean Wyllys diz que queda de avião pode ter sido ataque homofóbico


O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) causou alvoroço nas redes sociais ao levantar a hipótese de que o Boeing-777, da Malaysia Airlines, foi, na verdade, vítima de um “ataque homofóbico”. O avião caiu na Ucrânia, na região de Donetsk, após ser atingido por um míssil. O voo saiu de Amsterdã, na Holanda, e seguia para Kuala Lumpur. Com 298 passageiros, a principal explicação para o ataque, até o momento, seria o conflito entre Rússia e Ucrânia, que, segundo Wyllys, contou com a participação direta dos Estados Unidos – agora apontado como possível culpado, juntamente com a Rússia. “Meu olhar sobre o episódio é mais humanitário e menos preocupado com a geopolítica”, declarou o parlamentar sobre o caso.

Segundo ele, “há outro lado nefasto no episódio”, já que do total de passageiros, havia mais de 100 pessoas que seguiam para a 20ª Conferência Mundial de Aids, na Austrália. “173 eram da Holanda, país referência no financiamento de projetos e no debate avançado sobre HIV e AIDS, dentre eles, Joep Lange, um cientista reconhecido mundialmente por ter dedicado mais de 30 anos da sua vida à pesquisa sobre o HIV e a Aids”, justificou. “Caso essas informações se confirmem, haverá um impacto dessas mortes nas pesquisas e nas políticas públicas futuras de prevenção e combate à AIDS – e isto é muito grave e desalentador!”, completou.

Jean garante não querer estimular mais uma “teoria da conspiração”, mas insiste em questionar: “o fato de haver especialistas em HIV/AIDS a bordo do avião terá sido uma mera coincidência ou pode apontar para uma outra explicação sobre o abatimento da aeronave numa região da fronteira entre dois países conservadores?”.

Fonte: http://boainformacao.com.br/2014/07/para-jean-wyllys-avio-da-malaysia-pode-ter-sofrido-ataque-homofbico/

Comento:

Jean Wyllys é a face da esquerda desonesta intelectual e deficiente de caráter. Ele, que se diz amante das minorias, já cansou de falar mal de evangélicos(que também são uma minoria). Não satisfeito, já até chamou uma pessoa de negro gordo no twitter, uma clara injúria racial da qual ele nem ao menos se desculpou. O que fez a nossa mídia esquerdista e manipuladora? NADA! Se fosse o Bolsonaro ou o Feliciano ninguém duvida que estaria na capa de todos os jornais.

 

Esse “racistinha” demagogo me causa tanto asco que fico até meio enojado de terminar o post.

(Pausa para respirar fundo)

Voltando.

Vamos enumerar alguns pontos:

 

1- Não há provas de que o avião tenha sido derrubado, tampouco que seja um ataque terrorista. Especular então é um ato imbecil. Por exemplo, não tenho provas de que o Jean Wyllys seja pedófilo ou que o Feliciano seja gay. Ambos podem até parecer, podem até de fato de ser tais coisas em secreto, no entanto, até ter alguma prova não posso dizer que o Feciano é gay e que o Wyllys é pedófilo!

2- Segundo Wyllys, o avião teria sido derrubado por conservadores por ter nele pesquisadores da AIDS. Vejam só, nós, pessoas esclarecidas despidas de qualquer preconceito sabemos que a AIDS ataca tantos gays quanto héteros. Então, não existe razão para homofóbicos heterossexuais impedirem a cura da AIDS, uma vez que esta incide em maior proporção entre héteros. Sendo assim, ao dizer este desatino, Wyllys engrossou o coro daqueles que acreditam que a AIDS é uma doença endêmica entre homossexuais, o que é mentira.

3- Meses atrás, quando um jovem gay foi encontrado morto num viaduto em São Paulo, Wyllys pôs a culpa nas igrejas, nos conservadores e etc. Mais tarde descobriram que o jovem tinha cometido suicídio. Wyllys se desculpou? Claro que não. Cada morte de gay nesse pais, provocada ou não por homofobia, é apenas uma desculpa para esse deputado tentar demonizar o cristianismo, tentar aprovar leis que mitiguem a liberdade de expressão e tentar alçar certas minorias a status privilegiados.

4- Já repararam como esquerdistas são imorais em suas vidas pessoais, porém, ao verem conservadores em condutas reprováveis, vestem-se do mais profundo moralismo para criticar seus rivais? Wyllys acusava Feliciano de racismo e homofobia, mas parece ter salvo-conduto para ser preconceituoso sem que nenhuma voz na grande mídia o acuse de nada. Como Lenin dizia:” acuse-os do que você faz”.

5- Para qualquer ser humano, a morte das vítimas da queda do avião é uma tragédia desmedidada; já para Wyllys, é alimento para sua retórica.

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12 comentários

  1. nossa, como uma edição causa tanta calúnia…. tenho plena certeza que Jean não te chamou de gordo, muito menos de negro, uma vez que ele é de origem negra, e tem vários amigos gordos como eu….e quando ele citou o acidente, ele apenas supos algo, não afirmou….outra coisa, os evangélicos, não são minoria, e, desde quando ele fala mal de evangélicos, ele somente se defende de ataques feitos a ele a todo momento…cara…quer aparecer, coloca uma melância no pescoço ou sai pelado numa escola de samba, que vai aparecer muito mais….

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    • Não irei nem responder ao cerne da sua resposta, posto que sua compreensão não parece ter sido das melhores. Agora, os crentes, até onde eu sei são sim um grupo minoritário. Você tem tanto direito de discordar quanto tem de estudar.

      Aqui uma definição rasa pra você:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Minoria

      E outra, você não parece ter entendido uma coisa. O fato de ter um amigo negro, gay, gordo, crente, ateu ou pobre não isenta ninguém de ser preconceituoso. Ninguém, repito, ninguém tem o direito de cometer uma injúria racial, nem mesmo esse político. Racismo é crime.

      Obrigado pelo comentario. Abraços.

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  2. Como é possível alguém dar ouvidos para esta anta. E acreditar que essa figura além de deputado federal, é professor universitário. Agora começamos a entender porque o Brasil têm tirado os últimos lugares em todos os testes internacionais. Quem têm um educador deste só pode sair da universidade imbecilizado.

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  3. nossa, quanta ignorância ou mau caratismo mesmo. Em nenhum momento ele fala de homossexuais no comentário, sequer fala em homofobia…..
    ”Já fiz, aqui, um breve comentário sobre o abatimento do Boeing-777, da Malaysia Airlines, ocorrido ontem na região ucraniana de Donetsk. Com origem em Amsterdã, na Holanda, o voo seguia para Kuala Lumpur.

    Há quem explique a derrubada do avião, que conduzia mais de duas centenas de passageiros, no conflito entre Ucrânia e Rússia, do qual participam indiretamente também os Estados Unidos. Rússia e EUA estão se acusando mutuamente, esfriando ainda mais a guerra que se seguiu à Segunda Guerra Mundial e que não expirou com a dissolução da “cortina de ferro” nem com os conflitos étnicos que decorreram dessa dissolução.

    No momento, meu olhar sobre o episódio é mais humanitário e menos preocupado com a geopolítica. Lamento profundamente a morte dos 298 passageiros a bordo da aeronave, dentre eles holandeses, malaios, australianos, indonésios, britânicos, alemães, belgas, filipinos e um canadense. Alguns deles, crianças agora sem futuro.

    Há outro detalhe do nefasto episódio que me aflige mais: estima-se que, dentre os passageiros à bordo da aeronave, estavam mais de 100 pessoas, dentre pesquisadores, ativistas e membros de organizações não-governamentais, que viajavam rumo à 20ª Conferência Mundial de Aids, que acontece na Austrália. Segundo dados divulgados sobre as vítimas, 173 eram da Holanda, país referência no financiamento de projetos e no debate avançado sobre HIV e AIDS, dentre eles, Joep Lange, um cientista reconhecido mundialmente por ter dedicado mais de 30 anos da sua vida à pesquisa sobre o HIV e a Aids.

    Como afirmou a diretora do programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, caso essas informações se confirmem, haverá um impacto dessas mortes nas pesquisas e nas políticas públicas futuras de prevenção e combate à AIDS – e isto é muito grave e desalentador!

    Diante desses fatos – e sem querer estimular teorias da conspiração – questiono se o fato de haver especialistas em HIV/AIDS à bordo do avião terá sido uma mera coincidência ou pode apontar para uma outra explicação sobre o abatimento da aeronave numa região da fronteira entre dois países conservadores?

    É uma pergunta!”

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    • Em nenhum momento disse que não existe agressões a homossexuais, o que sustento é que nem toda a agressão a gays configura homofobia. E saliento, tais casos, assim como outros foram em grande parte politizados.

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  4. O deputado não é racista. Ele apenas argumentou que Valmir, assim como os homossexuais, tambem sofre preconceito e discriminacao. Portanto as palavras negro e gordo nao foram usadas como xingamentos, mas sim com os significados nao perjorativos que essas palavras podem assumir.

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  5. Falou negro gordo enfatizando o fato de que alguém que é minoria e sofre na pele o preconceito jamais poderia se opor aos projetos PARA as minorias. Você entendeu bem mas agiu de ma fé ao publicar que isso foi xingamento.

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  6. Aqueles que vejo aqui defenderem o deputado mais miserável que já vi. Por todo veneno que destila e toda luta que finge representar. Não observam que esse sujeito leviano adora tirar o foco das situações que realmente são relevantes em nossa política. Por muito menos um conservador seria crucificado por vocês. Mas está claro que para esquerdistas tudo é permitido, mas para seus opositores, nada. Relacionar a queda do aviões com conservadores é sim um ato de má fé. Achei ofensivo a forma que ele se refere ao rapaz do post e daria processo de racismo, com toda certeza.

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