Últimas pesquisas para governador do Rio de Janeiro


1. Tudo na mesma

Pesquisas do Gerp, Vox Populi, GPP e, agora, do Ibope, elas por elas, nada mudou após a saída do Cabral do governo. Na frente –sistematicamente- entre 30% e 40% os que não marcam nenhum candidato, optando por branco, nulo e não sabe. Garotinho e Crivella continuam liderando. Garotinho um pouco a frente, no entorno dos 20%. Crivella, em seguida, um pouco abaixo dos 20%. Somam surpreendentes quase 40%. Os dois trocam votos parcialmente na mesma base, evangélica e popular.

2. Infante 

Garotinho lidera com folga no Interior. E como radialista, tem uma rede de inserções em rádios. Faz uma distribuição capilar de uma “prestação de contas” sobre sua atuação em 2014 e o que fez antes. Crivella lidera na Capital. E ambos lideram na Baixada e São Gonçalo, com ampla vantagem. Crivella –depois de ser ministro- viu seu piso aumentar. Dos 14% anteriores, para 16%, em números redondos.

3. Pé grande e calça curta

Logo após assumir o governo no lugar de Cabral e aumentar exponencialmente a sua exposição, Pezão passou a se situar no entorno superior dos 10%. E aí está. Três meses depois de sua posse, esperava-se que estivesse um pouco acima. Afinal, na conjuntura atual –pela exposição na mídia- ele é candidato sozinho. A partir de 5 de julho, acaba a propaganda do governo, não pode mais inaugurar nada e os demais passam a ter uma cobertura eleitoral. O jogo complica para ele.

4. Cidade da Música

Cesar Maia –também surpreendentemente- se mantém no entorno dos 10%. Surpreende porque não tem nenhuma exposição, não faz pré-campanha e ainda é coberto por um noticiário especulando sobre sua candidatura a partir das informações vazadas pelo PMDB. Nas contas do PMDB e de setores do PSDB, sua candidatura afetará Pezão na Capital, já que, na Capital e em Niterói, Cesar Maia aparece em segundo lugar. As pressões vindas da estratégia do PMDB-RJ para eleger seu candidato com apoio em nível presidencial continuarão até as convenções.

5. Petista

Lindbergh também surpreende, mas negativamente. Depois de uma avassaladora vitória para senador e apontado como favorito, vai se equilibrando nos 10%, apesar do noticiário que cobre sua candidatura, a pré-campanha que realiza e o apoio de Lula. E ainda terá que enfrentar a pressão da base aliada para que Lula apareça em todos os programas dos candidatos da “base-aliada”.  Mesmo privilegiando Lindbergh, não poderá se negar a aparecer nos demais, confundindo o eleitor.

6. Briga

Miro vai sendo prejudicado pelo noticiário que dá conta dos conflitos internos entre PSB e PROS em função da elegibilidade de chapas conjuntas de deputados e que o atingem como candidato. Com isso, ele que vinha passando a fronteira dos 3%, volta a ficar no entorno negativo desses 3%.

7. Fronteira

A perspectiva hoje é a mesma dos últimos meses: quem estiver na fronteira dos 15% tem grande chance de ir para o segundo turno.

8.Senado

Uma novidade no Rio: os institutos de pesquisa não conseguem testar os nomes para o senado, pois mesmo os três nomes que são indicados ainda não têm certeza total de suas candidaturas.

9. Copa

O mais provável é que nada mude até o final da Copa. E que só pesquisas pós-Convenções e pós-Copa, a partir do dia 15 de julho, poderão informar se há tendências sobre o quadro atual, estável desde março.

10. Pesquisa Ibope

O levantamento indica empate técnico entre o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), o senador Marcelo Crivella (PRB), e o atual governador do Estado, que sucedeu Sergio Cabral, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Garotinho aparece com 18% das intenções de voto, contra 16% de Crivella e 13% de Pezão.

Dentro da margem de erro, de três pontos porcentuais para mais ou para menos, os três pré-candidatos estão empatados tecnicamente. O Ibope entrevistou 1.204 eleitores com 16 anos ou mais, que moram no Estado do Rio de Janeiro, entre os dias 7 a 11 de junho de 2014.

O pré-candidato do PT, senador Lindbergh Farias, tem 11% da preferência do eleitorado, e o ex-prefeito e agora vereador César Maia (DEM) aparece com 8%. O deputado federal Miro Teixeira (PROS) e Tarcísio Motta (PSOL) têm 1% cada. Os eleitores que disseram que votariam em branco ou nulo totalizam 27%, enquanto os que não souberam ou não responderam são 6% do total.

11.Rejeição

Apesar de liderar a pesquisa dentro da margem de erro, Anthony Garotinho tem a maior rejeição entre o eleitorado do Rio de Janeiro: 32% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. César Maia é o segundo com maior rejeição (24%), seguido pélo governador Luiz Fernando Pezão, com 18%, e o senador Lindbergh Farias, que tem 14%.

Crivella e Miro Teixeira têm 13% de rejeição, e Tarcísio Motta aparece com 11%. Os brancos e nulos no quesito rejeição são 11%, e 12% não sabem ou não responderam em quem não votariam de jeito nenhum.

12.Segundo turno

O Ibope também quis saber dos eleitores em quem eles votariam em um eventual segundo turno. Em um primeiro cenário, caso o pleito tivesse Garotinho e Crivella no segundo turno, cada um dos dois teria 25% dos votos se a eleição fosse hoje. Os votos brancos e nulos totalizariam 43% do total e 7% disseram não saber em qual dos dois votaria.

Em outra hipótese, com Garotinho e Pezão, o deputado federal do PR venceria o atual governador do Rio: 30% das intenções de voto contra 20% do sucessor de Sergio Cabral. Os brancos e nulos são 42% e 8% não sabem em quem votariam.

Na terceira possibilidade, com Crivella contra Pezão, o governador do Rio de Janeiro também sai derrotado. Crivella tem 31% dos votos, contra 19% do governador. Outros 43% disseram que votariam branco ou nulo, e 7% não sabem qual dos dois pré-candidatos escolheria.

Um quarto cenário coloca frente a frente Lindbergh Farias (PT) e Pezão (PMDB). Neste recorte, Pezão tem 23% da preferência, contra 22% de Lindbergh. Brancos e nulos são 47% do total e 9% não sabem.

Na quinta simulação, com Lindbergh contra Garotinho, este tem 29% da preferência contra 20% do petista. Os brancos e nulos são 44% do total, e 8% não souberam dizer qual dos dois escolheria.

Outra hipótese coloca na disputa César Maia contra Pezão, que teria 22% dos votos. Maia conquista uma fatia de 19%. Brancos e nulos são 50% dos eleitores, e 9% não sabem.

Crivella também venceria Lindberh Farias em um eventual segundo turno. O senador teria 29% dos votos, contra 20% do petista. Brancos e nulos são 44% do total, e 8% não sabem.

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8 comentários

  1. Pezão ta beirando o 10% mas tem 3% de margem de erro na pesquisa do IBOPE, então ele pode estar até com 16%, empatando com o Crivella.

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  2. As Pesquisas nao condiz com a Realidade….Garotinho tem quase ou mais de 30% de intencoes de Votos….Em Outubro vamos saber se estou sendo Utopico demais ou se minha percepcao e verdadeira,rsrs…Mais repito:E certo ele ir para o 2 Turno,mais no 2 Turno nao sei se vencera as eleicoes pois serao todos contra ele…Abracos!!!

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