APRENDA CIÊNCIA POLÍTICA EM ALGUMAS FRASES:


A esquerda está defendendo o “legado” de Chávez e Maduro na Venezuela. Jura que o fato de cubano ter de usar o jornal do partido pra limpar a bunda é culpa do “embargo americano”, e não de Fidel Castro (o fato de venezuelanos fazerem o mesmo agora é insuficiente para que eles notem uma conexão óbvia entre eventos IDÊNTICOS). 

Partidos que tomaram as ruas no Brasil em 2013 diziam que precisavam dar armas para Saddam Hussein enfrentar o “imperialismo”. 

Prometiam o mesmo para o líder do Partido Socialista tanto da Sérvia quanto da Iugoslávia Slobodan Milošević, o cara que fez a maior “limpeza étnica” desde Adolf Hitler – esse tirano defendido por um Nobel como Harold Pinter. 

O PCdoB, abertamente stalinista e principal aliado claro do PT (o PMDB é apenas fisiológico), declarou apoio ao ditador mais esquisito do mundo, Kim Jong-un, lamentando pela morte de seu pai, Kim Jong-Il, usando o nome do PT na carta (depois o PT negou, mas o nome ficou lá). 

O homofóbico que assassina mulheres que “traem” maridos mortos Mahmoud Ahmadinejad é recebido com afagos por Lula (e, segundo Idelber “não sou comunista, mas” Avelar, quem o critica é a “elite Leblon-Morumbi”). Enquanto a iraniana Sakineh corria o risco de ser apedrejada, nem um pio do movimento feminista ou de Dilma Rousseff, então no auge da campanha eleitoral.

Muammar Kadafi foi chamado de “meu amigo, irmão e líder” pelo mesmíssimo Lula. 

Robert Mugabe, o socialista que fez o Zimbábue inteiro ter um PIB de pouco mais de 50 dólares, é amigo de Chavez, que copia seu método (e é a base da Escola de Frankfurt, do Direito Penal coitadista de Eugenio Zaffaroni e, claro, da economia distributivista dos nossos “mundo-melhoristas”). 

Bashar al-Assad é outro socialista “baath”, como Saddam Hussein – apelando ao multiculturalismo e à concentração de poder do socialismo para favorecer “o social”. Depois que a coisa fede, acham lindo que ele caia. 

Anwar Al Sadat ganhou o Nobel da Paz por favorecer a ascensão de Hosni Mubarak ao Egito, vencendo Israel e mantendo uma espécie de “trégua” em troca do poder brutal egípcio. Quando derrubado pela Primavera Árabe, quem entrou em seu lugar foi a Irmandade Muçulmana, a organização mais anti-Ocidente que existe. Foram saudados por gente como Manuel Castells, o “maior sociólogo do mundo”. 

O historiador marxista Eric Hobsbawm, perguntado se valeria a pena Stalin ter matado 30 milhões de pessoas (!!!) em troca da consecução do socialismo pela BBC, respondeu apenas “Yes”. Apesar de judeu, recusou-se até a fazer escala em Tel Aviv, preferindo os genocidas hoje derrubados pela Primavera Árabe.

Slavoj Žižek, além de defender Mao (70 milhões de mortos na conta), Fidel, Che e a caterva toda, é um dos poucos socialistas a admitir o óbvio: que o nacional-socialismo é uma forma de, ehrr, socialismo, e que portanto o problema de Adolf Hitler foi não ter sido “suficientemente violento”: foi só contra os judeus, quando deveria ter mirado em todo o sistema capitalista. Também garante que o pior dos stalinismos é melhor do que a melhor democracia capitalista.

Mao Tsé-tung também é o ídolo de gente como Luiz Gushiken, que estava em altíssimo posto do governo Lula.

Sempre que o próprio povo tentou tirar o poder de genocidas do porte de Nicolae Ceauşescu, capaz de financiar experimentos com eletrochoque em bebês para que odiassem o capitalismo, ou Enver Hoxha, que proibiu até a comunistíssima barba, se diz que estão sofrendo golpes de “fascistas”, quase sempre “financiados pelos Estados Unidos”. Depois essa mesma galera fala em “criminalização dos movimentos sociais” (pergunte sobre isso para Lech Wałęsa, que com o sindicato ilegal “Solidariedade”, conseguiu expulsar o comunismo da Polônia, sob o ditador Wojciech Jaruzelski). 

Sob esse mesmo “argumento” construíram uma das maiores bizarrices do mundo (até para padrões do mundo antigo): o Muro de Berlim, “barreira de protecção anti-fascista”, segundo Walter Ulbricht (nomes completamente desconhecidos da nossa esquerda).

Até quando Pol-Pot matou mais de 1/4 da população do Camboja de fome e no morticínio mais brutal da humanidade em menos de 8 anos, Noam Chomsky disse que ele apenas havia matado cerca de mil “traidores” nas páginas do New York Times. 

MAS NÓS, DIREITISTAS, QUE SOMOS VIÚVAS DA DITADURA.

Entendeu?

Fonte: Canal da Direita

 

 

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