Um recado de Ayn Rand a feministas, cotistas e todos os demais grupos coitadistas


Coitadismo na moda

Hoje vivemos na era das ações afirmativas. Um negro pobre adquiriu o privilégio – sim, privilégio – de conquistar algo que um branco pobre não possui: o direito a uma cota numa universidade. E não para por ai. Agora conseguiram cotas também no funcionalismo público. Do jeito que está não vai demorar para que o governo obrigue as empresas privadas a fazerem o mesmo.

Raciocínio circular

O que os cotistas de hoje pedem é o que o movimento feminista pedia nos anos 70: privilégios devido a século de jugo e subverniência. Na cabeça deles, TODOS os lugares devem ter 50% de mulheres e a proporção exata de negros que existe na sociedade, do contrário é porque cabalmente há discriminação, não importando todas as outras complexas variáveis que existem. Dessa forma, esses radicais se esquecem que é impossível a ascensão social de um grupo inteiro. Passadas décadas, mulheres e negros ainda ganham menos que homens e brancos e ainda reclamam de preconceito no mercado de trabalho – mesmo com todas as ações afirmativas que existem nos EUA.

O que vale é o esforço do invidíduo, não as demandas do grupo ao qual faz parte

A ateísta radical Ayn Rand estava terminantemente certa ao dizer que as mulheres deveriam parar de pedir esmolas e cotas ao governo e começar a batalhar para conquistar seus objetivos. Algumas mulheres ouviram o conselho de Rand e hoje são bem sucedidas – as outras continuam sendo feministas.

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