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Com apenas uma canetada, o governo assina mais um decreto que limita a liberdade de escolha individual, assim como garante o clientelismo e a ineficiência dos produtos nacionais. A conhecida “cota de tela” é nada mais do que uma reserva de mercado, assim como tivemos a Lei da Informática, que tentava “proteger” os produtores nacionais, enquanto o único resultado concreto obtido foi o enorme atraso em tecnologia no país.

Com o intuito de fortalecer a indústria brasileira de cinema, neste mês passou a vigorar as determinações publicadas no Diário Oficial da União no fim do ano passado. Entre as novas regras está o aumento de títulos nacionais e do número de dias de exibição obrigatória. O decreto traz mudanças estabelecidas nos últimos sete anos. Em 2013, cinemas do País com mais de oito salas tinham a incumbência de exibir filmes nacionais durante 56 dias no ano. Em 2014 serão 60 dias.

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