Andrea Bocelli, uma voz que o aborto não foi capaz de calar


Eugenia

No mundo o aborto se torna cada vez mais um ato justificável e aceito pela sociedade. Há até quem creia dentro do movimento abortista que a mulher tem o direito de matar o feto caso este seja diagnosticado com algum tipo de deficiência. Quem crê nesse tipo de loucura acaba se igualando bem ou mal com a eugenia praticada por médicos nazistas no século passado, que matavam os bebês defeituosos com a finalidade de aperfeiçoar a “raça”.

Chance de ser criminoso

Outra questão interessante é que muitos alegam que legalizando o aborto a violência seria melhor combatida. Isso é altamente questionável e já refutei isso em textos anteriores. Tanto é que caso isso fosse verdade a Rússia, país onde o aborto é legalizado, seria muito menos violenta do que a Polônia, país onde o aborto é criminalizado. As pessoas que creem nisso veem todos os fetos advindos de mulheres pobres como criminosos em potencial que não merecem a menor chance de viver em razão das circunstâncias as quais nascem. Para eles, é mais fácil praticar a pena de morte contra esses infantes. Esquecem-se que muitos Andreas Bocellis, Jack Nickolsons e Roberto Gómez Bolaños estão ai para nos mostrar que muitas pessoas que poderiam ter sido abortadas podem nos fazer rir, nos fazer chorar e nos emocionar.

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