Politicamente correto faz com que tudo mude de nome


Na minha infância era comum usarmos as palavras veado, crente, traveco, preto, japa, paraíba,viciado, prostituta e etc. Tais termos poderiam ser usados de forma ofensiva ou não. Dependia do contexto.

 

O veado virou homossexual. O crente virou evangélico. O preto virou afrodescendente. O traveco virou transsexual. O japa virou nipo-brasileiro e o paraíba virou nordestino. A prostituta virou garota de programa. E claro, viciado agora é dependente químico.

 

Hoje é uma heresia proferir alguns dos termos tão citados na minha infância. Tudo isso é fruto do politicamente correto, a ideologia que faz com que tudo tenha um nome mais bonitinho.

 

Mudar os nomes pelos quais são chamados é muito importante para minorias. Elas estão tão cansadas de serem referidas por termos xulos que preferem não mais ter de ser chamadas dessa forma. Então escolhem termos elegantes para eles. Pura bobagem. Essa percepção coitadista faz com que qualquer um que despercebidamente chame as coisas pelos seus devidos nomes seja injustamente chamado de racista, homofóbico, classista, chauvinista, misógeno e xenófobo.

 

O nível da parada já está tão bizarra que em alguns países de lingua inglesa alguns ateus não querem mais ser chamados mais de atheists mas sim de brights (termo referente a brilhante). Eu sei, nem toda a purpurina do mundo me fará chamar um ateísta de brilhante, por mais branco e relusente que ele possa parecer.

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