A verdade sobre o Instituto Royal


Purismo religioso

É incrível como as pessoas movidas pelo emocionalismo conseguem legitimar um ato criminoso como esse do roubo das cobaias do Instituto Royal. Conversando com um colega biólogo pude ter ainda mais certeza de como os animais são necessários nas pesquisas aqui no Brasil. Num país onde falta investimento para a ciência tudo o que não precisamos é de uma patrulha raivosa de ativistas querendo barrar os avanços das nossas pesquisas.

Ciência de todos

 

Os avanços científicos gerados pelos estudos e pesquisas do Instituto Royal não eram propriedade desses ativistas, mas de toda a sociedade, que usufruiria do poder de eventualmente comprar melhores medicamentos no futuro. Quem perde com esse purismo irracional é toda a sociedade. Se fôssemos avaliar como são feitos os remédios por esse prisma radical simplesmente não os usaríamos. Se fôssemos avaliar como nosso alimento é produzido também não o comeríamos. De igual modo os próprios bens de consumo duráveis que compramos (muitas vezes produzidos na China com mão-de-obra semi-escrava).

Mal necessário

O primeiro testam os medicamentos em ratos e depois em cachorros. Algumas drogas também são testadas em macacos. Isto ocorre porque esses animais possuem determinadas características que os fazem adequados para serem cobaias. Uma delas é que suas estruturas e reações são muito menos complexas do que o de humanos, o que fazem deles mais suscetíveis às possíveis reações das drogas. Outro ponto interessante é que as drogas podem ser testadas durante mais de uma geração.

O que não pode acontecer é que medicamentos entrem no mercado sem o devido teste. Na França anos atrás um medicamento para grávidas causou uma catástrofe somente porque não o testaram o suficiente. Por isso é bom que tomemos ciência de que não devemos brincar com a ciência.

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3 thoughts on “A verdade sobre o Instituto Royal

  1. será que eles faria teste com eles mesmos, ou até com familiares?

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  2. Claro que não, os testes são experimentais, por isso o mais correto é não colocar seres humanos em contato com as drogas sem saber quais seriam as reações provocadas. Do contrário estariam cometendo assassinatos.

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  3. E também podem dar errado nas pesquisas

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