13 bem-sucedidas estratégias comunistas para acabar com a religião


Você poderá analisar 13 estratégias já utilizadas em outras nações durante Ditaduras Comunistas.

Os romenos tiveram bastante êxito na desconversão de padres e rabinos utilizando um tática bem interessante. Colocavam um padre e um rabino um na frente de outro. Primeiro ameaçavam o rabino de que se ele não negasse sua fé torturariam o padre. Depois da recusa do rabino eles torturavam o padre. Terminada a tortura era a vez do padre receber a mesma proposta e, em caso de rejeição, o rabino era torturado.

O procedimento era repetido até que, por compaixão, um dos dois negasse seu credo.
1. Separar dos seus ‘aliados estrangeiros’ das comunidades protestantes, e desvincular do seu centro romano as instituições católicas. Sozinhos, mais fracos.
2. Decapitar as comunidades locais, caluniando, ao máximo, os seus chefes: entre os católicos, eram assim considerados os Cardeais, os Arcebispos e os Presidentes das Conferencias Episcopais; entre os protestantes, tal ou tal Bispo calvinista ou luterano, cujo prestígio tivesse repercussão nacional. Que fiquem conhecidos como ladrões, pedófilos e exploradores, de forma genérica.

A campanha de calúnias pode seguir-se de processos e sentenças condenatórias, baseadas em acusações mentirosas. Em certos casos, por motivos táticos, os COMUNISTAS se contentavam com a prisão domiciliar da autoridade religiosa, com proibição de receber visitas e de intervir em atividades pastorais. A coordenação bem planejada desses ataques aparece com muita evidência a quem considera as datas dos processos e das sentenças condenatórias.
3. Destruir a unidade do clero e vincular a igreja a vontade do Estado, suscitando movimentos religiosos pró-governo, aos quais as autoridades civis reservavam as melhores paróquias. Tais sacerdotes eram enviados a todo tipo de reuniões ou manifestações em prol da paz tanto no interior do país quanto no estrangeiro. Seguiam as orientações do Governo, e não as da Santa Sé.
4. Dividir entre si os Bispos, sendo então abertamente favorecidos alguns tidos como ‘compreensivos’, e atacados sem tréguas os ‘durões’ e os ‘reacionários’. Aqueles como posições pró-governo devem ser tolerados, os demais serão chamados de fanáticos, fundamentalistas e terroristas.
5. Romper todos os vínculos que ainda pudessem existir entre os sacerdotes e os fiéis leigos, decretando a dissolução de todas as agremiações religiosas, paroquiais ou de juventude, inclusive as Ordens Terceiras das grandes famílias religiosas: franciscana, dominicana, carmelita, agostiniana.
6. Para evitar todas as modalidades de réplica da Igreja,  nacionalizando todos os seus bens: terras, propriedades, edifícios, etc. Retirar qualquer isenção tributária, assim como confiscar por meio de impostos qualquer outro bem residual, inviabilizando a caridade e o trabalho religioso.
7. Para melhor ensinar a nova ordem social e a compreensão do socialismo em construção, os diversos governos fecharam os Seminários diocesanos e organizaram Grandes Seminários regionais, cujos professores deviam pedir o Beneplácito das autoridades estatais.
8. Para controlar a fidelidade dos eclesiásticos, em cada República Popular foi criado um Comitê governamental de Assuntos Eclesiásticos, cujos funcionários tinham pleno poder de controle, indo até a revogação da autorização de serviço pastoral quando o interessado caia na desgraça dos funcionários.
9. Para evitar toda influência religiosa sobre a juventude, o ensino do Catecismo foi proibido nas escolas e severamente regulamentado nas paróquias.  O materialismo científico e ateu tornou-se disciplina obrigatória no ensino público desde o grau maternal até as Universidades.
10. Para quebrar o dinamismo do pensamento cristão congregações e Ordens Religiosas foram extintas, com exceção das da Polônia e da Iugoslávia em virtude de razões políticas. Na Polônia, durante a ocupação alemã, as religiosas e os religiosos, assim como os presbíteros, pagaram pesado tributo por causa da sua fidelidade à pátria.

Cerca de seis mil sacerdotes poloneses foram internados em campos de concentração nazistas. Seja mencionado, entre outros, o Pe. Maximiliano Kolbe. — Na Iugoslávia, se o Marechal Tito tivesse fechado as Ordens Religiosas, teria sido acusado de hostilidade para com os croatas — coisa que ele queria evitar a todo preço, pois Tito tinha bom número de problemas com ‘os seus’ croatas. . . Por conseguinte, contentou-se com o extermínio de certo número de Religiosos, enquanto outros foram encarcerados, sempre, porém, ‘por motivos pessoais’. . .
11. Paralelamente à destruição das Ordens Religiosas, as escolas, os hospitais e os pensionatos cristãos foram estatizados. Sob a nova direção, todo o espírito cristão desapareceu dessas instituições. Todo professor que quisesse praticar a sua religião, foi imediatamente dispensado. Também na Polícia e no Exército a prática da religião era severamente proibida; o mesmo ocorria nas repartições públicas, quaisquer que fossem.
12. A fim de que ninguém pudesse protestar contra essas medidas vexatórias ou contra as calúnias, não raro, muito grosseiras, disseminadas contra a fé, a imprensa escrita, radiofônica e televisionada foi estatizada e posta sob o constante controle do Departamento de Ideologia e de Propaganda do respectivo Partido Comunista. Todas as tipografias e editoras sofreram a mesma sorte.

Qualquer infrator dessas disposições — autor de folhas volantes clandestinas — era sujeito à pena de dez a vinte anos de trabalhos forçados. Cada máquina datilográfica pessoal era registrada no Departamento de Polícia; antes de poder comprar um mimeógrafo, era preciso que o interessado obtivesse a permissão escrita da Polícia política até 1960; em vários países. . . até o fim da década de 70.
13. Toda crítica ao regime ou ao Governo era passiva de pena. A Polícia política controlava a observância das suas ‘disposições legais’. Até certos vocábulos e certas histórias eram classificadas em categorias sujeitas a penas de um, três, cinco ou até dez anos de prisão ou de campo de concentração.

Anúncios

6 comentários

  1. creio que do mesmo jeito que algumas leis simplesmente “não pegam” aqui no Brasil, o comunismo para um país tão capitalista como o nosso, seria algo que diria não impossível, mas bastante difícil de ser seguido.

    Curtir

  2. Argumentos racionais.

    (Se pudéssemos argumentar racionalmente com uma pessoa religiosa, não haveria pessoas religiosas.) Essa frase que li na internet é uma grande verdade, Ao entramos em diálogo sobre religião, notamos que nossos argumentos racionais são combatidos pelos religiosos com argumentos bíblicos, fugindo totalmente da realidade de uma discussão racional, pois para eles a única racionalidade que existe sobre a face da terra é a Bíblia Sagrada.

    Paulo Luiz Mendonça.

    Curtir

    • Caro Paulo,

      Pelo pouco que você escreveu pude presumir que você é um ateu que tem uma visão bem esteritipada do que viria a ser a religião. Não vejo problema em ver crentes usando a bíblia como argumento quando o argumento é bom e válido. O problema é que na maioria das vezes a bíblia é usada fora de seu contexto, o que torna seus argumentos inválidos.

      É possível sim ter uma discussão saudável com uma pessoa religiosa, pois nem sempre esta se mune de argumentos advindos de seu próprio credo.

      O que você pontuou seria uma verdade dogmática caso todos os religiosos fossem fundamentalistas, como isso não corresponde a realidade sou obrigado a discordar de você.

      Abraço e volte sempre.

      Curtir

Comente com polidez!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s