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Justicativas
É mais que desnecessário dizer que o aborto é um atentado à vida, por mais que se procure justificar sua prática, nenhum de seus defensores arrisca a sofrer na pele aquilo que acha justo que os fetos sofram. As argumentações abortistas a 1ª vista parecem válidas, porém jamais tirarão o caráter criminoso do ato, que não passa pelo crivo do “não faça com os outros aquilo que não quer que façam com você”.

Fetofobia
Infelizmente, há uma epidemia ideológica (fetofobia), em todos os países na busca de justificativas para descriminalizar esta prática, com os mais subjetivos argumentos. No fundo o que se busca é o pansexualismo, os chamados direitos sexuais, o sexo fácil, ideologias do gênero, promovidos por órgãos da ONU, formando uma mentalidade distorcida, oferecendo condições de se viver uma vida sem regras éticas. Para tal feito, a esquerda e a mídia tem tido sucesso em conseguir tratar os fetos como coisas, indignos de vida ou direitos, descartáveis, não-humanos. Alguns políticos, como o deputado Marcelo Freixo, chegam a usar o termo hominização dos fetos para dizer que tais seres não seriam seres humanos.

Sexo irresponsável
Veja bem, o sexo deve ser livre, o que ele não pode ser é irresponsável. A prática sexual é um meio para se perpetuar a espécie, mas jamais um fim em si mesmo. Todos os seres vivos o praticam, mas com a responsabilidade de se auto perpetuar. O ser humano (o único) encontrou, nesta prática, muito mais por um prazer lúdico do que a responsabilidade natural. O que está em jogo é a divinização do sexo pelo sexo, um ato ao qual todos teriam “direito”. Para aumentar tal direito o Estado deveria legalizar o aborto, para que as pessoas tivessem uma preocupação a menos na hora de se promiscuirem.

Pirâmide financeira

Existe uma forma simples de acabar com a economia de um país: destruindo sua previdência. Como o povo envelhece é necessário que jovens entrem no mercado do trabalho para pagarem os benefícios dos aposentados. Esse sistema previdenciário aos moldes de uma pirâmide financeira (onde quem entra paga por quem já trabalhou, sem ter a certeza que alguém entrará no futuro para pagar pelos benefícios dele) é um prato cheio para um desastre. Nos EUA 12% da população é aposentada e custa 6% do PIB do país, já o Brasil gasta 12% do PIB com apenas 6% de aposentados.

Redução de Natalidade
Diante deste quadro, como promover o aumento da promiscuidade e diminuir a natalidade ao mesmo tempo? Aborto! Logo eufemismos surgem como o “aborto seguro”. Assim, existe uma grande oportunidade capitalista, através das clínicas e produtos correlatos. Se cada aborto custa, no mínimo 300 dólares(são feito 1 milhão por ano), calcule quanto lucraria a indústria da morte se tal prática fosse legalizada? Que tipo de poder e de lobby teriam no Congresso? Sabendo que cada parte do corpo do feto custa mais de 100 dólares cada, quanto essa indústria movimentaria?

preços do procedimentos abortivos e custo das partes do feto para venda.

Políticos

É claro, fundações internacionais continuam financiando o movimento abortista, talvez interessados nos lucros ou apenas na redução da natalidade. Enquanto isso, legisladores de esquerda e juízes politicamente corretos insistem em defender essa prática (que é tão vil quanto lucrativa), mesmo contra a vontade do povo.

 

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