Erotização

É comum vermos crianças cada vez mais novas cantando e dançando ao som de refrões carregados de sexualidade, utilizando roupas e calçados impróprios para essa fase. As músicas erotizadas se tornam febre entre meninos e meninas em todo o país, mesmo sem muitas vezes terem conhecimento do que estejam ouvindo ou dançando. Mas qual a influência dessas músicas no desenvolvimento da criança? De que modo a letra de uma canção pode influenciar o comportamento infantil?

Psicologia

Para a psicóloga Aline Maciel, músicas de cunho apelativo com letras que tratem de sexo estimulam a iniciação sexual precoce entre meninos e meninas. Segundo ela, “músicas com uma carga sexual muito forte aliadas a coreografias sensuais fazem com que as crianças tenham acesso a elementos que não são adequados a sua faixa etária, induzindo comportamentos inadequados”.

Precocidade sexual

Como todos sabemos, uma criança não tem condições psicológicas de decidir sobre a sua atividade sexual. Não raramente, são induzidas por familiares ou pessoas próximas a terem suas sexualidades estimuladas (fenômeno conhecido como PEDOFILIA). O fruto desses abusos (que nem sempre não são consensuais) quase sempre causam traumas na vida das crianças. Muitos abusados passam a ter nojo do sexo e outros passam até a ter um comportamento sexual promíscuo em virtude da iniciação precoce.

Esquerda

A erotização das crianças também se dá nas salas de aula, onde crianças são ensinadas desde cedo como fazer sexo “seguro”. Em algumas escolas muitas crianças pré-puberes recebem até preservativos (quando eu estava no ensino público vi isso), para que eles possam fazer sua iniciação sexual. Tudo isso se soma a uma quebra dos paradigmas morais e religiosos, juntamente com uma cultura fortíssima de sexualização infantil, onde o jovem tem que iniciar-se precocemente para reafirmar sua masculinidade no grupo que está inserido.

Resultado

O resultado de todo esse contexto não poderia ser pior: gravidez na adolescência, prostituição infantil e pedofilia. É bom deixar bem claro que enquanto estamos inertes existem associações de pedófilos, como a NAMBLA, já estão militando em favor da legalização do sexo intergeracional consentido. Até mesmo no Brasil já existem intelectuais, como é o caso do “filósofo” Paulo Ghirondelli, que defendem abertamente a quebra desse tabu.

Anúncios