Quais são os interesses econômicos por trás da legalização do aborto no Brasil?


Interesses econômicos

É mais que desnecessário dizer que o aborto é um atentado à vida, por mais que se procure justificar sua prática. As argumentações por mais que possam a primeira vista serem válidas, jamais tirarão o caráter criminoso que está por trás. No entanto, não é somente a ideologia que move os abortistas. Assim como dizia o personagem Garganta Profunda no filme Todos os Homens do Presidente:”Siga o dinheiro!”. Logo, veremos que há interesses econômicos e sociais por trás da legalização dessa prática.

Relatório da Fundação MacArthur sobre o controle populacional. Essas instituições internacionais já a muito tempo têm interesse de controlar a população de países subdesenvolvidos. Enquanto eles promovem o aborto para diminuir a taxa de natalidade, nossos políticos facilitam a vinda de estrangeiros para suprir a falta de pessoas.

Taxa de natalidade

Já estamos mais do que cansados de ver fundações internacionais (como a Fundação Ford) financiando o movimento pró-aborto no Brasil. Dessa forma assistimos o capital internacional tentar influenciar medidas públicas do Brasil. Mas porquê? Se cada aborto custa 300 dólares e são feitos mais de 1 milhão de abortos no Brasil, façam as contas. O mercado da morte é um negócio altamente rentável.

Quanto custa um aborto “legal”?

O custo de um aborto depende de muitos fatores, tais como quanto tempo da gravidez, o tipo de procedimento, anestesia que é utilizada e do tipo de instalação (clínica, consultório médico ou hospital). Em geral, porém, as mulheres fazer um aborto entre 6 e 10 semanas de gestação podem esperar pagar cerca de 350 dólares em uma clínica de aborto e U$ 500 em um consultório médico. Fornecer abortos mais tarde na gravidez é um pouco mais complicado, e é geralmente mais caro. Por exemplo, com 16 semanas de gestação, clínicas de aborto geralmente cobram cerca de U$ 650 e consultórios médicos geralmente cobram em torno de U$ 700. Após a 20 ª semana, o custo sobe para acima de U$ 1.000.

Quanto custa uma vida? Fetos humanos são valiosos para a indústria de comésticos. Por isso muitas vezes o feto é congelado e vendido, o que torna a indústria do aborto ainda mais lucrativa.

 

 Tabela de Gastos por Serviço (US$)
Material não processado (> 8 semanas) 70
Material não processado (<= 8 semanas) 50
Fígado (<= 8 semanas) 150
Fígado (> 8 semanas) 125
Baço (<= 8 semanas) 75
Baço (> 8 semanas) 50
Pâncreas (<= 8 semanas) 100
Pâncreas (> 8 semanas) 75
Timo (<= 8 semanas) 100
Timo (> 8 semanas) 75
Instestino e Mesentério 50
Mensetério (<= 8 semanas) 125
Mensetério (> 8 semanas) 100
Rim c/s gl. supra renal (<= 8 semanas) 125
Rim c/s gl. supra renal (> 8 semanas) 100
Braço (qualquer) 150
Cérebro (<= 8 semanas) 999
Cérebro (> 8 semanas) 150
Glândula Pituitária (> 8 semanas) 300
Osso da Medula (<= 8 semanas) 350
Osso da Medula (> 8 semanas) 250
Orelha (<= 8 semanas) 75
Orelha (> 8 semanas) 50
Olhos (<= 8 semanas) 75
Olhos (> 8 semanas) 50
Pele (> 12 semanas) 100
Conjunto Pulmão e Coração 150
Cadáver intacto de embrião (<= 8 semanas) 400
Cadáver intacto de embrião (> 8 semanas) 600
Intact Calvarium 125
Tronco completo (c/s braços) 500
Gônadas 550
Cordão umbilical (congelado LN2) (Cord Blood) 125
Coluna Vertebral 150
Medula Espinhal 325
Preços vigentes até 31  de dezembro de 1999
Fonte: LDI-Life Dynamics Incorporated Post Office Box 2226 – Denton, Texas 76202
 Protocolo Confidencial Maio – Agosto de 1999
Tabela de Preço – Embriões      
Catálogo A-Embrião/Feto-Vigência 6/98      
       
 Procedimento Idade Gestacional Fresco Congelado
2º trimestre D&E 13-24 semanas $90,00 $130,00
1º trimestre Aspiração 06-12 semanas $220,00 $260,00
aborto espontâneo 06-40 semanas $240,00 $280,00
Fonte: Alberta Report, 25 de agosto de 1999 – Medicina

Referências

1-Centros para Controle e Prevenção de Doenças. Resumos de vigilância, 29 de novembro de 2002. MMWR 2002:51 (No. SS-9).

2-Henshaw S, LB Finer, a acessibilidade aos serviços de aborto nos Estados Unidos de 2001, Perspectivas sobre a Saúde Sexual e Reprodutiva, Volume 35, Número 1, Janeiro / Fevereiro de 2003.

3-Grimes DA. Os médicos que prestam Abortos: Os rankings desbaste, Obstetrícia e Ginecologia, 1992, 80: 719.

4-Instituto Guttmacher, Revisitando o financiamento público do aborto para as mulheres pobres,

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Um comentário

  1. depois dizem que a vida não tem preço (muito pouco por sinal)…
    piadas a parte, é lamentável saber oque para alguns isso não passa de um controle de natalidade, para outros um modo fácil de ganhar dinheiro, e para muitos uma saída rápida para seguir adiante com o comodismo de uma vida sem a responsabilidade de dar a luz e criar um filho não planejado…
    a única parte que sai prejudicada nisso tudo é o bebê que não vai mais nascer,
    um preço a ser pago com sangue consentido pela pessoa que para a maioria de nós seria aquela cujo sentimento de amor é quase que um instinto natural para com suas crias.
    Essa prática só deveria ser valida como opção em ultimo recurso, caso a gravidez seja de alto risco para a mãe, ou a criança apresente ainda dentro do útero alguma doença que a impossibilite de nascer viva, é inaceitável que nossos governantes vejam essa prática desumana e covarde de forma tão natural como se estivessem lhe dando com um paciente que vai ao dentista para extrair um dente.

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