Africa do sul: a capital mundial do estupro



Estupro no colégio

Segundo um relatório divulgado ontem pela organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, estudantes sul-africanas estão sendo estupradas por colegas e professores em números alarmantes. As garotas, segundo o relatório, são atacadas nos banheiros das escolas, em classes vazias, corredores e dormitórios. Professores abusam de sua autoridade para molestar as meninas, muitas vezes ameaçando agredi-las ou prometendo melhores notas ou até mesmo dinheiro.

HIV
A epidemia de Aids na África do Sul, que possui 4,7 milhões de infectados -o maior número de pessoas vivendo com o vírus HIV no mundo-, agrava ainda mais o problema. Muitas vítimas de estupro estão morrendo de Aids. Uma mulher estuprada tem 25% de chances de contrair o vírus.

Capital do estupro

Johannesburgo, o centro comercial do país, ganhou fama de “capital mundial do estupro”.Há denúncias de bebês de apenas alguns meses que morreram ao ser estuprados, e muitas vítimas temem sofrer represálias do estuprador e de amigos dele se denunciarem o crime à polícia. De acordo com um estudo realizado por autoridades municipais de Johannesburgo, 1 em cada 4 sul-africanos cometeu o crime de estupro antes de completar 18 anos.

Estatísticas sulafricanas

Cerca de 80% dos entrevistados creem que as mulheres tenham sido responsáveis pela violência sexual, e 30% disseram que elas “pediram” para ser estupradas. Dos 28 mil homens entrevistados, 1 em cada 5 acha que as mulheres gostaram do estupro.

Estupro corretivo
Lésbicas em certas partes da África do Sul também enfrentam um ambiente perigoso. Muitas pessoas estupram lésbicas (uma prática conhecida como estupro corretivo )  para “convertê-las” para a heterossexualidade.

Estupro de homossexuais

3,5% dos homens sulafricanos já foram forçados a ter relações sexuais com outros homens.

Cultura do estupro

O governo, em seu relatório, afirma que o patriarcado é o culpado por essa alta incidências. Os autores de estupro na África do Sul tendem a ser homens conhecido da vítima. Um marido mata a mulher a cada 6 horas na África do Sul. Muitos homens e mulheres dizem que o estupro não pode ocorrer nos relacionamentos, no entanto, uma em cada 4 mulheres relatam ter sido abusada por um parceiro.

Camisinha anti-estupro

Uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que  chamou a atenção. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo que lhe disse “Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo.” O produto parece um tubo, com fisgas no seu interior. A mulher coloca-o como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex.

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