Radar da bizarrice: Na Califórnia, transgêneros ganham o “direito” de entrar no banheiro feminino


Notícia: Huffington Post

California Gov. Jerry Brown has signed a groundbreaking bill which will allow transgender youth to use whatever bathroom and participate on whichever sports team they believe matches their gender identity. Traduzindo, o governador democrata da Califórnia assinou uma lei que permite que estudantes transgêneros usem o banheiro que quiserem. Além disso, também poderão escolher qual a modalidade de esporte(feminino ou masculino).

Efeito Edinanci

Agora imaginemos uma pessoas transgênera que tenha barba, 2 metros de altura, uns 70 quilos e queira ingressar no time feminino de futebol. Fica evidente que a disparidade física tornará a atividade esportiva desleal e perigosa para as outras mulheres “de verdade”.

Banheiros transgêneros

Segundo o Filósofo Olavo de Carvalho, essa medida não poderia ter sido pior. Abaixo seu comentário sobre esse tema:

 

Transgêneros” podem agora entrar em banheiros femininos, mostrando os pintos à vontade. A lei não esclarece nem mesmo se têm de estar vestidos de mulher nessa ocasião ou se a mera declaração de “sentir-se mulher” basta. Também não esclarece se o referido direito se aplica somente aos transgêneros homossexuais ou também aos bissexuais ou mesmo drag queens heterossexuais, que só têm atração por mulheres mas só ficam excitados sexualmente quando imaginam ser mulheres eles próprios.

 

 

Dilema

Esse é um tema polêmico e delicado. Ninguém quer ser preconceituoso com ninguém, todavia essa medida parece abrir brecha para uma série de desconfortos. Atualmente muitos transgêneros têm sua consciência violado ao serem “obrigados” a ir no banheiro masculino. O único motivo que os obriga a ter que ir a esse tipo de banheiro é a anatomia de seus corpos, “semelhante” ao corpo de um homem.

Que se danem os homofóbicos que discordam

O problema em permitir que os transgêneros usem o banheiro feminino (na minha faculdade eles podiam) é que muitas mulheres sentiam-se extremamente desconfortáveis em ter que dividir o banheiro com “um homem”. Dessa forma, para beneficiar os transgeneros (menos de 1%), uma parcela considerável das mulheres (50%) ficava constrangida, e, para não serem taxadas de homofóbicas, acabavam ficando caladas. Esse é um claro caso do interesse da minoria sobrepujando o da maioria.

 

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