Amityville

Suspeito de matar quatro membros da família, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, fez uma postagem em rede social, no ano passado, em que citava o massacre de Amityville. O caso aconteceu em 1974, nos Estados Unidos. Um jovem de 23 anos matou os pais, dois irmãos (de 9 e 12 anos) e as irmãs (de 13 e 18 anos). A postagem pode ajudar a traçar um perfil dele e reforçar a tese da polícia.

Principal suspeito

A principal linha de investigação aponta o menino como o principal suspeito da morte dos pais, da avó e da tia-avó. Os cinco corpos, incluindo o do menino, foram encontrados no começo da noite de segunda-feira (5), dentro de casa, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo. Nesta sexta-feira, a polícia ouviu mais depoimentos de professores e parentes. O professor de educação física do menino foi um deles e confirmou que o aluno era canhoto. A informação é do presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Arles Gonçalves Júnior, que estava presente durante a oitiva.

Canhoto
A informação é importante porque reforça a tese da polícia de que o jovem era canhoto, o que justificaria a arma usada para matar a família estar na mão esquerda do garoto e o tiro ter sido disparado do lado esquerdo de sua cabeça, o que caracterizaria o suicídio. Familiares haviam contestado a versão da polícia e afirmaram achar que o menino era destro.

Dopadas

Fontes da TV Record informaram que as 4 pessoas mortas estariam dopadas. As mesmas fontes informaram ainda que uma análise feita pelo IC (Instituto de Criminalística) no computador que estava na casa das vítimas também indica que, dias antes do crime, alguém pesquisou como dopar pessoas e como conseguir um sono profundo. A SSP (Secretária de Segurança Pública) divulgou nota negando haver “qualquer laudo preliminar relativo ao caso das mortes do casal de PMs e familiares ocorridas na Vila Brasilândia”. A informação foi confirmada pelo IC pelo e o IML (Instituto Médico Legal).

Fonte: Cotidiano

Comento

Caso essa postagem realmente ter sido publicada, realmente será um indício de que poderia ter sido um crime premeditado. Ainda assim, isso não prova nada. Por exemplo, só porque e estou postando matérias sobre esse caso não significa que eu pretendo matar minha família.
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