Primeiramente, vamos ler uma parte de uma entrevista do João Kléber ao site O Fuxico.

OF: No programa, você conta com a participação de uma plateia humorada e histórica. Tanto que tem de volta a Suzete, a senhora que sempre tem comentários ácidos. Como foi reencontrá-la?

JK: Quando voltei ao Brasil, a Suzete mandou um e-mail, dizendo que gostaria de participar de novo de um programa meu. Quando fiz o Teste, a convidei e ela realmente faz parte do folclore dos meus programas. O mais legal é que a participação da plateia está maior e que muita gente jovem está querendo participar também.
OF: O que diria para quem fala que o programa é armado?

JK: Fiz questão de mostrar os equipamentos e como é feita a gravação do teste para o telespectador no último programa. As seis câmeras tem alta qualidade de imagem e estão localizadas em pontos estratégicos. Algumas atrás do espelho e outras espalhadas. Eu digo que não é armado, mas se as pessoas acham que é, então deixa isso na cabeça de cada um.

Suzete UFC 1.
Suzete UFC 2.

Agora vejam a matéria sobre a Suzete feita pelo site Rede Bom Dia:

Pelo menos uma vez por semana, Suzete sai de sua casa no Jardim Ibirapuera e percorre mais de 50 quilômetros para chegar em Osasco. Um percurso longo que ela faz com gosto: a vendedora de produtos de beleza de porta em porta não perde um dia de gravação do “Teste de Fidelidade”, programa de João Kleber na RedeTV!.

Desde a primeira passagem do apresentador pela emissora, no início da década passada, ela bate cartão no auditório dos programas dele. Só ficou “famosa”, porém, quando deixou de ser uma mera espectadora para fazer parte do show. É ela quem dá lições de moral nos adúlteros que passam pelo palco da atração. “É vagabundo, João!”, grita para um. “Você precisa se dar o valor”, segue aconselhando a mulher traída da vez. Tudo isso, garante, sem ganhar cachê.

Vou porque amo me divertir”, jura Suzete, que foi “descoberta” pelo ídolo em outro “telebarraco”, o “Tarde Quente”. “Era sobre uma filha que roubava o cartão de crédito da mãe idosa e batia nela se reclamasse”, recorda-se. Suzete foi defender a senhora da filha ingrata e acabou saindo no tapa com a agressora, “tudo ao vivo”. “João Kleber adorou e me convidou para ir sempre ao programa”, resume. Não por acaso, na época do Orkut, ela tinha até comunidade de fãs. “Eu não gosto de ser arrogante, mas é verdade, eu estou me sentindo famosa. Porque as pessoas aprenderam a gostar de mim”, afirma ela, que chega até a dar autógrafos.

Potiguar de Natal, Suzete tem 47 anos, é evangélica e divorciada. Tem dois filhos e dois netos, mas é nos bastidores dos programas de João Kleber onde ela se realiza. Durante a ausência de Kleber da TV brasileira – ele saiu em 2005 e só voltou a ter um programa neste ano –, ela conta ter sofrido de depressão. “Precisei ir a um psiquiatra para me conformar. Chorei muito, fiquei muito triste. Não me conformava por ter perdido a chance de ficar do lado dele.”

Suzete gosta de ver novelas, filmes de ação e pegadinhas na TV. Adora ficção e, talvez por isso, não se incomoda quando lhe perguntam se os “Testes de Fidelidade” são armados. “Para mim, as brigas são verdadeiras. Já até machuquei os meus dedos gravemente”, justifica ela. 

Comento

1-Prestem atenção. Ela não se incomoda quando dizem que o Teste é combinado. Por que será? Será que é porque ela sabe de alguma coisa que nós não sabemos?

2- Evangélica? Que tipo de cristão vem de tão apenas para ficar apontando o dedo para a cara dos outros? Essa é uma atitude hipócrita e anti-cristã. Se ela de fato fosse uma boa religiosa jamais demonstraria seu ódio contra o pecador, e sim contra o pecado.

3- A Suzete parece ser gente boa. Provavelmente não sabe se o programa é combinado – ou simplesmente não se importa. Ao que tudo indica, o que é realmente relevante pra ela é a fama. Parece que o Teste é uma fuga pra ela, que deve ter uma vida bastante pacata e desinteressante.

4- O certo é que a participação dela é combinada, que ela foi realmente convidada para todos os Testes opinar sobre o testado, além de que todo domingo, ela está cada vez mais produzida. Certamente nunca veremos a Suzete falando que entende a situação da traidora. Ela está lá por uma razão: esculachar os outros.

5- A Suzete simboliza a psiquê da audiência do programa. O telespectador assiste torcendo para que a pessoa traia e depois quer julgá-la por ela ter caído na tentação. Esse é um esteriótipo da nossa sociedade hipócrita e safada, que jamais se põe no lugar dos outros e está sempre pronta para discriminar quem erra.

Olha a Suzete dançando (E PERDENDO A LINHA) ali em cima, na ponta direita. Até semana que vem pessoal!

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