Perícia

As primeiras informações da perícia sobre a chacina ocorrida na casa da família Pesseghini levam a polícia a trabalhar com a hipótese de que o sargento  Luiz Marcelo Pesseghini foi morto de 12 a 18 horas antes da mulher, a cabo Andréia Regina Bovo Pesseghini. Os horários em que cada um morreu só serão confirmados após a conclusão do laudo dos legistas, mas essa diferença reforça a suspeita sobre o filho do casal, Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, segundo a polícia. O menino ainda teria matado a mãe de Andreia, Benedita de Oliveira Bovo, de 65 anos, e uma irmã dela, Bernardete Oliveira Silva, de 56, e depois se suicidado.

Investigações

Segundo as investigações, Marcelo atirou contra o pai enquanto a mãe não estava em casa. A posição em que Andreia foi encontrada – agachada – leva os policiais a crer que ela chegou e estava observando o que havia ocorrido com o marido, quando levou um tiro na nuca.

Os assassinatos aconteceram em duas casas que ficam no mesmo terreno onde morava a família. Outras pistas já divulgadas pelo delegado responsável pelo caso, Itagiba Franco, indicam que o garoto saiu de carro durante a madrugada após os assassinatos, foi a escola, voltou para casa e, então, se matou. Os corpos foram encontrados na tarde de segunda-feira.

“Sabia atirar e dirigir”

O delegado Itagiba disse nesta quinta-feira que o garoto sabia “sabia dirigir e atirar”, porque aprendeu com os pais. Um policial identificado como Neto prestou depoimento, onde reforçou essa informação. Neto mora na rua da família morta e foi o primeiro a chegar no local do crime. 

Mídia

A mídia está fazendo um extremo papelão sobre esse caso, tentando colocar a culpa no jogo. Deixa eu entender: um pai ensina seu filho a atirar e deixa uma arma ao alcance dele, depois ocorre uma chacina e a culpa é do joguinho que ele jogava? Ora bolas!

Teoria da conspiração

A polêmica sobre a autoria da chacina motivou a criação de uma página no Facebook que contesta a versão de que o filho dos PMs teria matado a família. Intitulada “Não foi o Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini“, a comunidade pede mais rigor nas investigações e diz acreditar na inocência do estudante. O perfil contrapõe as versões das polícias com trechos de depoimentos de vizinhos e familiares. Um dia após sua criação, mais de três mil usuários já curtiram a página.

Fonte: Cotidiano

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