Cotas para professores gays: 10 motivos para ser contra esse absurdo!


PT e as cotas

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) denunciou ano passado no Plenário da Câmara, uma proposta do PT de criar cotas para professores gays em escolas do 1º grau. Bolsonaro afirmou que o projeto é apoiado pela presidente Dilma Rousseff e propõe que cada escola pública do ensino fundamental tenha um número mínimo de vagas no corpo docente reservado para professores homossexuais. O projeto seria apenas uma das muitas mudanças sugeridas pelo PNDH3.

10 motivos para ser contra as cotas para professores gays no ensino público

1- Injustas

Cotas são intrissecamente injustas, sejam para negros, índios, brancos, gays, héteros ou para qualquer grupo. A grosso modo, cotas se consistem no “direito” que alguns grupos escolhidos têm para não disputarem uma vaga em igual posição com os demais. Como resultado, cotas SEMPRE fazem com que a média da nota de aprovação seja reduzida, pois muitas pessoas com notas baixas passam apenas porque recorrem às cotas. Portanto, cotas apenas combatem o mérito e aprovam candidatos menos preparados intelectualmente.

2- Prioridade

No Brasil o ensino é péssimo. O professor ganha uma verdadeira miséria. Realmente será que o PT acha que a prioridade é colocar professor gay para os alunos? Será que o correto não seria valorizar o profissional e oferecer-lhe boas condições de trabalho?

3- Precedente

Cotas abrem precedentes para mais cotas. É impossível oferecer cotas para negros e não querer que depois os índios peçam cotas para eles. Todos os grupos que se veem como injustiçados passam a demandar cotas. Afinal, se eles podem, nós também podemos. Sendo assim, a cota usando critério “racial” já é um absurdo sem tamnho, uma vez que a única diferença entre um branco e um negro é estética – ambos possuem o mesmo potencial. Já que a estética pode virar critério para cotas, em breve demandarão cotas para anões, gays, grupos religiosos e tudo o que grupo vitimizado.

4- Heteronormatividade

Existe um motivo pelo qual o PT quer colocar professores gays no ensino fundamental. Eles querem desconstruir a heteronormatividade. Já que, desde criança, a população será obrigada a conviver e ser influenciado por professores gays, muita gente irá começar a crer que a homossexualidade é tão normal quanto a heterossexualidade.

5- Condição

Eu não vejo problema nenhum em uma pessoa gay passar pelo mérito num concurso e ser professor no ensino fundamental. O problema é que colocando as cotas esse professor gay sabe que passou para aquela vaga porque é gay. Sendo assim, existe uma vinculação ideológica muito mais pesada, que pode vir a comprometer o pragmatismo do profissional

6- Influência

Da mesma forma que hoje nas escolas vemos professores religiosos impondo sua fé aos alunos vemos também muitos professores marxistas fazendo propaganda de sua não-fé, e praticamente fazendo uma doutrinação ideológica no corpo discente. Agora imaginem colocar nessa equação um profissional cotista (que geralmente passa com média inferior aos não-cotistas) e que muitas vezes carrega uma ideologia política ligada ao movimento LGBT. Não seria desonesto imaginar que, da mesma forma que o professor religioso e o marxista, também podem haver casos de doutrinação. É bom levar em consideração que um infante em tenra idade não tem condições de discernir sobre o que lhe está sendo apresentado no colégio.

7- Qualidade

Quase sempre (não, sempre), as cotas fazem com que algumas pessoas (os cotistas) passem com uma nota inferior a média dos não-cotistas. Sendo assim, as cotas arrastam para baixo a nota média e fazem com que muitos bons candidatos não sejam aprovados. Portanto, cotas iriam trazer pessoa menos qualificadas enquanto afastariam profissionais qualificados. Como no ensino o papel do professor é mais do que fundamental para a evolução dos alunos, trazer professores piores traria uma consequência negativa no rendimento dos alunos.

8- Critério

Como descobrir se alguém é ou não gay? Essa é uma questão polêmica. Já que existem cotas para gays, muitas pessoas irão afirmar que são homossexuais apenas para preencher essas cotas. Não existe um exame ou um atestado que comprove a orientação sexual do sujeito. Dessa forma, é praticamente impossível definir com exatidão se os candidatos que afirmam que são gays de fato são homossexuais.

9- Necessidade

Eu não entendo o porquê da necessidade de haver cotas para professores gays. Já está mais do que provado que homossexuais são tão ou mais competentes do que héteros. Muitas pesquisas apontam que eles inclusive possuem escolaridade e renda média superior a dos héteros. Por que motivo eles iriam precisar dessa “ajudinha”?

10- Nuance

Psicólogos hoje sabem que existem bem mais nuances entre a heterossexualidade e a homossexualidade do que podemos imaginar.

Kinsey aplicou sua perícia no estudo da sexualidade humana, do que resultou a “Escala Kinsey” de orientações sexuais masculinas, com seis tipos assim definidos: 0. heterossexual exclusivo; 1. hétero ocasionalmente homossexual; 2. hétero mais do que ocasionalmente homo; 3. igualmente hétero e homo (“bissexual”); 4. homo mais que ocasionalmente hétero; 5. homo ocasionalmente hétero; 6. exclusivamente homossexual.

Logo, como nossa sociedade é heteronormativa, apenas admitimos a classe 1 como heterossexual, considerando os elementos de 1 a 6 como gays. Portanto, se Kinsey está certo, não há motivos para haver cotas para gays, uma vez que a nuance da sexualidade humana adentra em qualquer lugar. Além do mais, o quanto gay uma pessoa teria que ser, de 1 a 6, para ter direito a uma cota para homossexuais?

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4 comentários

  1. aff caso um professor hétero não conseguisse a vaga e só ele alegar ser homo ninguém pode pedir para ele ”provar” isso.
    mais uma mostra de como nosso gayverno perde tempo e recurso com bobagens ingenuas e infantis

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  2. sou gay… mas isso eh um absurdo ! Qual é o fundamento desta merda? Isso só pode ser brincadeira. É rir pra não chorar com este país. Ah me lembrei que este país é o mesmo que paga “auxílio- reclusão” (vulgo: bolsa -bandido) … é de dar nojo.

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  3. Concordo com todas menos com a 4, esse negocio de influencia nao cola,nos crescemos convivendo com assasinatos, roubos e estrupos e nao foi por isso que assasinato, roubo e estrupo virou uma coisa normal.

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