Parabéns! Ativistas gays invadem evento religioso e Marco Feliciano manda prendê-los!


Fonte: Gnotícias

Bando de frouxos

Já não é de hoje que eu digo que os religiosos brasileiros são frouxos quando permitem que gayzistas e feminazis invadam seus templos e seus eventos para zombar de seus credos. Essa tolerância apenas alimenta esses grupos radicais, que se sentem no direito de continuar com suas táticas criminosas.

Feministas na JMJ

No sábado passado um grupo de feminazis escarneceu da imagem da Nossa Senhora na praia de Copacabana, no momento em que JMJ estava ocorrendo. Eles usaram o crucifixo como se fosse um biquini, “defecaram” imagens de santos, simularam masturbação com a estátua de Nossa Senhora e para finalizar, quebraram todos os objetos. Esses marginais cometeram 3 atos ilícitos: 1- organizaram manifestação onde outra já estava ocorrendo; 2- atentado violento ao pudor; 3- perturbaram cerimônia religiosa(art 208 do código penal). O que aconteceu? Nada. Ninguém foi preso.

Atrás das grades

Felizmente, a mamata desses marginais parece estar com os dias contados. O polêmico deputado Marco Feliciano, afrontado durante um culto em Santarém, fez uso de seus direitos constitucionais e ordenou a prisão de radicais LGBT´s que perturbavam um culto religioso que estava sendo ministrado em ar livre. Os marginais não aceitaram sair do local e entraram em confronto com as forças policiais.

Eu mesmo estou cansado de ouvir relatos de gayzistas, feministas e militantes ateístas entrando em igrejas para xingar todo mundo. Sempre tudo fica por isso mesmo. Isso tem que acabar. Prendam esses canalhas! Eles têm todo o direito de se expressarem fora do lugar de culto. O lugar de culto é protegido pela constituição, não podendo ser profanado.

Leiam as leis e busquem seus direitos:

1- PERTUBAR CULTO

Art. 208 Código Penal- Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

2- Marcar manifestação para lugar de outra já previamente marcada

Art 5 da Constituição Federal XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

3-ATO OBSCENO
Art. 233 – Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena – detenção, de 3 meses a 1 ano, ou multa.
– ato obsceno: é o ato revestido de sexualidade e que fere o sentimento médio de pudor – ex.: exposição de órgãos sexuais, dos seios, das nádegas, prática de ato libidinoso em local público, micção voltada para a via pública com exposição do pênis, “trottoir” feito por travestis nus ou seminus nas ruas etc.
– lugar público: é o local acessível a número indefinido de pessoas – ex.: ruas, praças, parques etc.
– lugar aberto ao público: é o local onde qualquer pessoa pode entrar, ainda que sujeita a condições, como pagamento de ingresso – ex.: teatro, cinema, estádio de futebol etc; não haverá o crime se as pessoas pagam o ingresso justamente para ver show de sexo explícito.
– lugar exposto ao público: é um local privado, mas que pode ser visto por número indeterminado de pessoas que passem pelas proximidades – ex.: janela aberta, terraço, varanda, terreno baldio aberto, interior de automóvel etc.; se o agente só pode ser visto por vizinhos, Nélson Hungria entende não haver o crime.
– entende-se não haver crime se o ato é praticado em local escuro ou afastado, que não pode ser normalmente visto pelas pessoas.
– é autor indireto do crime, aquele que se utiliza de um inimputável para a prática do delito – ex.: homem que treina macaco para praticar o ato.
– palavras e gestos obscenos: não caracteriza este crime, mas pode configurar “crime contra a honra” ou a contravenção penal de “importunação ofensiva ao pudor”.
– sujeito passivo: a coletividade (diretamente) e a pessoa que presenciou o ato (eventualmente).
– o tipo não exige que o agente tenha finalidade erótica; o fato pode ter sido praticado por vingança, por brincadeira, por aposta etc.
– consumação: com a prática do ato, ainda que não seja presenciado por qualquer pessoa, mas desde que pudesse sê-lo, ou, ainda, quando o assistente não se sente ofendido.

Conclusão

Antes de exigirem respeito, respeitem os outros. O direito de protesto não é maior que a liberdade de culto dos outros.

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