A marcha das putas


Não podemos tolerar essas atitudes extremistas do gayzismo e do feminazismo. Esses marginais acham que podem tudo. Não, Não podem. Eles infrigem a lei (art 208 e 233 do CP). O mais interessante é que, quando um pastor chutou uma santa, a mídia caiu de pau em cima dele. Agora, que são grupos esquerdistas alinhados com a mídia, ninguém fala nada. Esses canalhas são tão patifes que escondem o rosto com medo de represálias, ou seja, não tem nem hombridade nem moral para assumir a responsabilidade por seus atos.

perspectivas

« Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polémico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objecto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal acto assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho. »

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Um comentário

  1. UM POUCO SOBRE CIVILIZAÇÃO E BARBÁRIE

    UM POUCO SOBRE CIVILIZAÇÃO E BARBÁRIE

    Não há nenhuma novidade no que vou dizer, mas é importante lembrar. No ser humano concorrem dois princípios básicos: o princípio civilizatório, que busca a realização dos valores mais elevados, como respeito, cuidado, amor, dignidade, harmonia e paz. O outro princípio busca as realizações mais egoístas e animais, como a sexualidade, a agressividade, a beligerância e, no extremo, o desejo de exterminar o outro.
    Porque trago isso aqui para este meu blog?
    Veja essas imagens acima? Observe as duas fotos de cima? Observe as duas fotos de baixo? As primeiras são de uma “manifestação” autodenominada “Marcha das Vadias”. As últimas, fotografias da Jornada Mundial da Juventude encerrada há poucos dias, no Rio de Janeiro.
    Mas o que pretende mesmo a “Marcha das Vadias”? Fui a seu site oficial marcha das vadias.org buscar informações. Lá pude constatar que seu objetivo principal é a legalização do aborto indiscriminado. Sou contra a legalização do aborto, mas ninguém precisa concordar comigo se é questão de opinião e por isso não vou discutir aqui e agora a questão do aborto. O ponto aqui é outro: como lutar por suas crenças?
    As autodenominadas “vadias” podem lutar pelo que bem quiserem (de resto, previsto na Constituição), mas será que nenhum limite deve ser respeitado? Não é uma afronta mulheres peladas com frases acintosas a santos católicos e à Nossa Senhora se meterem em uma celebração católica? Houve, também, “vadios” quebrando crucifixos e pisoteando imagens de Nossa Senhora Aparecida. Pense você: fosse o contrário, católicos se metendo em “marchas de abortistas” ou “paradas de orgulho gay” e afrontando os abortistas e o gays exibicionistas (a imensa maioria dos gays não é exibicionista) seria aceitável? Então porque o contrário deve ser? Aqui, demonstro e denuncio os “dois pesos, uma medida” da imprensa brasileira, totalmente submetida às chamadas minorias influentes. Calam-se quando o afrontado é uma religião ou um grupo conservador, mas esguelam a mais não poder quando os ativistas recebem qualquer tipo de contrariedade.
    Mais uma reflexão. Havia 3 milhões de católicos na praia de Copacabana e mil (isso mesmo, 1 milzinho) “vadias”. Nenhuma delas recebeu sequer um beliscão. Ficaram ali afrontando e sendo solenemente desprezadas. Pergunto a você: fosse o contrário, o que ocorreria a mil católicos em meio a 3 milhões de ativistas abortistas/etc? Seriam xingados? Seriam maltratados? Seriam espancados? Seriam linchados? Ou seriam tudo isso?
    Aqui cabe a pergunta: quem são mesmos os intolerantes? Quando você, seja qual for seu credo, ouvir dizer que “os católicos são intolerantes” ou “os evangélicos são intolerantes” pense na cena relatada: três milhões de católicos protegendo, de verdade, mil “democratas” de mentira. Quem está com a civilização? Quem está com a barbárie?

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