Manifestantes organizam beijaço e peitos de fora em protesto contra o papa (Marco Feliciano comenta)


Protesto contra o papa

A turma que vem organizando protestos para todos os gostos no Rio de Janeiro prepara um para o papa Francisco. Cerca de 200 pessoas já confirmaram presença pelo Facebook no topless coletivo, marcado para hoje, às 16 horas, em frente ao Hotel Copacabana Palace. E outros 2 600 manifestantes deverão comparecer, também às 16 horas, a um beijaço no mesmo lugar. Não por acaso.

Francisco vai celebrar uma missa em Copacabana, com previsão de público de 1,5 milhão de pessoas, às 18 horas.
Fonte: Por Lauro Jardim – Veja

Dois pesos e duas medidas

Marco Feliciano está enciumado com a receptividade que o papa Francisco vem recebendo no Brasil. Agora resolveu comparar-se ao pontífice. Diz Feliciano:

O papa é político, eu também. Assim como eu, o papa condena casamento de pessoas do mesmo sexo, a descriminalização das drogas e o aborto. Mas, no caso dele, a mídia aplaude. Por que o papa é tratado como popstar, ovacionado, e eu, tão atacado?

Fonte: Por Lauro Jardim – Veja

Comento:

1-Isso é um absurdo. Por quê?

1- Atentado violento ao pudor é crime.

2- Violar culto é crime.

3- Nossa Constituição veda marcar protestos em lugares onde outro evento já foi agendado. Isso tem a finalidade de mitigar conflitos.

2- Radicalismo

Em primeiro lugar não devemos generalizar. Não devemos julgar todos os gays e todas feministas pelo desrespeito que esses radicais vem fazendo contra o papa. Existem radicais em todos os grupos e não devemos tomar a parte pelo todo.

3- Coitadismo Feliciano

O comentário de Feliciano fugiu completamente do senso das proporções. Existe um abismo que separa o papa ( o maior líder religioso da Terra) de um mero pastor brasileiro. O diferente tratamento da mídia entre o papa e os pastores brasileiros se dá devido a um simples motivo: diferente do papa, toda a notoriedade que Feliciano e Malafaia adquiriram na mídia se deu por causa de polêmicas envolvendo casamento gay, aborto e legalização da drogas.

11 comentários

  1. ele tem que aparecer, por ele não fala das irregularidades dele, aí ele iria aparecer mais ou pintar o caneco de vermelho, e sair rodando a bolsinha, como bixa irrutida que ele é!

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  2. É um absurdo. Escrevi esse post de tarde e agora já recebi uma notícia pelo face de que houve confronto entre alguns manifestantes(marcha das vadias) e os peregrinos.

    http://www.paraiba.com.br/2013/07/27/32126-peregrino-da-jmj-cospe-no-rosto-de-manifestante-da-marcha-das-vadias

    Estou cansado de estar certo!

    Odailson, seu comentário deixou dúbio se você estava chamando o papa ou o feliciano de “bixa irrutida”. Ainda assim, não há prova de que nenhum deles seja homossexual, e mesmo se fossem, deveriam ser julgados pelo seu caráter, e não pela sua orientação sexual.

    Religião é um tema delicado. Respeitar é fundamental. Quem não respeita a religião dos outros são esses manifestantes de esquerda que afrontam o papa, os crentes e qualquer um que passa pelo caminho deles.

    Abraços

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  3. Ta certo o FELICIANO porque não se revoltam contra o Papa ele tbm é contra o casamento gay… (arggg …desculpe, senti nojo), só de fala nesta porcaria já me da nojo.

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    • Obrigado pelo comentário Moisés.

      Só tem um porém, nojo de gays é considerado comportamento homofóbico. Esse comentário desrespeita os leitores gays. Dessa vez passa.

      Abraços. Volte sempre.

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    • Moisés, se vc sente nojo do casamento entre gays, tudo bem, eu também não acho uma coisa ‘linda’, mas devemos nos colocar no lugar dos outros também. Imagina uma pessoa, desde sua infância, vê beleza ou atração física ou amor apenas as pessoas do mesmo sexo. Isso é triste pois essa pessoa se for temente a Deus e religiosa passa a vida toda acreditando que vai pro inferno. Ai essa pessoa tenta se livrar disso, ficar só na vida e não se dar o direito de se casar, de ter alguém pra lhe dar amor. Então começa a sentir uma imensa tristeza. E deixa de ver sentido na sua vida. Não sou a favor de beijos entre gays nas ruas, assim como não suporto estar em um ônibus e ver um casal de héteros se beijando por meia hora como se o ônibus fosse um motel. Tente não lembrar o quanto é nojento, tente evitar a ira, apenas te peço ore por essas pessoas.

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  4. Não há nenhuma novidade no que vou dizer, mas é importante lembrar. No ser humano concorrem dois princípios básicos: o princípio civilizatório, que busca a realização dos valores mais elevados, como respeito, cuidado, amor, dignidade, harmonia e paz. O outro princípio busca as realizações mais egoístas e animais, como a sexualidade, a agressividade, a beligerância e, no extremo, o desejo de exterminar o outro.
    Porque trago isso aqui para este blog?
    Veja essas imagens de uma “manifestação” autodenominada “Marcha das Vadias”. Depois observe as últimas, fotografias da Jornada Mundial da Juventude encerrada neste domingo, no Rio de Janeiro.
    Mas o que pretende mesmo a “Marcha das Vadias”? Fui a seu site oficial marcha dasvadias.org buscar informações. Lá pude constatar que seu objetivo principal é a legalização do aborto indiscriminado. Sou contra a legalização do aborto, mas ninguém precisa concordar comigo se é questão de opinião e por isso não vou discutir aqui e agora a questão do aborto. O ponto aqui é outro: como lutar por suas crenças?
    As autodenominadas “vadias” podem lutar pelo que bem quiserem (de resto, previsto na Constituição), mas será que nenhum limite deve ser respeitado? Não é uma afronta mulheres peladas com frases acintosas a santos católicos e à Nossa Senhora se meterem em uma celebração católica? Houve, também, “vadios” quebrando crucifixos e pisoteando imagens de Nossa Senhora Aparecida. Pense você: fosse o contrário, católicos se metendo em “marchas de abortistas” ou “paradas de orgulho gay” e afrontando os abortistas e o gays exibicionistas (a imensa maioria dos gays não é exibicionista) seria aceitável? Então porque o contrário deve ser? Aqui, demonstro e denuncio os “dois pesos, uma medida” da imprensa brasileira, totalmente submetida às chamadas minorias influentes. Calam-se quando o afrontado é uma religião ou um grupo conservador, mas esguelam a mais não poder quando os ativistas recebem qualquer tipo de contrariedade.
    Mais uma reflexão. Havia 3 milhões de católicos na praia de Copacabana e mil (isso mesmo, 1 milzinho) “vadias”. Nenhuma delas recebeu sequer um beliscão. Ficaram ali afrontando e sendo solenemente desprezadas. Pergunto a você: fosse o contrário, o que ocorreria a mil católicos em meio a 3 milhões de ativistas abortistas/etc? Seriam xingados? Seriam maltratados? Seriam espancados? Seriam linchados? Ou seriam tudo isso?
    Aqui cabe a pergunta: quem são mesmos os intolerantes? Quando você, seja qual for seu credo, ouvir dizer que “os católicos são intolerantes” ou “os evangélicos são intolerantes” pense na cena relatada: três milhões de católicos protegendo, de verdade, mil “democratas” de mentira. Quem está com a civilização? Quem está com a barbárie?

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  5. Feliciano e o Chico (Papa) são iguais no modo medieval de pensar, não produzem nada e viver como reis com o dinheiro do povo(dizimo).

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  6. As feministas e progressistas dizem que lutam contra um “discurso de ódio”, tudo porque a Igreja considera pecado alguns comportamentos que elas querem praticar (e não deveriam se importar tanto, já que, via de regra, sequer no Inferno católico acreditam). Este é o “discurso de ódio” da Igreja, emoldurado no perdão e no “amai-vos uns aos outros” e no Filho de Deus que nasce de uma mulher virgem. Enquanto elas, que se consideram vítimas, são capazes de, diante de famílias que nunca fizeram mal algum a elas, desnudarem-se e enfiarem uma imagem considerada sagrada pelos espectadores nos seus órgãos sexuais. Nenhum “discurso de ódio” aí?

    A platéia não apenas é ofendida: é algemada em suas palavras. Afinal, poderia-se chamar uma mulher que faz uma coisa dessas de “vadia”? Ela não se auto-denomina “vadia”? Não: o intuito é, justamente, impedir até mesmo que sejam ofendidas, pois tratar com desrespeito essas mulheres que não respeitam a si próprias seria “discurso de ódio”. Não se pode chamar uma mulher que entuba uma imagem sagrada durante um culto religioso de “vadia”, apenas elas podem assim se auto-nomear e xingar o público presente (sem nenhum “discurso de ódio” que os defensores desse progressismo consigam notar).

    É o discurso de ódio contra o ódio verdadeiro. Tangível.

    Vê-se, então, que o “feminismo” não é uma defesa das mulheres, é apenas a defesa do que algumas mulheres defendem como objetivo de todas as mulheres, por só reconhecerem como mulheres humanas aquelas que estão dentro do grupo. Quem estiver fora é apenas uma ameaça ou, na melhor das hipóteses, um estorvo a ser futuramente “ultrapassado”. Não é uma mulher a ter seus direitos defendidos.

    Não apenas isso, é uma defesa por meios específicos (outros meios não são considerados “feminismo”). E com o fim específico de rachar a sociedade, enxergando apenas coletivos massificados – ou, para resumir, apenas o coletivo das mulheres “de dentro” e a pasta amorfa de obscurantismo das pessoas que ficam de fora. Ameaças a serem tratadas como uma colônia de baratas no sótão.

    Marcha das Vadias meucuélaico 300×300 Marcha das Vadias contra o papa: a lógica interna do feminismo Não à toa, toda a discussão entre as feministas e os “conservadores” é, justamente, que as primeiras recusam-se a enxergar no interlocutor algum traço de humanidade, enquanto os últimos enxergam almas individuais. De como feministas encaram fetos até a forma como tratam tiazinhas carolas indo ver o papa, todo o discurso é bem próximo da escatologia apocalíptica: elas não enxergam nenhum humano como ser humano, a não ser elas próprias, sobretudo seus impulsos mais primitivos.

    Afinal, o papa abraçou rabinos, monges budistas e pais-de-santo, defendeu a importância do Estado laico e do diálogo e disse que não cabe a ele julgar homossexuais. De quem foi a manifestação de ódio explícito?

    O mesmo vale para outros progressismos: a luta contra o racismo, pelos direitos dos gays, minorias etc costuma partir de algo na realidade que precisa ser mudado, mas não é tratado como um ideal fixo: a uma mudança de vento, é permitido o racismo, usa-se do mesmo “discurso de ódio” homofóbico e por aí vai.

    Cria-se a novilíngua que tudo inverte. Contra o “obscurantismo” de uma religião tradicionalista e baseada no pecado original, culpa-se o macho branco ocidental heterossexual por natureza, proíbe-se qualquer piada, qualquer aversão, qualquer opinião própria contra o rebanho, qualquer coisa que ofenda a hipersensibilidade alheia. Um ambiente bem mais opressivo do que a missa. Ou o confessionário.

    O discurso é pregação de ódio, e justamente diz que é contra a “pregação de ódio”. A própria definição da psicopatia, que é rara nos cérebros, mas tão comum nas crenças.

    marcha das vadias rosários 300×156 Marcha das Vadias contra o papa: a lógica interna do feminismo A confusão fica clara quando uma das respeitáveis damas que enfiou a imagem da santa em sua sacrossantíssima explicou que preferiu cobrir o rosto para não sofrer represálias no trabalho. Por que se preocupar com o trabalho, tão capitalista, tão judaico-cristão, essa coisa que lhe dá tanta coisa que ela tanto quer, a ponto de ela ter medo de perder essa suposta exploração capital? E que tal depois levantar os cartazes “saia do meu corpo que não te pertence!”, como se fosse a religião que tivesse entrado em seu corpo a obrigando a tal, e não ela que tenha internalizado a sacralidade contra a opinião de todos os religiosos?

    No fim da “encenação” da Marcha das Vadias, após quebra de cruzes e da imagem de Nossa Senhora, uma das respeitáveis moças nuas deitou outro ser humano nu com as pernas para o ar e, com uma camisinha, enfiou o que restou de um dos crucifixos em seu ânus. Essas feministas, que adoram encontrar ameaças abstratas (“o machismo! o patriarcalismo!”) em tudo, inventaram novas modalidades extremas de cagação de regra.

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